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O futuro a você pertence
7 de agosto de 2013
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Nos anos 60 e 70, a cultura pop celebrava a juventude de uma maneira visceral. Ser velho era percebido como uma espécie de pecado capital. Em 1965, os roqueiros da banda inglesa The Who bradavam: “Hope I die before I get old” (“espero morrer antes de envelhecer”), verso da canção “My Generation”, e milhões de garotos e garotas, hoje senhores e senhoras com mais de 60 anos, repetiam em coro, como se pudessem congelar aquela época. Uma famosa manifestação contra a velhice veio de Mick Jagger, na década de 70. No auge de seus 30 e poucos anos, o líder dos Rolling Stones declarava em alto e bom som: “Prefiro morrer a cantar ‘Satisfaction’ aos 45”.
Quase cinco décadas mais tarde, para muita gente, envelhecer ainda soa como um tabu. Mas a possibilidade de morrer relativamente jovem fica cada vez mais distante. De lá para cá, muita coisa mudou. Nos anos 60, a expectativa média no mundo era de se chegar aos 68 anos. Em 2012, vive-se, em geral, 79 anos, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os roqueiros que o digam. Hoje sessentões – alguns, setentões –, Stones e companhia ainda estão na ativa e celebram o bom e velho rock’n’roll com a mesma energia da juventude.
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Com algumas dicas, é possível manter finanças em dia ao cuidar de pais idosos
2 de abril de 2012
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Ao chegarem à vida adulta, muitas pessoas se deparam com a responsabilidade
de cuidar de pais idosos, sendo que, neste momento, em alguns casos, é preciso
se afastar do emprego para dar a atenção necessária ao ente querido. Nesta
hora, contudo, surge a pergunta: e as finanças, como ficam?
“Existem ações que as pessoas podem fazer para minimizar os custos ocultos do cuidado". ressalta a doutora em Educação, Sandra Timmermann.
Para se ter uma ideia, somente nos Estados Unidos, 10
milhões de pessoas cuidam de pais ou parentes idosos. A situação, dentre os que
estão empregados, gera uma perda de aproximadamente US$ 3 trilhões em salários,
aposentadorias e benefícios durante a vida, se saírem do emprego
prematuramente; a média da perda é de US$ de 304 mil por pessoa.
Assim, Sandra acredita que as pessoas que se deparam com
esta responsabilidade devem pensar cuidadosamente se a saída do emprego é a
única opção. A diretora do instituto aconselha, por exemplo, que ela verifique
com o empregador se pode substituir os benefícios oferecidos por horário mais
flexível, ou mesmo uma licença para cuidar do parente.
Outra providência, é calcular os custos para cuidar
desta pessoa e considerar contratar um cuidador, o que pode evitar a saída do
emprego.
No que diz respeito ao dinheiro do ente querido, preste
atenção para que a pessoa não cometa excessos, já que pessoas idosas,
geralmente, são mais vulneráveis a abusos. Para a especialista, é importante
inclusive que a pessoa considere pedir ao parente uma procuração para cuidar de
questões legais.
Por fim, lembra ela, não se esqueça de poupar um valor para
as próprias necessidades de aposentadoria, considerando seu estilo de vida e o
estilo que deseja ter, quando ficar mais velho.
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Planos de Saúde - Procon-SP discute a portabilidade de carência
10 de setembro de 2008
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SÃO PAULO, 9 de setembro de 2008 - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vem promovendo a discussão da chamada portabilidade dos contratos, prática que permitirá ao consumidor migrar de um plano para outro com aproveitamento das carências já cumpridas. A Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, participou das reuniões da Câmara Técnica de Portabilidade de Carências, implementada pela Agência para discussão das possibilidades de sua regulamentação, com a expectativa de impactos positivos para os usuários de planos de saúde.
A mobilidade com portabilidade de carência, demanda antiga do Procon-SP e de outros órgãos e entidades de defesa do consumidor, permitirá ao consumidor sair de um contrato de plano de saúde para outro que apresente melhores condições, em termos de preço e de prestação de serviço, com o aproveitamento das carências já cumpridas anteriormente. Nos próximos meses a ANS deverá colocar a questão em consulta pública a fim de que todos os interessados possam participar com suas críticas e sugestões.
No entendimento da fundação, para que a portabilidade represente, de fato, um avanço para o consumidor, o modelo adotado deve ser amplo, contemplando, em especial, os segmentos mais vulneráveis do mercado, como: usuários com contratos firmados antes de janeiro de 1999 e de planos coletivos, consumidores idosos e pessoas portadoras de doenças pré-existentes. Um modelo sustentável que permita que seja resguardado o direito à mobilidade com portabilidade àquela parte do mercado que não tem poder de negociação.
O Procon-SP considera importante, para a regulamentação e implantação do modelo, que alguns aspectos sejam esclarecidos/definidos: unificação da nomenclatura dos produtos comercializados que permita ao consumidor identificar e comparar as características de cada um; prazo de transição entre a saída de uma operadora e o ingresso na outra; tempo mínimo para que o consumidor permaneça cliente de uma empresa; condições de elegibilidade ou pré-requisitos para que o consumidor possa passar de uma operadora a outra (adimplência conforme critérios estabelecidos na legislação e doenças pré-existentes consideradas aquelas declaradas no contrato de origem).
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