Jane Fonda: O terceiro ato da vida (excelente)
2 de fevereiro de 2012
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Workshop para Cuidadores gratuito no HU / USP - São Paulo
1 de fevereiro de 2012
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Do USP Online
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A partir de 1º de fevereiro, estão abertas as inscrições para a segunda edição do Workshop para Cuidadores, que será realizado no dia 24 de março, das 8 horas às 16h30, no anfiteatro do Hospital Universitário (HU) da USP.
Organizado pelo Grupo de Prevenção de Quedas de Idosos do HU, o evento tem o objetivo de orientar cuidadores a identificar e prevenir os fatores de risco que podem causar queda do idoso. A programação completa do Workshop está no site do HU.
O workshop é aberto a qualquer pessoa que seja cuidador. Para participar, o interessado deve se inscrever até o dia 14 de março também no site do HU, onde haverá um formulário para ser preenchido. O hospital enviará por email o boleto de pagamento da inscrição no valor de R$ 30,00. O HU fica na Av. Prof. Lineu Prestes, 2.565, Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações: (11) 3091-9200; site http://www2.hu.usp.br
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Bomba de insulina: eu posso?
30 de janeiro de 2012
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O diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada
por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue.A glicose é a principal
fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias
complicações à saúde, como ataque cardíaco, derrame cerebral, insuficiência
renal, problemas na visão, amputação do pé e lesões de difícil cicatrização,
entre outras.Um estudo apresentado durante audiência pública na Assembléia
Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) mostra que o Brasil está em quinto no
ranking mundial da doença. 7,5 milhões de pessoas com diabetes. O Brasil é o
quinto colocado na lista de países com o maior número de pacientes com
diabetes.A frente do Brasil, estão, em ordem decrescente, no ranking mundial de
incidência em diabetes: Russia, Estados Unidos, China e Índia.
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Quando se fala em bomba de insulina, muita gente logo pensa
em um aparelho capaz de resolver todos os problemas para controlar o diabetes,
é isso mesmo?
Dr. Durval Damiani - Em primeiro lugar, devemos
considerar que a bomba não precisa ser indicada a todas as pessoas com
diabetes, pois é possível manter um bom controle da glicemia sem ela. A bomba é
dispensável, por exemplo, para aquelas pessoas que conseguem controlar a
glicemia sem nenhum problema, apenas fazendo as aplicações de insulina com
seringa ou caneta, além de fazer a monitorização da glicemia com testes
freqüentes e diários.
Já para quem encontra dificuldades em controlar a glicemia,
por diferentes motivos, o uso da bomba é bastante recomendável, pois ela age
como uma ferramenta de administração de insulina precisa e programável durante
as 24 horas do dia. Ou seja, trata-se de um método que funciona de forma muito
semelhante ao pâncreas de uma pessoa sem diabetes.
Quer dizer então que a bomba é indicada só para quem tem
problemas de estabilizar o controle da glicemia?
Dr. Damiani - Não, o sistema pode ser usado também para
quem tem um bom controle. Vamos pensar naquele adolescente que gosta de sair
nas baladas, de passear com os amigos e quer ficar mais à vontade. A bomba
também é recomendável para pessoas que se sentem incomodadas ou constrangidas
em fazer aplicações de insulina com seringas e agulha. Sem dúvida que a bomba
proporciona maior conforto e sensação de liberdade. Mas também, não adianta uma
criança, um rapaz ou uma moça adotar o uso da bomba achando que isso vai
liberar para o consumo desenfreado de doces e alimentos extremamente calóricos.
Precisa ter bom senso, tem que continuar com hábitos saudáveis, pois aí sim o
uso da bomba será bastante proveitoso.
O custo da bomba e dos insumos para seu uso é bastante
elevando atualmente. Qual é a relação custo/benefício que este método pode
proporcionar a quem tem diabetes?
Dr. Damiani - Vamos voltar ao portador de diabetes que
está sempre bem controlado. Neste caso, provavelmente a pessoa não terá
problemas com as complicações do diabetes. Porém, aquele que tem grande
dificuldade de manter a glicemia estável, certamente irá enfrentar tais
complicações, como dificuldades na visão que podem evoluir para cegueira,
problemas renais que exigirão tratamento de hemodiálise, dificuldades para o
sistema circulatório que podem causar amputações e outras conseqüências graves.
Diante desta perspectiva, o custo do tratamento destas complicações é muito
mais caro do que o preço da bomba de insulina de seus insumos. Então, se
levarmos em conta e se o objetivo é ter um melhor controle da glicemia, então
vale a pena investir na bomba, pois este investimento compensará pelo que o
paciente ganhará em qualidade de vida e prevenção das complicações. Ainda assim,
volto a enfatizar que é possível conseguir todos estes benefícios sem a bomba
de insulina, desde que se controle bem a glicemia, com alimentação programada,
tratamento adequado com insulina, atividade física e monitorização freqüente da
glicemia capilar. Logicamente seria impossível colocar bomba de insulina em
todos os portadores de diabetes, pois realmente é um investimento caro.
Qual é o custo médio do tratamento com a bomba?
Dr. Damiani- Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu
que o uso da bomba de insulina representa um custo anual de cerca de 5.700
dólares. Já para as pessoas que fazem o tratamento intensivo com múltiplas
aplicações de insulina usando seringa ou caneta, o custo médio anual fica em
torno de 4 mil dólares, enquanto que o tratamento convencional com uma ou duas
aplicações de insulina por dia custa em média 1.600 dólares por ano. Portanto,
o custo do tratamento com a bomba de insulina é 3 ou 4 vezes mais caro que o
tratamento convencional com uma ou duas aplicações de insulina com seringas ou
canetas.
Qual a sua mensagem final para quem pretende usar a bomba de
insulina?
Dr. Damiani - Acredito que este seja um recurso muito
interessante, mas não é imprescindível ao tratamento do diabetes, pois o
paciente pode ter um bom controle sem o uso deste aparelho. Por outro lado,
mesmo aquele paciente que mantém um bom controle do diabetes e queira usar a
bomba, tudo bem, use-a, pois o método vai simplificar a sua vida.
Para finalizar, o que o Dr. Damiani aconselha a quem já usa
a bomba?
Dr. Damiani - Neste caso, a pessoa precisa continuar se
monitorando direito e jamais deve pensar que a bomba faz tudo sozinha. A bomba
é apenas um aparelho de infusão de insulina e ela só funciona direito se houver
um comandante: a pessoa que a utiliza.
Dr. Durval Damiani, e professor da Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes.
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Uma em cada quatro decisões relacionadas ao idoso no fim da vida precisa ser tomada por terceiros
28 de janeiro de 2012
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Um número significativo de idosos – mais de um em cada quatro – eventualmente precisa de alguém para tomar, no final da vida, as decisões sobre seus cuidados médicos. A informação é de um estudo –Advance Directives and Outcomes of Surrogate Decision Making before Death– publicado no The New England Journal of Medicine.
Segundo a autora da pesquisa, Maria Silveira, da Universidade de Michigan, os resultados ilustram o valor das pessoas registrarem seus desejos em vida e de designarem alguém para tomar as decisões relativas ao seu tratamento médico. Este foi o primeiro registro de quanto os idosos realmente acabam precisando que outros tomem decisões médicas por eles. No estudo, aqueles que declararam suas preferências, em testamentos, ainda em vida, geralmente tiveram o tratamento que eles queriam. Os pesquisadores concluíram que as diretivas antecipadas de vontade – testamentos vitais e procurações para tomada de decisões no fim da vida – são “ferramentas importantes para a prestação de cuidados de acordo com os desejos dos pacientes.”
O uso destas diretivas tem aumentado nos EUA, apesar do debate sobre sua eficácia. Nas duas últimas décadas, alguns hospitais e instituições de saúde já estão orientando o paciente a respeito destas medidas. Em muitos casos, as decisões de saúde – que, geralmente, envolvem o uso de máquinas de respiração ou tubos de alimentação – estão sendo tomadas de maneira conjunta, por idosos e familiares designados por eles mesmos. Durante a realização do estudo, os pesquisadores observaram como os idosos, muitas vezes, chegam a um ponto – geralmente por causa de demência, um derrame ou uma doença debilitante – onde eles não podem mais tomar as suas próprias decisões a respeito de sua saúde. O estudo analisou dados de 3.746 pessoas com 60 ou mais que morreram entre 2000 e 2006. A idade média dos participantes era de 80 anos.
Cerca de 30% deste contingente precisou tomar uma decisão sobre seu tratamento, antes da morte, mas não podia mais fazer isto sozinho. Destes, cerca de dois terços tinham feito uma diretiva antecipada de vontade e contavam com parentes designados para decidir por eles. Depois que a pessoa morreu, os parentes foram entrevistados para saber se os desejos da pessoa foram cumpridos. A maioria relatou que os desejos tinham sido atendidos. Quase todos os pacientes desejavam cuidados paliativos e qualidade de vida no fim da vida, apenas 2% por cento solicitou “cuidados mais agressivos”.
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Caminhadas, verifique qual é o nível mais indicado para você.
26 de janeiro de 2012
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Cada vez é mais frequente a prática da caminhada urbana. No início do dia ou da noite, mais pessoas andam a pé pelas calçadas. Parques e calçadões das praias brasileiras também atraem muita gente para simplesmente andar. Isto é muito bom para a saúde, permite manter a forma e sentir-se bem. Vejo pessoas caminhando de todas as maneiras, passeando ou andando bem rápido.
A caminhada é a atividade física mais democrática que existe: qualquer um pode andar, desde que não tenha restrição de mobilidade ou esteja impossibilitado. É uma atividade boa para crianças, jovens ou idosos, inclusive para integrar todas as idades. O simples caminhar é tido como uma atividade física, mas para a pessoa saber se está praticando o suficiente é preciso levar em conta a intensidade da atividade, determinada por variantes como o trajeto percorrido, a velocidade média alcançada e o tempo despendido, além frequência e, principalmente, se está se sentindo bem.
Continua aqui
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Mitos e verdades sobre as doenças pulmonares
25 de janeiro de 2012
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As doenças respiratórias crônicas são responsáveis por
quatro milhões de mortes todos os anos no mundo. Pesquisa da Organização
Mundial da Saúde (OMS) revela que 300 milhões de pessoas, entre crianças e
idosos, sofrem de asma e 210 milhões de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
(DPOC), que foi apontada como a 6ª causa de mortalidade no mundo e a 5ª no
Brasil. Estima-se que até 2030 essa doença seja a quarta causa de mortes.
As doenças pulmonares crônicas oferecem riscos aos pacientes
e apresentam como principais sintomas tosse, chiado no peito, indisposição,
falta de ar e limitação gradual aos exercícios. Somente no Brasil, 15 milhões
de pessoas são afetadas por asma e cinco milhões apresentam DPOC. “Doenças
crônicas como essas acometem principalmente as vias aéreas, brônquios e pulmão
e podem ter diferentes origens. Entre os pacientes com DPOC, por exemplo, cerca
90% são fumantes, ex-fumantes ou trabalham em ambientes com pó ou gases
tóxicos. No caso da asma, a origem pode ser genética ou desencadeada por um
agravante alérgico, infecção respiratória viral, variações climáticas e
outros”, esclarece o Dr. José Roberto Jardim, pneumologista da UNIFESP –
Universidade do Estado de São Paulo.
A progressão destas doenças crônicas está diretamente
relacionada à dificuldade de diagnóstico preciso e precoce, que define o
tratamento mais efetivo para cada tipo de enfermidade. Ainda há muitos
equívocos e dúvidas sobre a asma, bronquite e a DPOC. As três patologias
possuem convergências nos sintomas, nas causas e nos riscos oferecido aos
pacientes. Por isso, é importante destacar a definição de cada uma delas, seus
sintomas e tratamentos disponíveis atualmente.
Asma
Doença caracterizada pela inflamação eosinofílica crônica
das vias aéreas, desencadeada por alérgenos. Ela determina o seu estreitamento,
causando dificuldade respiratória, e geralmente tem início na infância.
- Tosse seca - principalmente à noite
- Chiado no peito
- Respiração mais rápida
- Falta de ar
- Cansaço físico
- Sensação de aperto ou dor no peito
O foco do tratamento é a inflamação e a redução da exposição
aos fatores desencadeantes para manter a asma sob controle e evitar as crises.
Na terapia está recomendado o uso de anti-inflamatórios inalados associados ou
não aos broncodilatadores.
Traquebronquite
Inflamação dos brônquios, causada geralmente por uma
infecção viral, bacteriana ou reação alérgica a substâncias como fumo, pó,
produtos químicos entre outros.
- Tosse barulhenta com catarro
- Respiração difícil e rápida
- Chiado no peito
- Febre
Alguns médicos recomendam antibióticos, anti-inflamatórios
sistêmicos e medicamentos para aliviar ou reduzir a tosse, tratando as via
aéreas inflamadas e também febre.
DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Normalmente subdiagnosticada, a DPOC ocorre quando há
redução na capacidade respiratória provocada pela inalação de fumaça,
especialmente do cigarro. A bronquite crônica e o enfisema são duas formas de
DPOC. O principal fator de agravamento são as crises, que provocam internações
e aumento da mortalidade.
- Falta de ar
- Limitação gradual às atividades físicas
- Produção excessiva de catarro
- Tosse crônica
- Fraqueza no funcionamento do coração, com o aparecimento de inchaço nos pés e nas pernas
A principal abordagem é a interrupção do tabagismo. As
terapias medicamentosas são focadas principalmente no alívio dos sintomas, com
o uso de broncodilatadores. Nos pacientes que apresentam crises frequentes está
indicado o uso de anti-inflamatórios, como os corticoides e/ou os inibidores da
PDE4.
Procure o seu médico ou serviço de saúde.
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Toda tensão emocional produz uma tensão muscular
23 de janeiro de 2012
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Relação mente/corpo.
O dia a dia nos leva a entrar em contato com vários fatores, como o trânsito, problemas financeiros, profissionais, familiares, doenças, acidentes, correria, insegurança, dificuldades com chefes, colegas de trabalho, filhos, cônjuges, pais, carro quebrado, Marginal parada, etc., vão fazendo com que nosso corpo produza quantidades enormes de Adrenalina.
O organismo entende com a produção de adrenalina que existe um risco eminente, então o prepara para fugir ou atacar. O coração, cérebro, pulmões e os músculos são irrigados com maior quantidade de sangue. Isso para que fiquemos alertas, fortes e com todos os sentidos aguçados, para enfrentar o perigo.
Tudo começa com uma situação de tensão e o organismo precisa se preparar para essa mudança externa. Essa adaptação do organismo chamamos de stress.
O stress só é uma resposta de equilíbrio gerada pelo nosso organismo. A tensão ocorre fora, o stress dentro do organismo. É portanto uma situação normal e saudável, pois mantêm o organismo em equilíbrio com o meio em que vivemos.
Ocorre que a produção de Adrenalina quando é excessiva, devido à cronicidade de exposição ao stress, acaba lesando o organismo, surgindo doenças como hipertensão, úlcera, alergia, medo, sudorese, taquicardia, dor de estômago, falta de apetite, irritabilidade, sensação de canseira constante, insônia, insegurança, etc.
Então percebam que não é o stress em si o problema, mas sim a nossa atitude diante das crises. Atitudes corretas podem servir de tranpolim para o desenvolvimento de inúmeras potencialidades.
Para que isso aconteça temos que estimular:
-o autoconhecimento - relação mente/corpo - liberando raivas, medos, nervosismo, depressão, ampliando a consciência.
-a busca dos fatores que te debilitam e fragilizam para solucioná-los.
-o desapego, a paciência e a tolerância, saber que todos estamos em evolução.
-o relaxamento físico e mental promovendo o equilíbrio.
Algumas Dicas:
-Respire corretamente utilizando o diafragma
-Faça 15 min. de relaxamento todos os dias
-Preocupe-se com sua alimentação
-Faça 30 min. de exercícios físicos diariamente
-Aprenda a dizer não
-Conviva com pessoas alegres e pacientes. O stress é contagioso!
-Todos os dias faça algo que realmente ama fazer.
-Trate os outros como gostaria de ser tratado e viva de bem com a vida!
Fonte: Doutores De Coração Idcor
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