Leitura: " "Coping with Your Difficult Older Parent: A Guide for Stressed-Out Children." - Grace Lebow (Author), Barbara Kane (Author), Irwin Lebow (Contributor)
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"O idoso só se torna uma ameaça à família, se a estrutura familiar já está frágil", analisa o professor Moragas. Por isso, é hora de encarar a fase difícil como um grande aprendizado. Como já dizia o rabino americano Harold Kushner: "se modelarmos uma sociedade em que os idosos sejam queridos e levados a sério, seremos capazes de envelhecermos sem temer esse destino".
A tarefa de ajudar na saúde e no conforto de pai, mãe ou outros parentes de idade avançada e que moram longe parece difícil e desgastante. Mas para quem não abre mão de estar próximo emocionalmente, mesmo a quilômetros de distancia, o trabalho tem suas recompensas.O que vale lá, também se aplica a realidades brasileiras.
E quando for visitar, não deixe de observar o estado físico e emocional do seu parente.
Fonte: Cuidando a distância (em inglês)
longevidade

O que levar em conta na hora de decidir quem vai cuidar dos parentes mais velhos
Um parente doente é caso sério de família. Os cuidados com a saúde de um ente idoso exigem tempo, atenção e, principalmente, dinheiro. A grande dúvida, quase sempre, é entre contratar um profissional ou delegar a tarefa a alguém da própria família.
A enfermeira Neide Aparecida da Rosa, especializada em Gerontologia, ministra cursos para cuidadores de idosos. Ela afirma que a procura por estes cursos tem aumentado. "Com o acesso à tecnologia, as pessoas começaram a abrir os olhos com relação ao envelhecimento. Além da redução de integrantes nas famílias, já que, hoje em dia, pais e filhos trabalham fora, surge também a necessidade de um cuidador capacitado que garanta o bem estar do idoso", explica.
Atualmente, o cuidador deixa de ser um familiar, e dá lugar a profissionais qualificados e direcionados para esses pacientes. De acordo com Neide, na maioria dos casos, a falta de tempo da família é o que faz essa procura por profissionais crescer. "Hoje, o cuidador de idosos está sofrendo uma transformação, está deixando de ser o profissional que faz tudo (limpa casa, cuida das crianças, lava roupa) para focar seus conhecimentos nos mais velhos", explica.
Os idosos que necessitam de cuidados especiais são aqueles que apresentam algumas dificuldades. "As limitações vão desde uma simples dificuldade de caminhar até o desenvolvimento de patologias graves", afirma a enfermeira. E assim, a conscientização da importância do papel do cuidador, por parte da família, é essencial para o bem estar do idoso.
Entretanto, o preço que se paga por esses serviços, ainda é alto. Elizabeth Senne é veterana no assunto. Já cuidou da mãe, da tia e, atualmente, reserva cuidados a uma outra tia. "O custo é alto, com certeza. Minha tia tem quatro empregadas que se revezam entre si. E, além do salário destas profissionais, o gasto com remédios todo mês ajuda a aumentar as despesas mensais" conta.
Para quem não pode contar com o apoio de um profissional, o mais importante é cuidar de sua própria saúde. "No começo, fiquei doente, não entendia porque aquilo estava acontecendo, e não tinha nenhuma paciência. Hoje, não, estou mais tranquila, e aprendendo a lidar melhor com a realidade", relata Elizabeth.
LONGEVIDADE
Cuidar de uma pessoa portadora de *DA pode ser difícil em alguns momentos. Requer principalmente amor, solidariedade e tudo que estas duas palavras englobam: paciência, dedicação e, sobretudo, uma assistência que merece a divisão de tarefas entre os familiares, visto que os cuidados exigem atenção diuturna, gerando grande desgaste físico e emocional para aqueles que lidam diretamente com o portador. Frente à DA e a todos os problemas inerentes a ela, contamos atualmente com uma poderosa arma: a INFORMAÇÃO. Somente com o conhecimento do que é e do que será, teremos condições de enfrentar tão árdua tarefa. Portanto, VAMOS UNIR FORÇAS!! Para facilitar o seu trabalho, selecionamos algumas “dicas” que podem auxiliá-lo no seu dia-a-dia:
* Doença de Alzheimer
• Estabeleça rotinas, mas mantenha a normalidade: uma rotina pode facilitar as atividades que você deverá fazer e, ao mesmo tempo, estruturar um novo sistema de vida. A rotina pode representar segurança para o portador; porém, embora ela possa ajudar, é importante manter a normalidade da vida familiar; procure tratar o portador da mesma forma como o tratava antes da doença;
• Incentive a independência: é necessário que o portador receba estímulos à sua independência. Faça com ele e não por ele, respeite e preserve sua capacidade atual de realizar atividades de vida diária. Supervisione, auxilie e faça por ele apenas quando não houver nenhuma capacidade para execução de determinada tarefa. Isto o ajudará a manter a auto-estima, o respeito próprio e, conseqüentemente, diminuirá a ansiedade do familiar;
• Ajude o portador a manter sua dignidade: lembre-se que a pessoa de quem você cuida é ainda um indivíduo com sentimentos. O que você ou outros familiares fazem ou falam em sua presença pode perturbá-lo. Evite discutir sobre as condições do portador na sua presença;
• Evite confrontos: qualquer tipo de conflito pode causar estresse desnecessário em você e/ou no portador. Evite chamar atenção e mantenha a calma de maneira que a situação não piore. Lembre-se que por mais que pareça proposital, é a doença que ocasiona momentos de agitação, agressividade, etc. NÃO é culpa do portador. Tente identificar qual ou quais fatores podem ser responsáveis pela alteração apresentada e, a partir daí, trabalhe para eliminá-los;
• Faça perguntas simples: mantenha uma conversa simples, sem incluir vários pensamentos, idéias ou escolhas; as perguntas devem possibilitar respostas como “sim” ou “não”; perguntar “você quer laranja?” é melhor do que “que fruta você gostaria de comer?”.
• Mantenha seu senso de humor: procure rir com (e não rir do) o portador de DA. Algumas situações podem parecer engraçadas para você, mas não são para ele. Mantenha um humor saudável e respeitoso, ele ajuda a diminuir o estresse.
• Torne a casa segura: a dificuldade motora e a perda de memória podem aumentar a possibilidade de quedas. Por isso, você deve trazer o máximo de segurança para sua casa: verifique tapetes, mesas de centro, móveis com quina, objetos de decoração, escadas, banheiras, janelas, piscinas, etc.
• Encoraje o exercício e a saúde física: em alguns casos, o exercício físico pode colaborar para que o portador mantenha suas habilidades físicas e mentais por um tempo maior. O exercício apropriado depende da condição de cada pessoa. Consulte o médico para melhores informações.
• Ajude a manter as habilidades pessoais: algumas atividades podem incentivar a dignidade e o respeito próprio, dando propósito e significado à vida. Uma pessoa que antes foi uma dona de casa, um motorista, um professor ou um executivo pode ter maior satisfação usando algumas das habilidades relacionadas ao seu serviço anterior. Lembre-se, entretanto, que a DA é progressiva e os gostos ou habilidades das pessoas acometidas pela doença fatalmente mudarão com o tempo. Conhecer estes detalhes exigirá de você, familiar/cuidador, maior observação para que, dessa forma, seja possível um planejamento de atividades compatíveis com o grau de dependência apresentado pelo portador.
• Mantenha a comunicação: com o avanço da doença, a comunicação entre você e o portador pode tornar-se mais difícil. As seguintes dicas poderão ajudá-lo:
- tenha certeza de que a atenção do portador não está sendo prejudicada por outros fatores;
- fale clara e pausadamente, frente a frente e olhando nos seus olhos;
- demonstre amor através do contato físico;
- preste atenção na linguagem corporal – pessoas que perdem a comunicação verbal, comunicam-se muito com os gestos;
- procure identificar as lembranças ou palavras-chave que podem ajudá-lo a comunicar-se efetivamente com o portador.
• Use artifícios de memória: para alguns portadores, o uso de artifícios de memória pode ajudá-lo a lembrar de ações cotidianas e prevenir confusões como, por exemplo: mostre fotografias dos familiares com seus nomes para ajudá-lo a reconhecer quem é quem no ambiente familiar, coloque placas indicativas nas portas identificando o quarto, o banheiro, etc. Lembre-se, porém, que com o avançar da doença estes artifícios não mais terão o resultado esperado.
LONGEVIDADE
Com a mudança nas características etárias da população brasileira, sobretudo o aumento da população idosa nos últimos anos e as modificações na família brasileira – diminuição dos seus membros, a saída da mulher para o mercado de trabalho e a multiplicação de domicílios chefiados por mulher – tornam este tema cada dia mais importante. No entanto, são ainda poucas as ações de maior impacto, especialmente do poder público, no sentido de criar medidas de apoio concreto aos cuidadores. Até hoje, mesmo em países mais ricos, a maioria dos idosos, cerca de 95%, continua a ser cuidada pela família.
-Poliúria - a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
-Aumento do apetite;
-Alterações visuais;
-Impotência sexual;
-Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
-Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
-Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
-Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
-Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
-Hereditariedade;
Para realizar um comentário é muito simples:
Passo 1: você deve clicar na palavra comentários. Ela se encontra logo abaixo do título do texto, em vermelho. Na imagem 1 você pode ver que o texto chama-se DEZEMBRO e embaixo em vermelho está escrito 5 comentários, é justamente ali que você irá clicar.
Passo 2: Assim que você clicar nesta linha vermelha uma nova “janela” irá se abrir, imagem 2. É exatamente ali que a mensagem será escrita. Fique a vontade e dê sua opinião. Não importa o tamanho dela, o importante é a sua participação. Caso você tenha ficado em dúvida quando ao que escreveu, pode clicar na palavra visualizar, isto quer dizer que seu comentário irá aparecer como se estivesse ido para o ar, mas isso AINDA NÃO ACONTECEU. É como se fosse um teste somente. Neste teste você pode alterar ou corrigir o que quiser.
Passo 3: Agora que você já escreveu seu comentário e ele já está revisado está na hora de colocá-lo no ar. Se você já tiver uma conta cadastrada no Google, provavelmente você já está “logado”, então é só clicar na caixinha laranja (PUBLICAR COMENTÁRIO), imagem 3. Feito isto ele já estará no ar. Caso não tenha a conta, não se preocupe, é só clicar na opção ANÔNIMO, que é a quarta opção (de cima para baixo) que fica logo abaixo da janela onde você escreveu seu comentário e depois clicar na caixa laranja.
A Aids está longe de atingir apenas os jovens. A doença vem sendo registrada de forma surpreendente entre os idosos. Segundo dados do Ministério da Saúde, 2% da população acima de 60 anos são portadores do vírus HIV, o que significa que 5.500 idosos têm a doença.