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Comer comida salgada, não é programa de índio.

11 de fevereiro de 2010 2 comentários
Os índios yanomamis, que raramente incluem sal em sua dieta, não são portadores de hipertensão e, mesmo quando envelhecem, não há aumento da pressão arterial, enquanto nos Estados Unidos a redução de 3 gramas no consumo diário de sal evitaria entre 60 e 120 mil casos anuais de doença coronária.
Esses estudos, o primeiro antigo, feito por pesquisadores brasileiros, e o segundo recém-publicado pelo “New England Journal of Medicine” foram citados pelo professor Joel C. Heimann, da Faculdade de Medicina da USP, para justificar a campanha pela redução do uso do sal, uma das prioridades da Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC.

Heimann, da cadeira de “Clínica Médica” da USP, foi convocado pelo diretor de Promoção à Saúde Cardiovascular da SBC, Dikran Armaganijan, para se engajar na campanha cujo objetivo final é reduzir o consumo “per capita” de sal para no máximo seis gramas por dia por pessoa.

Dikran explica que o consumo de sal é elevado não apenas no Brasil, mas também em outras regiões do mundo, tanto que em Nova York, a própria Prefeitura iniciou uma campanha para reduzir o consumo de sal. O problema, diz ele, é que o sal de sódio aumenta a pressão arterial e essa hipertensão pode levar tanto ao infarto como ao acidente vascular cerebral, e a doenças renais. As necessidades orgânicas de sal são inferiores às comumente ingeridas, diariamente pela população.

O abuso do sal é muito antigo, já que o produto era usado para preservar alimentos numa época em que não havia geladeiras nem conservantes. Era usado para o pagamento dos soldados na Roma antiga, tanto que do sal deriva o nome de salário, usado até hoje. Atualmente, porém, diz o professor Heimann, há sucedâneos do sal que contém pouco ou nenhum sódio, substituindo tal sal por potássio, que não provoca hipertensão, e certos temperos como pimenta, cebola, cebolinha e alho melhoram o sabor dos alimentos, sem os inconvenientes do sal de cozinha.

Ainda segundo Dikran, o excesso de sal é um dos responsáveis pelo alto número de mortes decorrentes de doenças cardíacas, que causam 315 mil óbitos por ano no Brasil. Para ele, o principal problema são os alimentos industrializados e de cadeias de “fast food”, que contém sal em excesso. Se for possível conscientizar as indústrias que produzem embutidos, as churrascarias e até mesmo os fabricantes de biscoitos e de pizzas pré-assadas de que podem reduzir a quantidade de sal sem afetar o paladar e o sabor dos alimentos, um número muito grande de pessoas deixará de morrer do coração, pois hoje 25% dos adultos brasileiros têm hipertensão arterial, sendo que, grande parte ignora a existência da doença e, mesmo parte dos que sabem, não usam medicamentos para controlar a pressão.

Dica: Temperos que substituem plenamente o excesso de sal.

Antioxidantes naturais O poder medicinal das ervas aromáticas e especiarias


Fonte: Segs
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2 comentários:

Chica disse...

Um puxão de orelhas pra mim...Adoro sal e acrescento em tudo...Faço com pouco pra cuidar da alimentação do meu marido e no meuprato acrescwento...Pode???beijos,chica

Silvia Masc disse...

Chica querida, levar saleiro à mesa, é comprovado que é um crime contra a sua saúde. A sugestão para substituição, é usar temperinhos diversos, eu há 1 ano, estou comendo praticamente sem sal, aí capricho nos temperos,meu filho que é jovenzinho, e os tais são chegados em um sal, curtiu o novo hábito, e quando comemos fora, estranha, e olha que agradar essa moçada é difícil...rs

Quando puder, dê uma olhadinha nesse link, vários temperos e aonde devem e podem ser usados: http://acasadamolly.blogspot.com/search/label/*Misturas%20Especiais*%20eTemperos

beijinho

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