1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Comunicação com um portador de Alzheimer - por Silvia Masc

20 de novembro de 2014 comente
A doença de Alzheimer apresenta muitos desafios, e comunicação é um grande problema.
Tente estas dicas para aliviar a frustração e melhorar a comunicação.
Cuidadora de Alzheimer
Como a doença de Alzheimer corrói lentamente habilidades de comunicação verbal, palavras e expressões usadas pelo seu ente querido portador de DA pode fazer pouco ou nenhum sentido para você. Por sua vez, o seu ente querido pode ter problemas para entender o que você diz. Os mal-entendidos resultantes podem alterar os ânimos de ambos, tornando a comunicação ainda mais difícil.
O que esperar
A doença de Alzheimer o cérebro, o que torna difícil encontrar as palavras certas e compreender o que os outros estão dizendo. incorretamente pode substituir uma palavra por outra ou inventar uma palavra completamente nova para descrever um objeto familiar. Ele ou ela pode apresentar o comportamento de um disco riscado - e repetindo a mesma palavra ou pergunta mais e mais.

Uma pessoa que vive com a doença de Alzheimer ainda pode:
  • Perder sua linha de pensamento
  • · Lutar para organizar palavras logicamente
  • · Precisar de mais tempo para entender o que você está dizendo
  • · Maldizer ou usar linguagem ofensiva


O que você pode fazer para ajudar
Apesar dos desafios, você pode se comunicar de forma eficaz com um ente querido que tem Alzheimer. Considere estas dicas:
·         Fale claramente. Apresente-se. Falar de uma forma clara e direta.
·         Mostrar respeito. Evite conversa no diminutivo, como "boa menina", “bom menino” . Não assuma que seu ente querido não consigo entender você, e não fale sobre seu ente querido, como se ele ou ela não estivesse presente .
·         Fique presente. Mantenha contato visual com o seu ente querido, ele vai saber que você está ouvindo e tentando entender.
·         Evite distrações. A comunicação pode ser difícil -, Se não impossível  com TV ou rádio ligados.
·         Linguagem simples. Use frases curtas e palavras simples. Conforme a doença progride, sim ou não pode funcionar melhor. Faça apenas uma pergunta de cada vez
·         Não interrompa. Pode levar mais tempo do que você espera para o seu ente querido possa processar e responder. Evite criticar, apressando-se ou corrigindo-o.
·         Use pistas visuais. Às vezes, gestos ou outros sinais visuais promovem uma melhor compreensão do que palavras. Ao invés de simplesmente perguntar se a pessoa precisa  usar o banheiro, por exemplo, leve-o ao banheiro e aponte para ele.
·         Não discuta. O raciocínio do seu ente querido e julgamento irão diminuir ao longo do tempo. Para poupar raiva e agitação, não discuta nunca.
·         Mantenha a calma. Mesmo quando você está frustrado, mantenha a sua voz suave. Seus sinais não verbais, incluindo o tom de sua voz, podem enviar uma mensagem mais clara do que o que você realmente diz.
Comunicando-se com o seu ente querido pode ser um desafio, especialmente quando a doença progride. Lembre-se, no entanto, seu ente querido não está agindo dessa maneira de propósito. Não tome isso como algo pessoal. Use paciência e compreensão para ajudar a seu ente querido sentir-se seguro e protegido.

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O que é Diabetes?

14 de novembro de 2014 comente

Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células beta . A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta portanto em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia.


Classificação do Diabetes

Sabemos hoje que diversas condições que podem levar ao diabetes, porém a grande maioria dos casos está dividida em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Diabetes Tipo 1 (DM 1) - Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células, beta levando a deficiência de insulina. Nesse caso podemos detectar em exames de sangue a presença desses anticorpos que são: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM 1 no momento do diagnóstico. Em geral costuma acometer crianças e adultos jovens, mas pode ser desencadeado em qualquer faixa etária.

O quadro clínico mais característico é de um início relativamente rápido (alguns dias até poucos meses) de sintomas como: sede, diurese e fome excessivas, emagrecimento importante, cansaço e fraqueza. Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. Esse quadro mais grave é conhecido como Cetoacidose Diabética e necessita de internação para tratamento.

Diabetes Tipo 2 (DM 2) - Nesta forma de diabetes está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos). Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, porém, sua ação está dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica. Isso vai levar a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é mais possível, surge o diabetes. A instalação do quadro é mais lenta e os sintomas - sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais e outros - podem demorar vários anos até se apresentarem. Se não reconhecido e tratado a tempo, também pode evoluir para um quadro grave de desidratação e coma .

Ao contrário do Diabetes Tipo 1, há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos. Contudo, observa-se, cada vez mais, o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças. Isso se deve, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física. Assim, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, haja visto a grande quantidade de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

Outros Tipos de Diabetes - Outros tipos de diabetes são bem mais raros e incluem defeitos genéticos da função da célula beta (MODY 1, 2 e 3), defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas (pancreatite, tumores pancreáticos, hemocromatose), outras doenças endócrinas (Síndrome de Cushing, hipertireoidismo, acromegalia) e uso de certos medicamentos.

Diabetes Gestacional - Atenção especial deve ser dada ao diabetes diagnosticado durante a gestação. A ele é dado o nome de Diabetes Gestacional. Pode ser transitório ou não e, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada.. Na maioria das vezes ele é detectado no 3o trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose. As gestantes que tiverem história prévia de diabetes gestacional, de perdas fetais, má formações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou história familiar de diabetes não devem esperar o 3º trimestre para serem testadas, já que sua chance de desenvolverem a doença é maior.

Como Posso Saber se Estou Diabético?

O diagnóstico laboratorial pode ser feito de três formas e, caso positivo, deve ser confirmado em outra ocasião. São considerados positivos os que apresentarem os seguintes resultados:

1) glicemia de jejum > 126 mg/dl (jejum de 8 horas)
2) glicemia casual (colhida em qualquer horário do dia, independente da última refeição realizada (> 200 mg/dl em paciente com sintomas característicos de diabetes.
3) glicemia > 200 mg/dl duas horas após sobrecarga oral de 75 gramas de glicose.

Existem ainda dois grupos de pacientes, identificados por esses mesmos exames, que devem ser acompanhados de perto pois tem grande chance de tornarem-se diabéticos. Na verdade esses pacientes já devem ser submetidos a um tratamento preventivo que inclui mudança de hábitos alimentares, prática de atividade física ou mesmo a introdução de medicamentos. São eles:

(a) glicemia de jejum > 110mg/dl e < 126 mg/dl.
(b) glicemia 2 horas após sobrecarga de 75 gr de glicose oral entre 140 mg/dl e 200 mg/dl

O diagnóstico precoce do diabetes é importante não só para prevenção das complicações agudas já descritas, como também para a prevenção de complicações crônicas.

A Importância do Acompanhamento Médico
É importante que o paciente compareça às consultas regularmente, conforme a determinação médica, nas quais ele deverá receber orientações sobre a doença e seu tratamento. Só um especialista saberá indicar de forma correta:

• a orientação nutricional adequada,
• como evitar complicações,
• como usar insulina ou outros medicamentos,
• como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros) e as canetas de insulina,
• fornecer orientações sobre atividade física,
• fornecer orientações de como proceder em situações de hipo e de hiperglicemia.

Esse aprendizado é fundamental não só para o bom controle do diabetes como também para garantir autonomia e independência ao paciente. É muito importante que ele realize suas atividades de rotina, viajar ou praticar esportes com muito mais segurança. É importante o envolvimento dos familiares com o tratamento do paciente diabético, visto que, muitas vezes, há uma mudança de hábitos, requerendo a adaptação de todo núcleo familiar.

Por que Tratar a Hiperglicemia?

A hiperglicemia é a elevação das taxas de açúcar no sangue e que deve ser controlada. Sabe-se que a hiperglicemia crônica através dos anos está associada a lesões da microcirculação, lesando e prejudicando o funcionamento de vários órgãos como os rins, os olhos, os nervos e o coração. Os pacientes que conseguem manter um bom controle da glicemia têm uma importante redução no risco de desenvolver tais complicações como já ficou demonstrado em vários estudos científicos.

Pacientes com Diabetes Tipo 2 não diagnosticado tem risco maior de apresentar acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio e doença vascular periférica do que pessoas que não têm diabetes. Isso reforça a necessidade de um diagnóstico precoce que permita evitar tais complicações.

A Automonitorização

Para obter um melhor controle dos níveis glicêmicos, não basta o paciente apenas acreditar que está fazendo tudo corretamente ou ter a sensação de estar sentindo-se “bem”. É necessário monitorar, no dia-a-dia, os níveis glicêmicos. Para isso, existem modernos aparelhos, os glicosímetros, de fácil utilização e que nos fornecem o resultado da glicemia em alguns segundos. Siga as orientações do seu médico quanto ao número de testes que deve ser realizado.

O objetivo desse controle não é só corrigir as eventuais hiperglicemias que ocorrerão, mas também tentar manter a glicemia o mais próximo da normalidade, sem causar hipoglicemia.

Quanto melhor o controle, maior o risco de hipoglicemia, daí a importância também da monitorização da glicemia mais vezes tanto para evitar a hipo, como também para que não se coma em excesso na correção dela, o que invalidaria os esforços para manter o controle. A monitorização permite que o paciente, individualmente, avalie sua resposta aos alimentos, aos medicamentos (especialmente à insulina) e à atividade física praticada.

Exames de Rotina

De acordo com a necessidade, as consultas devem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, com eventuais contatos por telefone ou fax, com envio da monitorização glicêmica. Nas consultas são solicitados os exames que devem incluir a glicemia, a hemoglobina glicada trimestral (que dá a média da glicemia diária nos últimos 2 a 3 meses), função renal anual (uréia, creatinina, pesquisa de micralbuminúria), perfil lipídico anual ou semestral, avaliação oftalmológica anual, avaliação cardiológica. Os demais exames devem ser solicitados de acordo com a necessidade individual do paciente.

FONTE: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
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Serviço do disque desintoxicação

7 de novembro de 2014 comente
Se você ou alguém próximo está sob suspeita de intoxicação ou envenenamento, seja por picada de animais peçonhentos ou contato com algum produto tóxico, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibiliza o serviço do disque desintoxicação - 0800 722 6001, pronto para atender e informar os procedimentos a serem adotados.

A ligação é gratuita e o usuário é atendido por uma das 36 unidades da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat), presente em 19 Estados brasileiros.


Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT

Coordenação da RENACIAT
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Responsável: Gerência-Geral de Toxicologia
SIA Trecho 5, Área especial 57, bloco D, subsolo
Brasília-DF - CEP: 70.750-541
Telefones: (61) 3462-6508 / 3462-6507
E-mail:
 ggtox@anvisa.gov.br
Site: 
www.anvisa.gov.br
E-mail: 
toxicologia@anvisa.gov.br ou renaciat@anvisa.gov.br

- SINITOX/CICT/FIOCRUZ

Responsável: Rosany Bochner
End: Av. Brasil, 4365 - Prédio Biblioteca de Manguinhos, 2º andar
Manguinhos
CEP: 21.045-900 Rio de Janeiro – RJ
Fone: (21) 3865-3247 / 3865 3246
Fax: (21) 2290-1696 / 2260-9944
Site: www.fiocruz.br/sinitox
E-mail: sinitox@fiocruz.br

Centros de Informação e Assistência Toxicológica
Aracajú
Centro de Informação Toxicológica 
Responsável: Antonio Medeiros Venâncio
Avenida Tancredo Neves, s/nº - Anexo Oncologia
Hospital Governador João Alves Filho - Capucho
CEP: 49.095-000 - Aracajú/SE
Fones:(79) 3259-3645, (79) 3216-2600 - Ramal:2677
Fax: (79) 3216-2826
E-mail: 
sescit@saude.se.gov.br ou amv@oi.com.br
Belém

Centro de Informações Toxicológicas de Belém
Responsável: Pedro Pereira de O. Pardal
End: Hospital Universitário João de Barros Barreto
Rua dos Mundurucus, 4487 - Bairro Guamá
CEP: 66.073-000 - Belém/PA
Telefone:0800-722601/ (91) 3249.6370 e 3259-3748/ 3201 6749
Fax: (91) 3249.5365 (Diretoria)
E-mail: 
cithujbb@ufpa.br

Belo Horizonte

Serviço de Toxicologia de Minas Gerais 
Responsável: Délio Campolina
End: Avenida Professor Alfredo Balena, 400 - 1º andar - Santa Efigênia
Hospital João XXIII
CEP: 30.130-100 - Belo Horizonte/MG
Telefone: (31) 3224-4000/3239-9308 e 3239-9224
Fax: : (31) 3239.9260(CIAT) / 0800-7226001
E-mail: servitoxmg@hotmail.com ou dcampolina@uol.com.br

Botucatu
Centro de Assistência Toxicológica de Botucatu
Responsável: Profa. Dra. Sandra Cordellini
End: Instituto de Biociências
UNESP - Campus de Botucatu, Rubião Junior
CEP: 18.618-000 - Botucatu/SP
Telefones/fax: (14) 3815-3048 / 3811-6017 / 3811-6034
Site: www.ibb.unesp.br/ceatox
E-mail: ceatox@ibb.unesp.br ou cordelli@ibb.unesp.br

Brasília

Centro de Informação e Assistência Toxicológica
Responsável: Andrea Franco Amoras MagalhãesSGAN Quadra 601 Lotes “O e P”
CEP.: 70.830-010 - Brasília/DF
Telefone: (61) 3325-6773/ 3225-6512/ 0800.6446774
e-mail: 
ciatdf@saude.df.gov.br

Campina Grande

Centro de Assistência Toxicológica de Campina Grande
Responsável: Sayonara Maria Lia Fook Meira Braga
End: Hospital Regional de Urgência e EmergênciaAv. Floriano Peixoto, 1045
CEP.: 58.100-001 – Campina Grande/PB
Fone (83) 3310-5853
E-mail: 
sayonarafook@hotmail.com

Campinas

Centro de Controle de Intoxicações de Campinas
Responsáveis : Fabio Bucaretchi
End: Faculdade de Ciências Médicas - Cidade Universitária - Zeferino Vaz
Hospital das Clínicas - UNICAMP
CEP:13.083-970 - Campinas/SP
Telefones: (19) 3521-6700 / 3521-7555
E-mail: 
cci@fcm.unicamp.br
 
Campo Grande
Centro Integrado de Vigilância Toxicológica
Responsável: Diana Steica
End: Rua Joel Dibo, 267, Centro.
CEP: 79.002-060 - Campo Grande/MS
Telefone: (67) 3386-8655/3312-1174
E-mail: civitox@saude.ms.gov.br

Cascavel
 Centro de Assistência Toxicológica de Cascavel
Responsável: Ana Maria Itinose
End. Hospital Universitário do Oeste do Paraná ( HUOP)
Av. Tancredo Neves, 3224 – Bairro Santo Onofre
Cep: 85806-470 – Cascavel – PR
Fone: (45) 3226.0808/3226.6138 Ramal 2261
Fax: (45) 3220.3213
Atendimento: 0800.6451148
E-mail: 
itinoseanamaria@uol.com.br ou hu-ceatox@unioeste.br 

Cuiabá

Centro de Informação Anti-Veneno de Mato Grosso
Responsável: Dr. Jose Antonio de Figueiredo
End: Hospital Municipal e Pronto Socorro de Cuiabá
Rua General Valle, 192 - Bairro Bandeirantes
CEP: 78.010-100 - Cuiabá/MT
Telefones (65) 3617.7850 ou 3617.7800
Celular: (65) 8407.9763 
E-mail: 
dr.josefigueiredo@hotmail.com ou ciave_mt@hotmail.com
Curitiba

Centro de Controle de Envenenamento de Curitiba
Responsável: Gisélia Burigo Guimarães Rubio
Supervisora: Drª Marlene Entres
End: Hospital de Clínicas
Rua General Carneiro, nº 180 - Centro
CEP: 80.060-000 - Curitiba/PR
Telefone: (41) 3264-8290 / 3363-7820
Fax: (41) 3360-1800 - R. 6668
Atendimento: 0800 41 01 48
E-mail: 
cce@sesa.pr.gov.br , giselia@pr.gov.br oumarlene.entres@hotmail.com

Florianópolis

Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina 
Responsável: Marlene Zannin
End: Universidade Federal de Santa Catarina - Hospital Universitário
Bairro Trindade - Caixa Postal 5199
CEP: 88.040-970 - Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3721-9535/ 3721-9173 (Tel. CIT)
Atendimento: 0800 643 52 52
Fax: (48) 3721-9083 (CIT)
Site: 
www.cit.sc.gov.br
E-mail: cit@reitoria.ufsc.br

Fortaleza

Centro de Assistência Toxicológica de Fortaleza
Responsável: Sandra Figueiredo
End: Instituto Dr. José Frota
Rua Barão do Rio Branco,1816 - Centro
CEP: 60.025-061 - Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3255-5050 / 3255-5012
Fax: (85) 3255-5048 (CIT)
E-mail: 
ceatox@ijf.ce.gov.br ou sandrafranco@terra.com.br
Centro de Informações e Assistência Toxicológica – HGF
Responsável: José Ambrósio Guimarães
End: Hospital Geral de Fortaleza (HGF) – SESA
Rua Ávila Goulart, 900 – Papicu
CEP: 60155-290 - Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3101-7077
Fax: (85) 3101-3190
E-mail: ciat@hgf.ce.gov.br
E-mail: joseaguimaraes@hgf.ce.gov.br

Goiânia

Centro de Informações Tóxico-Farmacológicas de Goiás 
Responsável: Dilza Diniz Dias
End: Superintendência de Vigilância Sanitária
Av. Anhanguera, 5195- Setor Coimbra
CEP: 74.043-001 - Goiânia/GO
Telefone/Fax: (62) 3291-4350 / 3201-4110 / 3201-4111 / 3201-4149
Atendimento: 0800 646 43 50
E-mail: 
cit@visa.goias.gov.br

João Pessoa 

Centro de Assistência Toxicológica da Paraíba
Responsável: Maria de Fátima Leandro Marques
End: Hospital Universitário Lauro Wanderley
Cidade Universitária - Campus I
CEP: 58.059-900 - João Pessoa/PB
Telefone: (83) 3216-7007/ 0800-7226001
Fax: : (83) 3216-6688
Site: www.ufpb.br/ceatox
E-mail: ceatoxpb@yahoo.com.br

Londrina

Centro de Controle de Intoxicações de Londrina 
Responsável: Dra. Conceição Aparecida Turini
End: Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná - Universidade Estadual de Londrina
Av. Robert Kock, 60 - Vila Operária - Caixa Postal 1611
Cep: 86038-440
Fone: (43) 3371-2244/3371-2668/3371-2669/3325-7409
Fax: (43) 3371-2422
E-mail : 
cci@uel.br

Manaus

Centro de Informações Toxicológicas do Amazonas
Responsável: Taís Freire Galvão
Hospital Universitário Getulio Vargas, Serviço de Farmácia do HUGV
Av. Apurinã, 4 - Praça 14
CEP: 69.020-170 - Manaus/AM
Fone: (92) 3622-1972 / 3621-6502/ 3621-6500/ 0800-7226001
Fax: (92) 3621-6532
Site: 
www.cit.ufam.edu.br
E-mail: cit@ufam.edu.br outais@ufam.edu.br 

Marília
Centro de Atendimento Toxicológico de MaríliaResponsável: Tarciso Machado
End: Rua Aziz Atalah s/nº
CEP: 17.500-000 - Marília/SP
Telefone: (14) 3433-8795 ou (14) 3402-1744 R. 1008
Fax: (14) 3433-1888 e 3422-5457
E-mail: 
mcshadow@terra.com.br

Maringá

Centro de Controle de Intoxicações de MaringáResponsável: Dra. Magda Lucia Felix de Oliveira
End: Hospital Universitário Regional de Maringá
Av. Mandacaru, 1590
CEP: 87.080-000 - Maringá/PR
Telefone: (44) 2101-9100 ou 2101-9127
Fone/Fax: (44) 3262-1131 (Tel. CIT)
E-mail: 
sec-cci@uem.br

Natal

Centro de Informação Toxicológica de Natal 
Responsável: Dra. Maria Margareth Teixeira Gomes
End: Hospital Giselda Trigueiro
Rua Cônego Montes, Nº 110 - Quintas
CEP: 59.035-000 - Natal/RN
Telefone: (84) 3232-9284
Fax: (84) 3232-7909
E-mail: 
cithgt@rn.gov.br

Niterói
Centro de Controle de Intoxicações de Niterói 
Responsável: Ana Cláudia Moraes
End: Hospital Universitário Antonio Pedro
Avenida Marques do Paraná, 303 - Centro
Prédio da emergência do HUAP - 2º andar
CEP: 24.033-900 - Niterói/RJ
Telefone: (21) 2717-0521 / 2717-0148 - R. 4 / (21) 2717-9783 / 2629-9255
Fax: (21) 2717-0521 Ramal 5
E-mail: ccin@huap.uff.br ou ccilgac@vm.uff.br

Porto Alegre 
Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul
Responsável: Alberto Nicolella
End: Rua Domingos Crescêncio, 132
8º andar - Santana
CEP: 90.650-090 - Porto Alegre
Telefone: (51) 2139-9200
Fax: (51) 2139-9201

Atendimento: 0800 721 3000
Site: 
www.cit.rs.gov.br
E-mail: cit@fepps.rs.gov.br

Presidente Prudente 
Centro de Atendimento Toxicológico de Presidente Prudente
Responsável: Dra. Rita de Cássia Bomfim Leitão Higa
End: Hospital Estadual Odilon Antunes de Siqueira
Av. Coronel José Soares Marcondes, 3758 - Jardim Bongiovani
CEP: 19.050-230 - Presidente Prudente/SP
Fone/Fax: (18) 3231.4422
Telefone: (18) 3229-1500/ 3908 3379 (Plantão)
Telefone: (18) 9771-2286/ 3908-4422 (Hospital)
Site: www.unoeste.br/ceatox
E-mail : ceatox@terra.com.br ou higa_r@terra.com.br

Recife
Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco 
Responsável: Dra. Maria Lucineide Porto Amorim
End: Hospital da Restauração - 1º andar
Av. Agamenon Magalhães s/nº - Bairro Derby
CEP: 52.010-040 - Recife/PE
Telefone: 81) 3181-5595
Fax: (81) 3421-5927 / 3423-8263
E-mail: lucineideporto@uol.com.br 

Ribeirão Preto Centro de Controle de Intoxicações de Ribeirão Preto
Responsável: Palmira Cupo
End: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP
Av. Bernardino de Campos, 1000 - Bairro Higienópolis
CEP: 14.015-130 - Ribeirão Preto/SP
Telefone: (16) 3602-1190 (CIT)/(016)3602-1154 (Laboratório) /(16) 3610-1375 (Expediente)
Fax: (16)3610-2299
E-mail: citrp@hcrp.fmrp.usp.br ou pcupo@fmrp.usp.br

Rio de Janeiro 
Centro de Controle de Intoxicações do Rio de Janeiro
Responsável: Roberto Belo Pereira
End: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho

Av. Brigadeiro Trompovski, s/nº
UFRJ - 8º andar, sala E-01- Ilha do Fundão - Cidade Universitária
CEP: 21.941-590 - Rio de Janeiro/RJ
Fone: (21) 2573-3244/ 0800-7226001
Fax: (21) 2573-7079
E-mail: 
intox_rj@hucff.ufrj.br

São Jose do Rio PretoCentro de Assistência Toxicológica de São José do Rio PretoResponsável: Dr. Carlos Alberto Caldeira Mendes
End: Hospital de Base - Fundação Faculdade Regional de Medicina - (FUNFARME)
Av. Brigadeiro Faria Lima, 5416 - Bairro São Pedro
CEP: 15.090-000 - São José do Rio Preto/SP
Telefone:(17) 3201-5000 Ramal 1380 ou 1560
Fax: (17) 3201-5000 R. 1560/ 3201-5175 (direto no Centro)
E-mail: 
ceatox.hbase@famerp.br

São Jose dos CamposCentro de Controle de Intoxicações de São Jose dos CamposResponsável: Otávio Monteiro Becker Júnior
End: Hospital Municipal " Dr. José de Carvalho Florence"
Rua Saigiro Nakamura, 800 - Vila Industrial
CEP: 12.220-280 - São Jose dos Campos/SP
Telefone:(12) 3901-3400 R. 3512 (Tel. Hospital)/ 3901-3509 (Centro)
Fax: (12) 3912-1232
E-mail: 
nhehm@sjc.sp.gov.br

Salvador
Centro de Informações Anti-Veneno da Bahia - CIAVE 
Responsável:Dra. Daisy Schwab Rodrigues
End: Hospital Geral Roberto Santos
Rua direta do Saboeiro, Estrada velha do Saboeiro, s/nº, Cabula
CEP: 41.150-000 - Salvador/BA
Telefone: (71) 3387-3414/387-4343 e 0800 284 43 43
Fax: (71) 3387.3414
Site: http://www.saude.ba.gov.br/ciave/
E-mail: ciave.diretoria@saude.ba.gov.br e ciave.diret@yahoo.com.br

Santos
Centro de Controle de Intoxicações de Santos 
Responsável: Eunice Prieto
End: Hospital Guilherme Álvaro
Rua Dr. Oswaldo Cruz, 197 - Boqueirão sala 134
CEP: 11.045-904 - Santos/SP
Telefone: (13) 3222-2878
Fax: (13) 3222-2654
E-mail: cci.santos@gmail.com

São Paulo
Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo 
Responsável: Darciléa Alves do Amaral
End: Hospital Municipal Dr. Artur Ribeiro de Saboya Av. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, 860 4.º andar - Jabaquara CEP: 04330-020 - São Paulo/SP
Fone/Fax: (11) 5012-2399
CIT Fone: (11) 5012-5311 / 5012-5799 / 5013-54581
Atendimento médico Fone: (11) 5011-5111 Ramais: 250 - Laboratório 251 - Atendimento Médico 252 - Administração 253 e 254
Atendimento: 0800 771 37 33
E-mail: smscci@prefeitura.sp.gov.br
Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Faculdade
de Medicina da Universidade de São Paulo 
Responsável : Anthony Wong
Instituto da Criança, Hospital das Clínicas/ Faculdade de Medicina da USP
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar,647 – 3º andar – Cerqueira César
CEP.: 05403-900 – São Paulo/SP
Fone: (11) 3069-8571 / 3088-7645
Tel / Fax: (11) 3069-8800
Atendimento: 08000-148110
Site: www.ceatox.org.br
e-mail: ceatox@icr.hcnet.usp.br ou usrceatox@icr.hcnet.usp.br
Instituto ButantanResponsável: Francisco Oscar de Siqueira França
Hospital Vital Brazil
Av. Vital Brazil, 1500,
CEP: 055303-900 – São Paulo
Fone (11) 3726-7222 / 3726-79626
Fax: (11) 3726-1505
E-mail: 
hospital@butantan.gov.br ou fosfranca@butantan.gov.br

Taubaté

Centro de Controle de Intoxicações de Taubaté 
Responsável: Ana Claudia Gonçalves Contreira
End: Fundação Universitária de Saúde de Taubaté
Universidade de Taubaté - Hospital Escola
Av. Granadeiro Guimarães, 270 - Centro
CEP: 12.020-130 - Taubaté/SP
Telefone: (12) 3632-6565 (CCI)/ 3621-3800(Ps Municipal)
Fax: (12) 3632-6565
E-mail: 
crisfoglieni@ig.com.br

Teresina

Centro de Informações Toxicológicas - CITOX
Responsável: Vera Lúcia Amaral Galdino Valentim
Rua 19 de Novembro, 1865. Bairro Primavera
CEP: 64002-570 - Teresina/PI
Telefone: (86) 3221-9608 (CITOX) / 0800 280 3661 / 3216-3660 (Vig. Sanitária)
Fax: (86) 3216-3612
E-mail: visapiaui@yahoo.com.br ou visa@saude.pi.gov.br

Vitória
Centro de Atendimento Toxicológico do Espírito Santo (Toxcen-ES) 
Responsável: Dra. Sony de Freitas Itho
End: Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória
Alameda Mary Ubirajara, 205 - Santa Lúcia
CEP: 29.056-030 - Vitória/ES
Fone/Fax: (27) 3137-2400 / 3137-2406
Atendimento: 0800 283 99 04
E-mail: sonytho@terra.com.br ou toxcen@saude.es.gov.br
FONTE; ANVISA
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