“O sono é só a ponta do iceberg de uma transformação geral causada pelo aumento da temperatura corporal em horário diferente do habitual e pela secreção do hormônio cortisol na corrente sangüínea. É como se o corpo ainda não estivesse pronto para acordar e isso causa sonolência, falta de energia, problemas de atenção e desconforto”, diz.
Para amenizar a sensação de desconforto, Pedrazzoli recomenda a exposição à luz do sol pela manhã por pelo menos meia hora, manter a alimentação em horários regulares e adiantados de acordo com o novo horário e não se expor à luz intensa durante a noite. “Outra dica importante é evitar consumir café, refrigerante e bebidas alcoólicas perto da hora de dormir”, afirma.
Em média, o organismo demora uma semana para se adaptar completamente à nova rotina, mas há casos de pessoas que não chegam a se adaptar. Segundo o especialista, as crianças são as que menos sentem com o horário de verão e os idosos sofrem mais com a medida.
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