1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

7 SINTOMAS DO AVC

22 de maio de 2013 comente

O AVC, popularmente chamado de derrame cerebral, é a sigla para acidente vascular cerebral, o termo médico usado quando uma parte do cérebro sofre infarto, geralmente devido a uma falha na circulação do sangue. O AVC também pode ser chamado de AVE(acidente vascular encefálico), uma designação mais correta, já que o encéfalo engloba não só o cérebro, mas também o cerebelo, hipotálamo e o tronco cerebral, áreas do sistema nervoso central passíveis de sofrer infarto.
Os sintomas clássicos do AVC que devem servir de alerta para o paciente procurar atendimento médico imediatamente. O pronto atendimento dos casos de AVC é essencial, pois o tratamento só é eficaz se for iniciado nas primeiras horas do infarto cerebral.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Sabe o que fez Beatriz (50anos) ao descobrir que tinha AIDS ?

20 de maio de 2013 comente

Ela seria avó em nove meses. O tricô e a cadeira de balanço pareciam destino certo. Mas a contagem regressiva nem havia começado e a mulher foi “catapultada” – termo adotado quando conta sua vida – para pensar em sexualidade, camisinha e aids.

Beatriz Pacheco, perto dos 50 anos, recebeu o diagnóstico da doença transmitida pelo sexo sem proteção. Casada, mãe, fiel. Em nada essas características pareciam combinar com o vírus HIV. Em vez da cadeira de balanço, ela foi para o fundo do poço.

A sensação de estar à margem do contágio faz com que mais mulheres como Beatriz dêem rosto para a epidemia de aids brasileira. Em 2000, a faixa etária “de 50 anos ou mais” correspondia a 8% dos novos casos femininos registrados no Brasil. Ano passado, dados parciais divulgados em novembro pelo Programa Nacional de DST/Aids mostraram que a parcela cresceu para 15%. O aumento porcentual foi ano a ano, incentivado por preconceito, falta de informação, a chegada de medicamentos para disfunção erétil – que reacenderam a vida sexual dos homens com mais de 50 – e até negligência médica.

“Nem mesmo os especialistas em saúde cogitam que suas pacientes podem ser infectadas pelo HIV, caso não saibam sobre prevenção”, afirma Maria Filomena Cernicchiaro, especialista do Centro de Referência e Treinamento em Aids (CRT) de São Paulo. Ela trabalha com a terceira idade e elenca tabu e medo de falar sobre um assunto praticamente inexistente durante a adolescência das senhoras como falhas repetidas até mesmo nos consultórios clínicos. “Poucos ginecologistas suspeitam de HIV após certa idade. Quase nenhum conversa com suas pacientes sobre isso”.

Coragem: Beatriz organizou ONG para levar informação a mulheres como ela
O câncer era HIV
Foi o que aconteceu com Beatriz Pacheco. Nenhuma resposta médica explicava seu quadro clínico. Até que o último exame desvendou o então quadro incompreensível. Não era câncer de pele, suspeita principal dos especialistas que visitou. Agora, era preciso dar a informação do resultado encontrado ao marido, amor de sua vida, que estava à espera do seu retorno. O diálogo começou com um telefonema. “Alô Carlos, eu tenho aids”, chorava Bia sem acreditar no que dizia ao marido e sem ter encontrado outra forma melhor de dizer.

Era o terceiro casamento de Bia e a tristeza da viuvez precoce, experimentada duas vezes, já nem era sentida tamanha felicidade no novo matrimônio, completo e sincero. Eram tão felizes, repetiam os que cercavam. Carlos após a ligação inesperada de Bia, no entanto, se transformou. Enfurecido, brigou, berrou e até desmaiou. Durante 30 dias, o casal que era exemplo de felicidade ficou sem trocar olhares, nem mesmo de rabo de olho. Ela se sentia culpada. Ele desconfiado.

Carlos fez todos os exames e o resultado dele para o HIV deu negativo. Bia, tudo indica, foi contaminada pelo vírus no segundo casamento. Aos poucos, o marido foi voltando ao normal. Agora, Bia estava mais tranqüila, mas sabia que era preciso enfrentar outros obstáculos. A sociedade, a moça do supermercado, a caixa do banco, os amigos dos filhos, os parentes distantes.

A reação temida por Bia já foi mapeada por pesquisas e, segundo o último estudo divulgado, se mostra como principal desafio do tratamento do vírus HIV hoje. Com o avanço da medicina, foi possível encontrar medicamentos poderosos para o tratamento da doença. A mortalidade caiu mais de 80% e as mortes colecionadas no início da epidemia, nos anos 80, saíram do cenário atual da aids. O preconceito, no entanto, resiste na cena.

Pesquisa Mundial de Informação à Saúde, encomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) teve o propósito de avaliar como estavam os portadores do vírus HIV 25 anos depois do início da epidemia. No recorte brasileiro do estudo foram entrevistados 1.206 pacientes. Quando as informações eram sobre a qualidade da saúde, 65% dos participantes classificaram como “ótima”, dez pontos a mais do que a média da população do País. Já quando o questionário focou nos impactos sociais trazidos pela infecção, 33% das soropositivas afirmam ter um grau muito intenso de tristeza por causa de preconceito, abandono, solidão e demissão do emprego. E mais: 47% somam a parcela dos que sofrem de depressão. Tudo isso fez o Ministério da Saúde lançar, em dezembro, o slogan “Com aids é possível viver. Com o preconceito, não”. A já então vovó Bia Pacheco, dez anos antes, havia encontrado o antídoto para a discriminação.

Sem vestir a carapuça

Bia e Carlos aos poucos foram voltando às boas. Um beijo aqui, outro ali, um abraço apertado. E a vontade de fazer às pazes “de forma plena” precisava passar pelo desafio de usar a camisinha. Ela não queria infectá-lo e ele queria amá-la. Os dois partiram para supermercados e farmácias. Aos 50 e poucos anos de idade, o “casalzinho 20” tinha a missão de encontrar o preservativo ideal. E como eles se divertiram experimentando!

Foi então que caiu a ficha. Bia Pacheco ativa, feliz, avó tinha o vírus HIV. Se em nada ela tinha de promíscua, drogada, safada porque é que tinha de vestir a carapuça e os estereótipos da aids? Começou a freqüentar grupos e palestras. Em todos, pedia para as mulheres e avós soropositivas levantarem os braços. Encontra muitas parecidas com ela.

As mulheres, casadas, com mais de 60 anos estavam nas estatísticas, conforme atestou pesquisa da Universidade Federal do Ceará, publicada na Revista Brasileira de Epidemiologia. Em análise feita em 107 casos entre 60 e 64 anos, os autores identificaram que o perfil majoritário de infectados era feminino e heterossexual. A mesma constatação foi feita em análise do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. A ideia de que acima dos 60 anos a maioria seria de homossexuais e usuários de drogas injetáveis caiu por terra. Bia sabia de tudo isso. E para vencer o preconceito, decidiu “sair do armário”. A cara da aids não precisava mais ser de astros de rock, extremamente magros. Ela foi para o mundo.

Mulheres PositHIVas

Se uns tinham gripe, caxumba, catapora, sarampo, hepatite B, Bia Pacheco convivia com a aids. E começou a assumir a doença, sem culpa e sem fazer dela um propósito de vida. Organizou a ONG Mulheres PositHIVas para reunir pessoas parecidas com ela em uma só causa. Juntas, queriam levar conhecimento do vírus para outras mulheres e famílias que insistiam em não se considerar vulneráveis a um problema de saúde que pode estar em qualquer casa, basta não usar camisinha nas relações sexuais.

A linha tênue que vive Bia é para que a luta contra o preconceito não traga o efeito colateral da banalização da doença. No público mais jovem, já constatou o Ministério da Saúde, este problema ganhou destaque. Assim como os mais velhos, os mais novos têm resistência em encarar que podem ser contaminados pelo vírus e negligenciam o uso do preservativo. Entre 13 e 19 anos, os casos também estão em ascensão e nas palavras de Albertina Duarte Takeuti, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente de São Paulo, as meninas e meninos têm muito mais medo de uma gravidez indesejada do que do vírus HIV. Nesta faixa-etária, as garotas superam os garotos em números de novos casos e, por isso, foram escolhidas pelo Programa Nacional de DST/Aids para serem alvo da campanha contra doença no carnaval. 

Ela completa 13 anos com a doença
Coquetel na menopausa
Bia Pacheco, independentemente da idade, não quer novos casos da doença aconteçam. Hoje, aos 63 anos, ela lembra que passou a tomar o coquetel antirretroviral na mesma época em que os efeitos da menopausa chegaram. Equalizar as seqüelas dos fortes medicamentos com as outras drogas já ingeridas normalmente pelos idosos com os remédios necessários para tratar a aids é um dos principais desafios dos infectologistas que atendem pacientes dessa faixa etária.

Mas em caso de contaminação, Bia teme que a informação seja encarada como uma sentença de morte. “Não é”, repete com freqüência. Em 2010, ela – mãe de três filhos, avó de quatro netos – completa 13 anos de convivência com o vírus. Muito mais do que os seis meses de vida que deram para ela na época do diagnóstico. “Muitos dos que temeram que eu não sobreviveria, eu enterrei. Um deles, infelizmente, foi o Carlos que tanto amei e tanto me ajudou na luta contra a aids”.

Beatriz Pacheco esbanja vida, saúde e disponibilidade para viver mais anos. Apesar dos outros netos que vieram depois da primeira, bem na época do diagnóstico da doença, ela não reservou espaço para fazer tricô na cadeira de balanço. Gosta de ser uma avó moderna. E é. Ela nunca aceitou bem os estereótipos mesmo.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

DESABAFO!

19 de maio de 2013 3 comentários
E vai para algumas pessoas, (fico feliz que sejam poucas), que mandam mensagens que vou chamar de “infelicidad e-mail”, dizendo que é impossível ser feliz na velhice e criticando algumas vezes com grosseria o trabalho que faço com muito amor.

Em face a condição de pobreza que temos no Brasil, seja ela  de informação, financeira,  de idosos que vivem em condição de abandono ou submetidos a violência, desde física a moral, e até aqueles que sofrem por opção já que existem pessoas  amargas que gostam de afagar o urubu quando ele pousa no ombro, concordo que a velhice pode ser MUITO triste. 

Na minha visão, o primeiro passo é a informação, partindo dela, é possível conhecer vários serviços que podem melhorar essa condição, e a nossa missão  no blog, no Facebook, no Twitter e no Google+ é exatamente essa. Temos conteúdo próprio, pesquisamos, traduzimos, compartilhamos post interessantes de outros blog, notícias de utilidade pública, divulgamos frequentemente, sobre medicação fornecidas pelo governo, fraldas geriátricas gratuitas, delegacias do idoso, centros de 3ª. idade, etc..)

E para vocês que gostam de muitas vezes anonimamente depreciar meu trabalho tenho uma sugestão: se você critica, porque conhece alguma pessoa nessas condições, ajude-a dê informações que possam diminuir esse sofrimento, a internet que você acessa, é mesma que outras milhões de pessoas acessam e compartilham coisas BOAS E ÚTEIS.

Todos possuem o sagrado direito de discordar, porém crítica pessoal não faz sentido, principalmente quando são postadas com grosseria e anonimamente, e estas eu não publico, em respeito à todos os leitores.
Lembrando ainda, que aqui é como a TV, se você não gosta do programa, desligue, ou mande um e-mail bacana, dando sugestão para melhorarmos, simples assim.

Para a maioria, deixo o meu carinho e obrigada.
Silvia Masc



Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Deus, velhice e filmar em Nova York

3 comentários
Aos 77 anos, Allen, cineasta prolífico e nova-iorquino emblemático, quase nunca tratou de religião. Mas a idéia de fé permeia seu mais recente filme, You Will Meet a Tall Dark Stranger (Você Vai Encontrar um Estranho, Alto e Moreno), em tradução livre, que a Sony Pictures Classics lança na próxima quarta-feira nos Estados Unidos.
_____________________
No filme, enquanto a união de um casal de Londres (Anthony Hop­­kins e Gemma Jones) se desfaz, a mulher procura conforto no sobrenatural, o que acaba tendo consequências imprevisíveis sobre o casamento da filha (Naomi Watts) e do marido (Josh Brolin).
“Para mim”, diz Allen, “não há diferença real entre uma cartomante ou um biscoito da sorte e qualquer uma das religiões organizadas. São todos igualmente válidos ou inválidos, na verdade. E igualmente úteis.”
Allen falou com Dave Itzkoff sobre seu novo filme e sobre como os temas nele presentes ressoam em sua vida, e respondeu se esse é ou não seu último filme ambientado em Nova York. A seguir, um pequeno trecho da conversa.
Como o senhor se sente quanto ao envelhecimento?
Bem, sou contra. [Risos] Acho que não tem vantagem qualquer. A gente não ganha nenhuma sabedoria com o passar dos anos. Só decai, é o que acontece. As pessoas tentam colocar um verniz bonito na história, e dizer, bem, que a gente relaxa com a idade. Passa a compreender a vida e aceitar as coisas. Mas qualquer um trocaria tudo isso por ter 35 anos novamente. Experimentei essa coisa de acordar no meio da noite e começar a pensar sobre a própria mortalidade e visualizá-la, e isso me arrepia um pouco. É o que acontece com Anthony Hopkins no início do filme, e a partir daí ele não quer mais ouvir da esposa, mais realista: “Ah, você não pode continuar fazendo isso – não é mais um jovem”. Sim, ela está certa, mas ninguém quer ouvir isso.
Envelhecer mudou seu trabalho de alguma forma? O senhor vê uma certa melancolia emergindo de seus filmes mais recentes?
Não, é muito na tentativa e erro. Não há qualquer rima ou razão naquilo que faço. É o que parece certo naquele momento. Nunca em minha vida vi nenhum filme meu depois de lançado. Nunca. Não vejo Um Assaltante Bem Trapalhão desde 1968. Não vi Noivo Neurótico, Noiva Nervosa ou Manhattan ou qualquer filme que fiz, depois dos respectivos lançamentos. Se estou fazendo minha esteira, zapeando na tevê, e me deparo com um deles, mudo de canal imediatamente, porque sinto que assistir só poderia me deprimir. Serviria apenas para eu sentir: “Ah, Deus, isso está tão horrível, se pelo menos eu pudesse fazer de novo”.
Quando o senhor tem algum tempo ocioso entre um projeto e outro, como agora, como costuma usá-lo?
Com as coisas de sempre. Levo meus filhos à escola no período da manhã. Faço caminhadas com minha esposa, toco com minha banda de jazz. Depois, há a obrigação da esteira e dos pesos, para manter a forma e não ficar mais decrépito do que já estou. Geralmente não vejo os filmes grandes de Hollywood. Outro dia vi Winter’s Bone [ainda sem título em português] e gostei muito, adorei os atores todos. E, quando estava em Paris, tive a chance de ler um bocado, Tolstoi e Norman Mailer. Coisas que tinham me escapado ao longo dos anos.
Tradução de Christian Schwartz.
Fonte: The New York Times.

You Will Meet A Tall Dark Stranger - Official Trailer




Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

SEXALECENTES - Mirian Goldenberg

18 de maio de 2013 comente

Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes-é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória.

São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e que

conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram há muito a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.

Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar....

Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.

Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que na realidade queria.

Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis : reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a fazê-lo todos os dias.

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.

Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.

De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos senti mentais.

Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos.
Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra...

... Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo. Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.

Hoje, as pessoas na década dos sessenta/setenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são. Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60/70 no século XXI!



Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Anemia no Idoso: comum, mas não normal

17 de maio de 2013 comente

Em geral, a doença é assintomática no início.

Diante do aumento certo da expectativa de vida da população, é importante estar atento a uma das doenças mais comuns nos idosos A anemia é uma anomalia caracterizada pela diminuição da concentração da hemoglobina dentro das hemácias e pela redução na quantidade de hemácias no sangue. Isso resulta em uma redução da capacidade do sangue em transportar o oxigênio aos tecidos. 



A hemoglobina, uma proteínas presente nas hemácias, é responsável pelo transporte de oxigênio dos pulmões para os demais órgãos e tecidos e de dióxido de carbono destes para ser eliminado pelo pulmão.

Ao contrário do que muita gente acredita, a anemia no idoso, embora seja um problema comum na população de idosos, não faz parte do envelhecimento normal e pode levar à morte. Ela ocorre em 10 a 15 indivíduos a cada 1.000, portanto, deve-se atentar aos seus sintomas e procurar auxílio médico para o tratamento correto. 
Existem vários tipos de anemia, sendo os mais freqüentes em idosos a anemia de doença crônica, seguida pela deficiência de ferro , por hemorragia e outras, como deficiência por B12, insuficiência renal ou leucemias.É importante ressaltar que a anemia é fator de risco para outras doenças, pois reflete somente o baixo nível de hemoglobina circulante.

PREVENÇÃO
“O idoso pode e deve se prevenir da anemia adotando cuidados diários.

Uma dieta variável e equilibrada com verduras e legumes frescos e proteínas aliada ao controle rigoroso das doenças pode ajudar na prevenção da anemia”, conclui dr. Jaluul.“A anemia nos idosos preocupa por eles já apresentarem menor reserva funcional e, portanto, qualquer situação que exija mais do seu organismo pode levar a prejuízos irreversíveis”, completa o especialista.





E o stress? O que acontece ao nosso corpo nessa situação

15 de maio de 2013 comente

O corpo humano foi preparado pela natureza para se estressar diante do perigo – um animal
pré-histórico, por exemplo – e nos ajudar na nossa defesa. Isso explica por que se reage assim:

• Os músculos começam a se contrair para nos proteger;
• O metabolismo acelera e a freqüência cardíaca, tanto quanto a quantidade de sangue bombeada em cada batimento, aumenta;
• A respiração fica mais intensa;
• O estômago fecha;
• As pupilas dos olhos se dilatam, ampliando a visão. Outros sentidos se aguçam, como a audição;
• Sabe por que dá uma vontade louca de ir ao banheiro quando estamos assustados? Dizem os especialistas que é o corpo da gente evitando infecções se nosso inimigo nos causar uma lesão no abdômen...
• O sangue coagula mais rapidamente;
• As artérias nos braços e pernas se contraem, evitando a perda sanguínea – daí aquela sensação de mãos e pés gelados, congelando de medo;

O X da questão:
Na vida moderna, a chance de nos depararmos com
um animal que nos ataca é mínima.
Se não tentarmos evitar o estresse, ao nos
sentirmos ameaçados por qualquer
coisa do cotidiano, nosso corpo passará por tudo isso aí.



Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Share It