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Insônia, medicamentos são a única escolha?

31 de maio de 2013 comente


Uma noite, você acorda no meio da madrugada e não consegue fechar os olhos até amanhecer. No dia seguinte, o sufoco se repete. E mais uma vez, até que o cansaço começa a atrapalhar seu rendimento no trabalho e nos estudos. Com pressa de resolver o problema, os remédios para dormir aparecem como solução imediata para o problema e muita gente consome até sem prescrição médica.

Esses medicamentos têm muitos efeitos colaterais e, nem sempre, são a melhor saída. Isso porque a insônia pode ser apenas sintoma de outro problema e o uso de medicação para dormir, sem que a causa esteja esclarecida, encobre ou mascara doenças mais sérias , afirma o psiquiatra Pedro Daniel Katz, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

E os riscos não terminam aí. A possibilidade de dependência desse tipo de droga, alterações no sistema hormonal, perda de memória e até disfunções sexuais são algumas das conseqüências que podem atrapalhar a rotina de quem decide consumir medicamentos para dormir sem orientação.
O especialista Pedro Daniel fala sobre estes e outros perigos e explica por que, muitas vezes, as fórmulas prejudicam o rendimento nas atividades físicas.

O que são os remédios para dormir ? Que reação eles provocam que traz o sono?
Muitos medicamentos, originalmente utilizados para outras finalidades (descongestionantes nasais, antialérgicos, remédios para enjôo e mesmo alguns antidepressivos), são capazes de induzir sono. Mas existem aqueles específicos para induzir o sono, chamados benzodiazepínicos, de ampla utilização hoje em dia e de alto potencial para gerar dependência física. Existem também os mais modernos, chamados não benzodiazepínicos, com menos efeitos colaterais e menor potencial de gerar dependência. Atualmente, no entanto, os estudos da área dedicam-se à melatonina, um hormônio presente no organismo que vem sendo muito estudado e que atua de forma ainda não muito compreendida, provocando o sono.

Esse tipo de remédio causa dependência física?
A dependência física pode ocorrer a partir do terceiro mês de uso consecutivo e se caracteriza por aparecimento de sintomas desagradáveis quando o paciente deixa de usar a medicação. A necessidade de aumentar a dose do remédio para obter efeitos também indica dependência que, quando instalada,pode levar até dois meses para ser superada e o paciente voltar ao sono natural.

Quando o especialista recorre a este tipo de remédio? Ela é trivial ou acontece apenas em último caso?
Existem algumas situações em que estes medicamentos são necessários e úteis, seja em indução anestésica, alguns quadros de ansiedade, privação involuntária de sono e outros. É claro que frente a um relato de dificuldades para dormir ou surgimento de insônia é fundamental que se busquem as causas antes de introduzir qualquer medicação. A situação mais freqüente nos consultórios é a de dificuldade para dormir como um problema secundário.
Uma pessoa que toma esses remédios está proibida de consumir algum tipo de medicação?
Estes remédios são de uso controlado e só devem ser usados mediante prescrição médica, principalmente em pessoas que tenham problemas renais ou doenças do fígado, pois são as vias pelas quais os medicamentos são eliminados do corpo.

Quem toma remédio para controlar hipertensão sofre algum risco extra com o consumo?
Depende do que chamamos de consumo. O uso controlado e acompanhado por médico pode, inclusive, auxiliar na estabilização da pessoa hipertensa se um dos fatores da elevação da pressão for um desencadeante emocional. Já o consumo abusivo e sem controle, pelo contrário, pode desencadear, entre outros efeitos, elevações bruscas e intensas na pressão arterial.

Quais os principais efeitos colaterais destes remédios?
Para os benzodiazepínicos, os efeitos são sonolência no dia seguinte, às vezes com sensação de ressaca, lentidão de reflexos e raciocínio, tonturas, perda relativa de memória e até disfunções sexuais, como a impotência e a falta de lubrificação vaginal. Para os não benzodiazepínicos, os mais modernos, há sensação de boca seca, vertigens, reações alérgicas, sonambulismo, dor de cabeça, náuseas, vômitos e redução do apetite sexual.


Esses remédios interferem no apetite?
Embora boa parte dos chamados benzodiazepínicos seja utilizada também para controle de ansiedade, sabe-se que isto não vale necessariamente para a ansiedade alimentar e, pelo contrário, por deixar a pessoa mais relaxada, também faz co que ela fique mais tolerante aos excessos. Além disso, por serem substâncias que atuam no ciclo sono-vigília, podem interferir nos demais mecanismos de nossa balança hormonal.

Um comprimido para dormir faz efeito?
Os novos medicamentos contêm em sua bula a informação de que se destinam a uso restrito, não necessitando ser usado de forma continuada ou por período prolongado. Relembrando: Insônia pode ser apenas um sintoma e o uso de medicação para dormir sem que a causa esteja esclarecida pode encobrir ou mascarar doenças mais sérias. Um comprimido isolado faz efeito (bom ou ruim). O consumo continuado também pode ser necessário ou prejudicial. Cada situação deve ser avaliada pelo médico.


Fonte: Minha Vida
Dr.Pedro Daniel Katz - psiquiatra

Anemia no Idoso: comum, mas não normal

17 de maio de 2013 comente

Em geral, a doença é assintomática no início.

Diante do aumento certo da expectativa de vida da população, é importante estar atento a uma das doenças mais comuns nos idosos A anemia é uma anomalia caracterizada pela diminuição da concentração da hemoglobina dentro das hemácias e pela redução na quantidade de hemácias no sangue. Isso resulta em uma redução da capacidade do sangue em transportar o oxigênio aos tecidos. 



A hemoglobina, uma proteínas presente nas hemácias, é responsável pelo transporte de oxigênio dos pulmões para os demais órgãos e tecidos e de dióxido de carbono destes para ser eliminado pelo pulmão.

Ao contrário do que muita gente acredita, a anemia no idoso, embora seja um problema comum na população de idosos, não faz parte do envelhecimento normal e pode levar à morte. Ela ocorre em 10 a 15 indivíduos a cada 1.000, portanto, deve-se atentar aos seus sintomas e procurar auxílio médico para o tratamento correto. 
Existem vários tipos de anemia, sendo os mais freqüentes em idosos a anemia de doença crônica, seguida pela deficiência de ferro , por hemorragia e outras, como deficiência por B12, insuficiência renal ou leucemias.É importante ressaltar que a anemia é fator de risco para outras doenças, pois reflete somente o baixo nível de hemoglobina circulante.

PREVENÇÃO
“O idoso pode e deve se prevenir da anemia adotando cuidados diários.

Uma dieta variável e equilibrada com verduras e legumes frescos e proteínas aliada ao controle rigoroso das doenças pode ajudar na prevenção da anemia”, conclui dr. Jaluul.“A anemia nos idosos preocupa por eles já apresentarem menor reserva funcional e, portanto, qualquer situação que exija mais do seu organismo pode levar a prejuízos irreversíveis”, completa o especialista.





Geriatria e Gerontologia

3 de maio de 2013 2 comentários
Respondendo à pergunta de leitores, sobre a diferença entre geriatria e gerontologia.


Geriatria

É a especialidade médica que trata de doença de idoso ou de doentes idosos, mas também se preocupa em prolongar a vida com saúde.
Ao longo da vida a capacidade funcional vai reduzindo e na terceira idade é importante manter a independência e prevenir incapacidades, assim garantindo uma boa qualidade de vida. O processo natural do envelhecimento associado as doenças crônicas e a hábitos de vida inadequados são os responsáveis pela limitação do idoso.
Nesta fase é importante focar sempre na prevenção, pois até o idoso aparentemente saudável requer cuidados.

Objetivos da Geriatria
- manter a saúde em idades avançadas.
- manter a funcionalidade.
- prevenir doenças.
- detectar e tratar precocemente as doenças.
- manter o máximo grau de independência do idoso.

Prevenção de doenças nos idosos
- corrigir os hábitos que agridem a saúde (alimentação não balanceada, inatividade física, obesidades, etc...)
- adequar o ambiente doméstico, diminuindo assim o risco de acidentes como quedas e suas conseqüências.
- estimular a prática de atividades físicas aeróbicas para aumento de resistência, força e flexibilidade.
- equilibrar o estado emocional, ampliando a rede de apoio e suporte ao idoso.

Somos considerados idosos quando atingimos os 60 anos ou mais, porém deve-se aproveitar a ciência geriátrica antes de envelhecermos e antes de estarmos doentes, realizando um “check-up geriátrico” preventivo a partir dos 35 anos de idade.
Prevenir ainda é o melhor !


Gerontologia.

Especialista nas questões ligadas ao envelhecimento,

Antes de mais nada, é preciso esclarecer que esta especialidade não está ligada somente à área da saúde, pelo contrário, está aberta a todas as áreas. Um arquiteto pode se especializar e com isso, trabalhar, por exemplo, a questão da acessibilidade dos idosos nos imóveis. Um advogado, um engenheiro, um dentista, um pedagogo, um psicólogo, um cientista social... todos esses profissionais podem direcionar seu trabalho para as questões ligadas ao envelhecimento.
O profissional desta área está apto a contribuir para que o envelhecimento seja um processo saudável, bem-sucedido, assistido e cuidado. Inclusive orientando a família e a sociedade sobre como lidar com o seu idoso, fazendo intervenções e combatendo preconceitos.

No Brasil, a Gerontologia ainda é um campo bem recente. Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, são cerca de 300 profissionais em todo o País. “Os cursos de Gerontologia são muito recentes. Há cerca de 5 ou 6 anos é que começaram a se efetivar as especializações”, comenta Naira Dutra Lemos, que é assistente social, gerontóloga, mestre em Ciências da Saúde e presidente do departamento de Gerontologia da SBGG - Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - seção São Paulo.

FORMAÇÃO

Atualmente, o único curso de graduação em Gerontologia é oferecido pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), da USP Leste. Mas há cursos de especializações e pós-graduação Lato sensu em outras instituições. É importante ressaltar que a especialização em Gerontologia está aberta para profissionais formados em qualquer área.

Em marcha lenta por Silvia Masc

16 de fevereiro de 2013 8 comentários


Entendimento, é quando um idoso caminha devagar na nossa frente, e a gente mesmo estando com pressa não reclama ( Dicionário Amoroso - Luiz Gonzaga Pinheiro)

Um dia desses observei pai e filha caminhando em uma calçada, e a frente deles uma senhorinha idosa caminhando lentamente. Ao se aproximarem, por parte do pai uma irritação visível com o caminhar vagaroso da senhora, porém por parte da criança a decisão de passar à frente, sem molestar ou ser grosseira. Pensei com os meus botões, tomara ele, possa aprender com a filha, e pensando nisso, me ocorreu de escrever sobre isso.
Normalmente, as pessoas idosas caminham a uma velocidade menor (75%) que um jovem. Isto as coloca em situação de risco, considerando também que nem sempre o trânsito foi planejado para elas, o que é agravado pelos impacientes, tanto nos automóveis quanto nas calçadas; uma verdadeira competição desleal.
A informação se presta, para que tenhamos paciência, com o caminhar vagaroso dos idosos. Em certos casos mais delicados, seria interessante se pudéssemos auxiliá-los a atravessar ruas, subirem nos ônibus, entre outras atividades. Também seriam bom orientá-los com carinho e insistência, sobre a importância de atravessarem na faixa de pedestres, tendo atenção aos faróis (semáforos), alertando-os também sobre a importância de observar se não há carros se aproximando, mesmo estando o sinal de pedestres verde.
Limitar as atividades dos nossos pais ou avós, teria um impacto extremamente negativo sobre a sua saúde e bem estar. A nós familiares seria mais adequado observar a necessidade de acompanhá-los em seus passeios e caminhadas ou na impossibilidade designar alguém para fazê-lo.

abraços,

Silvia Masc

Nota: Nas mulheres um dos fatores que diminui a velocidade no caminhar, é a perda de densidade mineral óssea (BMD) - "Journal of the American Geriatrics Society".
Leitura: O envelhecimento no trânsito - Claudia Aline Soare, Magna Rosane Cruz e Eliéze Bulhões. - Publicado pela Casa do Psicólogo.
Imagem: Aqui

Segunda à esquerda.

25 de setembro de 2010 comente
Imagine essa situação: você está parado no engarrafamento e precisa ir ao banheiro. O que fazer?
Pensando no sufoco que muita gente passa, está sendo vendido no Rio um saco plástico descartável, elaborado com cristais que se transformam em gel quando entram em contato com a urina.
A ausência de sanitários públicos na cidade faz com que muitas pessoas "resolvam o problema" na própria rua e até dentro dos túneis da cidade. Pensando no alívio das necessidades fisiológicas imediatas, a diretora da empresa que fabrica o produto, Fernanda Brites, conta que o 'Toalet descartável', como é conhecido, pode mudar esse mau hábito da cultura do carioca, além de não degradar o meio ambiente.

"Ele pode ser descartado em qualquer lixeira, já que não tem perigo de molhar, nem contaminar o ambiente. O saco também fica lacrado e absorve 98% do odor. Assim, todo mundo pode evitar o constrangimento de ver os homens fazendo xixi na rua e a cidade vai ficar mais limpa," afirma.

Atende a homens e mulheres.

Segundo Fernanda, o produto foi desenvolvido para atender homens e mulheres, independentemente da faixa etária e das condições físicas. Ela mesma confessa que já fez xixi dentro do saquinho e não houve nenhum transtorno. Mas, para as mulheres que se sentem constrangidas, o produto também tem outras finalidades.
"Ele pode ser usado em casos de mal estar, porque absorve o vômito, por crianças quando não conseguem segurar o xixi e por pacientes nos hospitais, já que substitui e reduz o risco de contaminação pelo uso da comadre e do patinho".
Para o taxista Luis Peres, a novidade está despertando a curiosidade da clientela. Ele, que carrega os saquinhos no painel do carro, afirma que tem solucionado vários problemas na hora do ''aperto''.
"Uma vez estava levando um passageiro mais idoso, no Galeão (aeroporto internacional). Ele me disse que estava passando mal, mas conseguiria chegar ao destino sem eu precisar parar o carro. Mas percebi que não daria tempo. Saquei o saquinho e ele fez xixi ali mesmo. Foi bom que não sujou o carro," ri o taxista.

Alívio no mal-estar

O publicitário Ricardo Mello conta que o saquinho livrou sua namorada do constrangimento de passar mal em público.
"Estava num bar com minha namorada e ela começou a passar mal. Lembramos que ela tinha guardado um saquinho na bolsa e usamos.
A advogada Tânia de Castro lembra que usou o saquinho quando estava a bordo de um táxi e passou mal.
"O motorista me cedeu um saquinho. No final, você lacra sem fazer confusão, já que ele vira uma gelatina. É funcional e todo mundo deveria ter dentro do carro", lembra Tânia.

Como comprar

O produto é vendido em drogarias no Rio de Janeiro, se alguém souber de algum outro local fora o Rio, por favor divulgue aqui.
Preço: de R$ 2,90 a R$ 3,90.
Fonte: G1
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Falta de umidade no ar: recomendações para evitar efeitos danosos na saúde

15 de julho de 2010 comente
O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária, tendo em vista os baixos índices de umidade relativa do ar verificado em várias localidades do país durante o período de inverno , divulga uma série de recomendações para evitar efeitos danosos na saúde das pessoas

Nunca é demais lembrar que nos grandes centros urbanos, além da baixa unidade relativa do ar, ainda temos a questão da poluição atmosférica o que pode agravar ainda mais alguns sintomas entre os quais se destacam:

 inflamação das vias aéreas superiores, podendo desencadear sensação de secura e ressecamento da mucosa nasal, sangramento e, obstrução nasal, espirros, dificuldade para respirar, tosse, crises de asma e rinite.
 aumento da possibilidade de ocorrência de conjuntivites alérgicas, com a irritação ocular por ressecamento ressecamento e irritação da pele  sensação de cansaço e falta de ar

Por conta destes problemas o especialista em saúde pública e vigilância sanitária , Rui Dammenhain, recomenda os seguintes cuidados:

 Evite fazer exercícios físicos intensos principalmente em vias de elevado tráfego de veículos;
 Manter hidratação adequada, especialmente em crianças idosos ( cinco à seis copos de água por dia);
 Umidificar o ambiente domiciliar , principalmente o quarto de dormir com o uso de vaporizador, umidificador, recipientes com água, e toalhas úmidas
 Utilizar colírios umidificantes (NUNCA SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA)
 Pingar diariamente cerca de 3 à 4 gotas de soro fisiológico nas narinas
 Usar cremes hidratantes


Fonte: gecom@inbravisa.com.br 
Tel (11)3672.1300


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Quem cala consente a dor

23 de maio de 2010 6 comentários

Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. "Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver", explica Denise a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp.

"O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio", afirma a especialista da Unifesp.


Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.
"É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo", explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. "O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema", explica.

"A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente", explica Denise.
Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. "Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor", explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

-Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse e, a longo prazo, câncer.
-Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
-Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.


Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. "Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida", explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.


Extravasar sim! Magoar não
Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

1.Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. "Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento", diz Denise.

4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. "Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta", explica.

5. Trabalhe sua autoestima: "As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude", afirma Denise.

6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: "só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro".

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Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória

11 de maio de 2010 9 comentários

Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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Vitamina D, a queridinha da ciência, mas...

19 de março de 2010 6 comentários


Ontem, recebi 2 email´s (Sra. Esther e Sr. Paulo) solicitando informações sobre a Vitamina D, em função de uma matéria que eles assistiram na TV, e que falava sobre os "milagres" da vitamina . Confesso que não vi a matéria. Ambos são idosos, estavam preocupados, e indagaram se deviam comprar a vitamina na farmácia.

Gente, não se toma qualquer medicamento, nem mesmo vitaminas, se não forem com orientação médica.

Ela é importante? É sim, mas nem por isso, devemos ingerí-la por conta própria, em excesso o que poderia converter em benefícios, pode trazer riscos para nossa saúde, já que a a vitamina D em excesso é a mais tóxica para o organismo, causando náuseas, vômitos, perda de apetite e depósito de cálcio em tecidos moles. O excesso de cálcio no sangue chama-se hipercalcemia e o depósito de cálcio nos vasos chama-se arterosclerose, logo, se não houver a necessidade e tomarmos por conta própria, estaremos adquirindo um problemão de saúde não?


Portando, Sra Esther e Sr. Paulo, pergunte ao seu médico, conhecendo os seus habitos e seu histórico de saúde, apenas ele poderá indicar a necessidade ou não de Vitaminas, sejam elas quais forem, enquanto não se consultam, procurem ingerir alimentos saudáveis, não deixem de praticar exercícios e tomem um solzinho pela manhã.

abraços para ambos,





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Sobre o excelente post da Cristiane Fetter (anterior a esse)

3 de março de 2010 21 comentários
Post da Cristiane

O que tenho observado, é que algumas pessoas temem com tanta ênfase o envelhecimento, que se afastam das pessoas idosas, já que acompanhar ao processo de outro, ficaria mais difícil "negar" que não existe.

Já tive a oportunidade de conversar com uma leitora do nosso blog de receitas, onde lá ela comenta com uma certa constância, e por ser uma pessoa que eu sei ter quase 60 anos, me causava estranheza,nunca comentar no Longevidade, falamos no MSN,e eu perguntei a razão, ela então me disse:

- Não gosto de assuntos sobre velhice, prefiro ver blogs de jardinagem, de poesia e culinária.
Eu bem chatinha insisti - Mas, você lê sobre o assunto em relação as suas necessidades futuras e mudanças físicas e emocionais?
Ela foi categórica:
- Não, são dois assuntos que me nego, velhice e morte.
Diante dessa resposta, perguntei como estava o tempo no seu bairro.

Entendo, que não é necessário que todos nós tenhamos um blog sobre geriatria, gerontologia e afins, porém a condição da velhice é clara quando olhamos para os nossos pais e mais evidente fica, que virá para nós, aliás torço para que venha, porque viver é uma delícia, e viver bem, é muito melhor.

Meus pais, são absolutamente independente dos filhos, mas quando começamos a perceber os sinais do envelhecimento de ambos, passamos a acompanhá-los.
São telefonemas diários, apoio e se percebemos um tom melancólico em um deles, corremos pra lá, conversamos após as consultas com os profissionais de saúde que os atendem, na casa deles, com jeitinho, tiramos tapetes, sugerimos mudança da disposição dos móveis, somos nós os filhos que fazemos as ligações aos "famosos" serviços 0800 e por aí vai, são medidas pequenas, que para nós não é nada, mas que para eles faz uma enorme diferença.

Já entendi que não é a melhor idade, mas depende de nós fazermos com que não seja a pior, já que estamos maduros, experientes e hoje bem mais informados.

Para a nossa confortável velhice, do ponto de vista físico, sabemos que se não nos alimentarmos corretamente e não nos exercitarmos, nos tornaremos obesos, hipertensos, indispostos e adoeceremos. Se não exercitarmos a mente, teremos uma falha de memória precoce. Se não tivermos vida social ativa, nos tornaremos idosos sós, e rabugentos.

Observando essas questões, creio que estamos plantando boas sementes para a nossa Longevidade, com saúde, bem estar e principalmente bem humorados.

Quero poder dizer aos 80 como diz meu pai hoje, aos 80:
- Eu não sou velho, sou apenas idoso, e não apenas diz, vive o que diz.

E agora, pra relaxar conta pra gente, se você estivesse na Estação Central de Trens da Antuérpia, no momento que aconteceu esse vídeo, qual seria a sua reação?
abraços,



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A incidência de insônia e de distúrbios do sono aumenta durante o verão.

17 de fevereiro de 2010 6 comentários
A dificuldade em pegar no sono em noites mais quentes durante o verão é normal. Temperaturas mais elevada causa no organismo uma reação que mantém as pessoas despertas. Normalmente, o corpo resfria cerca de um grau na primeira fase do sono, antes de dormir. E o calor atrapalha esta tendência natural. Trata-se de uma dilatação das artérias que leva a uma reação no sistema nervoso autônomo.

Algumas medidas que podem aliviar o calor

- deixar os pés descobertos, as janelas abertas
- tomar um banho morno ou ligeiramente frio
- ar condicionado climatizado (cuidando para manter o ambiente umidificado, com uma bacia ou um copo com água, por exemplo)
- resfriar o ambiente e não congelar cuidado com a temperatura muito baixa e com a limpeza dos equipamentos.

Quem tiver uma nova e boa idéia, por favor, conte pra todos nos comentários.


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A hora de rearrumar a estrutura familiar para dar conta dos idosos em casa

29 de janeiro de 2010 2 comentários
Longevidade
Pode vir de surpresa ou não. Mas quando os idosos adoecem, ou se tornam dependentes, alguém terá de assumir os cuidados.

Filhos atarefados e envolvidos com sua própria rotina têm de lidar com a nova situação que implica, ainda, em assustadoras despesas médicas. Quanto mais cedo à família pensar no assunto, menos sofrimento.

Lidar com os pais idosos ainda é uma surpresa e grande dificuldade para muitos. Uma das razões está relacionada com o repentino aumento da expectativa de vida. Recentemente se percebeu que a perspectiva de envelhecimento da população brasileira estava crescendo em proporções assustadoras, e nós não nos preparamos para cuidar dos idosos.

É difícil para todos. Portanto, não se sinta culpado se não sabe lidar com a dependência dos pais. "Ninguém quer pensar que nossos pais estão envelhecendo ou morrendo, porque então não haverá nada entre nós e a morte", escreve a jornalista americana Beth Witrogen Mc Leod, autora de "Caregiving: The Spiritual Journey of Love, Loss and Renewal" (em tradução livre, "Cuidados: uma jornada espiritual de amor, perda e renovação", não disponível em português).

Além do medo do próprio envelhecimento, imaginar que o parente mais velho se aproxima da morte também gera muita ansiedade e frustração. "O ideal é não pensar em perdas, nem antecipar a morte de ninguém. A pessoa pode estar mal e viver mais trinta anos", diz o psicólogo Renato Veras, coordenador da Unati - UERJ.

Nesses momentos difíceis, são muitos os medos irracionais e é preciso descobri-los dentro de si mesmo para conseguir encarar a responsabilidade. "Quem está à volta com o pai ou a mãe doente, normalmente, não compreende que o problema do idoso é resultado de uma longa história construída. E que ele próprio faz parte daquela história", afirma a sub-coordenadora da Unati, Célia Caldas. "O idoso somos nós mesmos, o nosso futuro", diz.

Por isso, "a família tem que assumir a responsabilidade como um problema dela, e não do outro. Somos nós que estamos envelhecendo e não assumimos isso ainda", conclui. O sociólogo e gerontólogo Ricardo Moragas, professor e pesquisador da Universidade de Barcelona concorda. "Sem querer generalizar, o que o ancião precisa é, normalmente, a soma do que os filhos e netos sentem falta", completa.

Necessidades que não são apenas de natureza financeira ou material, como atendimento médico e remédios, mas também de natureza socio-espiritual. "Pode-se estabelecer um médico de família por metro quadrado que, sozinho, não resolverá o problema do idoso", afirma categórica, Célia Caldas.

Lisa Berkman, professora catedrática do departamento de saúde e de comportamento social da Escola de Saúde Pública de Harvard fala sobre a necessidade do idoso não apenas de receber, mas também de poder participar da vida em família. "O que geralmente faz com que as pessoas idosas sigam em frente é o fato de elas serem capazes de dar, não apenas de receber", explica, no livro Amor e Sobrevivência, de Dean Ornish (Editora Rocco).

Dessa forma, elas são capazes de sentir ainda mais seus verdadeiros valores. "Por isso, os netos são tão importantes", afirma. Dar e receber são preceitos que valem não só para o idoso. "É preciso vencer o preconceito com a velhice e se conscientizar da necessidade de retribuir tudo o que se recebeu dos pais", diz Renato Veras.

"O idoso só se torna uma ameaça à família, se a estrutura familiar já está frágil", analisa o professor Moragas. Por isso, é hora de encarar a fase difícil como um grande aprendizado. Como já dizia o rabino americano Harold Kushner: "se modelarmos uma sociedade em que os idosos sejam queridos e levados a sério, seremos capazes de envelhecermos sem temer esse destino".

Maisde50


Longevidade

Insônia: causas e tratamento

26 de janeiro de 2010 2 comentários



Apesar de a maioria precisar dormir de sete a oito horas para acordar bem disposta, o tempo tido como ideal para um sono reparador varia de uma pessoa para outra. A sensação de sono inadequado que acompanha os insones e as consequências para o dia a dia destes indivíduos são dois aspectos importantes deste distúrbio do sono. No Pode Ter Saúde, a insônia é o tema da entrevista com o Dr. Flávio Alóe, médico neurologista do Centro Interdepartamental para os Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. No programa, o especialista explica as causas, sintomas e formas de tratamento da insônia e também esclarece o que é a polissonografia.

Para ouví-lo, clique aqui


Vocês sabiam que é possível visitar o rico museu do Iraque pela internet? Clica aqui
Reinicio das palestras sobre Alzeheimer e doenças similares clica aqui
Uso excessivo de ar condicionado pode ser "vilão da saúde" clica aqui
O Grão de bico vale ouro e eu nem sabia, e você? clica aqui



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Universidade do idoso: a terceira idade saudável, em São Paulo - USP -Grátis

19 de janeiro de 2010 1 comentário


A Universidade Aberta para o Envelhecimento Saudável - Unapes, da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP, abre inscrições no dia 2 de fevereiro para oficinas de Alimentação Saudável, Técnicas de Dinâmicas em Grupo, Consciência Social e Cidadania, Atividade Física, Dança e Expressão Corporal, Introdução à Informática e Atividades Extra–Curriculares.
A participação é gratuita.


Direcionada a pessoas com mais de 60 anos de idade, as oficinas terão início no dia 1 de março.
A programação é semestral e as vagas limitadas.
Informações pelos telefones: (11) 3069-8021 e (11) 3069-6639.

A meta da Unapes é fazer do espaço um ambiente favorável de promoção do envelhecimento saudável e de formação de multiplicadores de opinião para estimular ações de cidadania e inclusão social.

A Unapes funciona à Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155, dependências do Prédio dos Ambulatórios, próximo à Estação do Metrô Clínicas, São Paulo.



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Colocando o cérebro pra malhar.

15 de janeiro de 2010 8 comentários
Saber que precisamos fazer exercícios diários para cuidar do corpo é um fato, mas é importante lembrar que o nosso cérebro também precisa de "ginástica", algumas podemos fazer com aparelhos, como jogar um vídeogame, um jogo no computador, fazer uma palavra cruzada, um caça palavras, ler um livro, mas, é possível fazer exercícios mentais sem nenhum aparato e a qualquer hora.

Quantos de nós mesmo os mais jovens, quando vão arrumar a mesa, ou até mesmo uma simples bandeja de café, esquecem algum ítem?

Um bom exercício mental, é por exemplo lembrar dos ítens que podem e devem compor uma bandeja de cafézinho, até para não ter que deixar a visita sozinha na sala para ir buscar o que faltou, concordam que as vezes esses esquecimentos podem acontecer com até mais de um ítem ? E para quem acha que são poucos ...












Outro exercício interessante, é lembrar os elementos que compõe uma obra de arte que você gosta e depois ir conferir.



Lembrar preços dos ítens do supermercado ao fazer a lista, também coloca o cérebro em ação, fazer o tipo desligado "nem sei quanto custa um litro de leite",
não combina com o idoso ativo de hoje.




Memorizar os ingredientes do seu almoço ou jantar, bem como memorizar os aromas dos alimentos, também é um exercício e aquela máxima do "nem sei o que almoçei hoje" é coisa do passado.





Ah, já ia me esquecendo... que um outro bom exercício é sempre que atender o telefone, procurar reconhecer a voz do interlocutor.

Brincadeiras à parte, o envelhecimento é inevitável, mas é possível termos longevidade ativa, com alegria, saúde e principalmente bom humor, e vamos malhar pessoal.

E falando em saúde, a Cristiane Fetter do Blog TÔ DOIDA nos dá lá na Molly, a resposta para a pergunta: Por que Fritura é tão gostoso? Muito interessante, vale conferir.


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No período de temperaturas elevadas, aumenta o risco de contrair hepatite A

10 de novembro de 2009 comente
LONGEVIDADE

A hepatologista Suzane Kioko Ono-Nita, do Serviço de Gastroenterologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, alerta para o aumento dos riscos das pessoas contraírem hepatite A, doença altamente contagiosa, cuja transmissão ocorre, na maioria dos casos, pela ingestão de água ou alimentos contaminados com o vírus. Segundo a médica, com enchentes aumentam o risco de contaminação de rios, lagos, piscinas e mar com água de esgoto.

O consumo de alimentos e de líquidos de procedência desconhecida, comercializados em parques, ruas e praias e o consumo de frutos do mar cru ou mal cozido provenientes de regiões com baixa taxa de saneamento também são formas de contrair a doença, explica a médica.


A hepatite A acomete 1,4 milhões de pessoas a cada ano, em todo o mundo, segundo informações da assessoria do Hospital das Clínicas-SP. A transmissão é via fecal-oral, ou seja, o vírus eliminado nas fezes chega à boca pela falta de lavagem das mãos da pessoa infectada.


Prevenção

A hepatite A tem como medidas de prevenção os cuidados com a higiene pessoal:

Intensificar os cuidados com a higiene pessoal - como lavar as mãos após ir ao banheiro, ao preparar alimentos e antes das refeições
Beber água tratada e lavar e desinfetar alimentos, frutos do mar, frutas e verduras, antes de serem consumidos crus.
LONGEVIDADE

Conheça a capital da longevidade em São Paulo

19 de setembro de 2009 1 comentário
LONGEVIDADE

Em Oscar Bressane, atividades e atendimentos de saúde são acessíveis aos idosos. Parque da capital paulista oferece aparelhos especiais para quem precisar recuperar os movimentos.

O tempo passa para todo mundo. Uma viagem que ninguém sabe onde vai dar. Sérgio Barghetti, de 69 anos, e a Áurea Rosset Barghetti, de 63, embarcaram há muito tempo. Já viveram bem mais do que a maioria neste vagão. Uma vida exposta a tudo aquilo que, dizem, "faz mal": poluição, estresse, excesso de trabalho. E chegaram aos dias de hoje ainda cheios de energia. Eles têm agilidade, indispensável em uma cidade como São Paulo. "Você não deve dizer que não pode. Vai fazendo", diz ele.

Quem vê seu Sérgio nem imagina que ele teve três isquemias e um derrame que afetou os movimentos do lado esquerdo do corpo há dez anos. Depois, vieram os sintomas da Doença de Parkinson. Mas ele não se entrega.

Ele se cuida e melhorou bastante por causa disso. É bom para ele e para mim também. Antes, ele era mais dependente. Hoje, se vira: dirige, sai, faz tudo", conta dona Áurea.

"Acho que deveríamos aprender a administrar o tempo", aconselha seu Sérgio.

Tempo para cuidar da saúde, fazer exercício físico.

Eu percebi que quando levanto e ando fico o dia inteiro excelente. Se eu não ando, a dor começa", conta seu Sérgio.

Continua aqui

Fonte: Globo Reporter


Longevidade

Crises que chegam nos dias frios.

21 de maio de 2009 1 comentário



Nos dias frios é comum: espirros, nariz entupido, coriza, dor de cabeça, coceira no nariz e no céu da boca podem indicar crise respiratória. Mas, por ter sintomas parecidos a rinite alérgica, pode ser confundida com gripe e resfriado, causando prejuízos para quem sofre do problema.

“Resfriado e gripe são causados por vírus. O primeiro dura até uma semana, enquanto a gripe pode permanecer por 15 dias. Os sintomas são parecidos, mas a rinite é um processo inflamatório da mucosa nasal decorrente de reação a alérgenos”

“Os alérgenos mais comuns são ácaros, pelos, urina e fezes de animais domésticos. Cheiro de perfumes, cigarro, produtos de limpeza, tintas e fumaça também irritam as vias aéreas e agravam a inflamação e os sintomas”.


CONTROLE O AMBIENTE

  • Não use tapetes, cortinas e carpetes. Acumulam poeira, que é onde estão os ácaros.
  • Faça a limpeza com panos úmidos, pois vassouras e espanadores só espalham a poeira.
  • Não use travesseiros de penas e cobertores de lã. Substitua por material sintético.
  • Travesseiros e colchões devem ser protegidos por capas impermeáveis.
  • Deixe o ambiente bem ventilado para evitar a proliferação de fungos (mofo ou bolor).
  • Evite odores fortes como perfumes, cigarros, produtos de limpeza, tintas e inseticidas.

Inês Camelo Nunes - Alergista

Escola Paulista de Medicina da Unifesp.

Vantagens de usar o tempo livre para estudar um idioma diferente

20 de maio de 2009 1 comentário

Aprender um novo idioma é coisa de adolescente? Puro preconceito. A turma que está chegando aos 50 começa a lotar as salas de aula dos cursos de idiomas. Vale tudo: inglês, francês, alemão, espanhol, japonês ou russo. Em turmas exclusivas, ou no meio da garotada, a ordem é estudar. Dar os primeiros passos, treinar a pronúncia ou relembrar a gramática. E, de quebra, conhecer gente nova de todas as idades.

Os médicos já comprovaram e quem leva a máxima ao pé-da-letra atesta: mente ativa retarda o envelhecimento.

Uma turma heterogênea não é problema para quem pretende aprender e tem medo de ficar para traz. "A dificuldade de aprendizado varia de pessoa para pessoa, não de idade", conta Piera Tiboni, 54 anos, ex-aluna e hoje professora do curso de italiano da Faculdade Aberta para Terceira Idade Costa Braga, em São Paulo.

Piera desenvolveu um método todo especial para seus alunos, que vão de 50 a 80 anos, no qual a memorização ocorre através de brincadeiras e aulas práticas. "Saímos da sala de aula para conhecer outros ambientes, fazemos compras, visitamos parques, tudo para enriquecer o vocabulário de forma criativa". Segundo ela, o idoso e o jovem têm as mesmas dificuldades, a diferença está na capacidade do jovem de reter mais informação.


Superada a fase da insegurança, é possível perceber os benefícios. Nos cursos de idiomas o mais exercitado é a memória, mantendo o cérebro em constante atividade. Ponto para um envelhecimento mais saudável. E para as mulheres, Daise dá a dica: "A cabeça da mulher, depois que entra na menopausa, fica muito ruim. Distrair a mente aprendendo coisas novas é o melhor remédio", sentencia Piera.

Outra vantagem está na criação de novos horizontes. "As pessoas descobrem que estão vivas, começam a trabalhar em benefício próprio".

Seja qual for o objetivo final, aprender uma segunda língua, em qualquer idade, abre os horizontes e cria novas expectativas.


Saiba por que às vezes o seu intestino e o seu estômago saem dos eixos. Parte 3 de 3

14 de maio de 2009 2 comentários




Mesmo comendo alimentos saudáveis, frescos e nutritivos, posso estar malnutrida? Sim, se você tiver algum distúrbio que afete a absorção de nutrientes. Assim, até a refeição mais equilibrada ou um jantar dos deuses podem ir por água baixo. Outra possibilidade: você não balancear os alimentos, que devem ser consumidos na quantidade certa para gerar os nutrientes necessários aos seus gastos. E finalmente, se você caprichar nos ingredientes e chutar o balde na hora do preparo: mergulhar as folhas da salada ou o peixe supersaudável em molhos pra lá de gordurosos. Tudo isso interfere na qualidade da sua nutrição

Com o passar dos anos, diminui a capacidade digestiva? Há um declínio no volume de certas enzimas a partir dos 45 anos, o que afetaria a absorção de nutrientes, em especial a vitamina B12 nos idosos. “Mas nem sempre isso acarreta perda da capacidade digestiva”, diz Carlos Mott. “O aparelho gastrointestinal tem mais do que o necessário: podemos viver com metade do pâncreas, do fígado. A reserva é grande.” Com o passar do tempo, porém, aumenta a incidência de tumores que atingem esse sistema, como o câncer colorretal, o terceiro mais frequente nas brasileiras.

Para que servem, afinal, os probióticos? Cerca de 400 espécies de micro-organismos residem no cólon, formando a flora bacteriana. Essas criaturas reduzem a acidez, aliviam a prisão de ventre, aumentam a absorção de minerais e a produção de vitaminas e fortalecem nossas defesas, impedindo o ataque das bactérias causadoras de doenças. Lactobacilos e bifidobactérias são exemplos dessa turma do bem. Mas a colônia diminui quando você toma antibiótico para tratar uma garganta inflamada, por exemplo. Além de matar a bactéria do mal que talvez cause sua amigdalite, o remédio pode arrasar com a parcela benéfica. Diarreias e alterações no aparelho digestivo proporcionam o mesmo efeito negativo. Nesses casos, os encrenqueiros saem do órgão e atacam a vizinhança, provocando infecções urinárias e vaginais. Um potinho de iogurte enriquecido com probióticos garante que os efeitos do produto sejam contínuos e que um estoque de bactérias benéficas se forme no seu organismo. Mas para funcionar é preciso escolher o tipo certo. O iogurte pode ser má opção para quem tem intolerância ao leite.

É possível diminuir o estômago sem cirurgia? Não. O estômago comporta 50 mililitros (3 ½ colheres de sopa) quando vazio. Sua mucosa, no entanto, possui pregas que se expandem e acomodam duas xícaras de alimento. Pense nele como em qualquer outro músculo. Se todo dia você come mais, seu limite aumenta — o oposto é verdadeiro. Coma menos e você se sentirá saciada mais depressa.


Prof. Dr. Carlos de Barros Mott - Faculdade de Medicina da USP - gastroenterologista.