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Manter a saúde mental, é manter o organismo livre de doenças

29 de março de 2010 8 comentários
Atualmente, uma das doenças neurodegenerativas mais comuns entre a população idosa é o mal de Alzheimer.

Para o geriatra e fundador da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), Norton Sayeg, nem todo declínio é sinal da doença. Por isso, o diagnóstico correto é o primeiro e mais importante passo para o tratamento.


“Manter a saúde mental é manter o organismo livre de doenças, pois muitas delas alteram o desempenho intelectual do paciente, como a depressão, por exemplo. Um dos sintomas da depressão é a perda de memória, o que muitos acabam confundindo com o Alzheimer. Além disso, medicamentos calmantes conhecidos como hipnóticos, afetam diretamente a memória. Remédios para a pressão mal controlados e anemias também pode acarretar em perdas cognitivas. Ao diagnosticar o Alzheimer é preciso excluir uma série de possibilidades para se chegar numa resposta correta”, explica o geriatra Charles Andre.


Diante das controvésias, há pelo menos um consenso animador. É possível, sim, retardar os danos e manter a saúde mental. E a garantia é o cuidado que cada um terá ao longo da vida tanto com o corpo quanto em exercitar a mente.

“Qualquer coisa que seja interessante e prazeroso é sempre muito bom, principalmente para o cérebro. Se você gosta de idiomas, aprenda todas as línguas. Isso representará uma sanidade que você pode ir mantendo. Atividades sociais também são importantes, pois envolvem desafios cognitivos, como por exemplo, escolher uma roupa para se apresentar para o grupo, conversar sobre diversos temas com os amigos. Além disso, atividades físicas, em especial, as que ocorrem em grupo, fazem muito bem à mente”.

É possível tornar a mente mais ágil e forte à medida que o cérebro envelhece? O consenso existe: é possível manter a saúde mental por um longo tempo.


Nota: Segundo a Alzheimer’s Drug Discovery Foundation (ADDF), entidade pública de pesquisa sobre a doença, 18 milhões de casos têm sido relatados em todo o mundo hoje. Em 2025, o número de casos deverá quase dobrar, chegando a 34 milhões.

-Dr. Elkhonon Goldberg, autor do livro O Paradoxo da Sabedoria e professor de Neurologia da Faculdade de Medicina de Nova Iorque
- Charles Andre - neurolologista do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia .

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

8 comentários:

Chica disse...

São pequenos cuidados que podem dar grandes resultados.beijos,chica

*Isis* disse...

Silvia amiga,
Esse texto vou te contar viu? Me deixou por dentro de muita coisa. Meu pai teve Alzheimer, e eu sofri muito por causa disso. Você não sabe o que fazer numa hora dessas, principalmente quando de filha você passa a ser mãe do seu pai.
Uma correria dolorosa em cima disso e aqui lendo esse artigo me recordo que eu invetava todos os tipos de passeios conversas, brincadeiras, e ele melhorava, mas haviam dias que nada resolvia e ele só dormia quando eu lhe punha no meu braço e fazia como se ele fosse um baby, então ele ficava quietinho e nós dois conseguiamos dormir um pouco.
Difícil viu amiga?
Amei esse texto.
Beijo.

Heloísa disse...

Silvia,
Eu quero muito acreditar nessas conclusões.
Por outro lado, tenho dúvidas quando fico sabendo de pessoas relativamente "jovens", atuantes, ainda usando toda sua capacidade mental e que, de repente, são acometidas por esse mal tão devastador.
Beijos.

Leci Irene disse...

Realmente é um texto esclarecedor. Melhor ainda - dá dicas para a gente evitar este mal.

welze disse...

temas sempre importantes e oportunos é o que vejo sempre que por aqui apareço. Adoro fazer palavras cruzadas e sei que esse é tb um bom passatempo para ter a mente ocupada . boa semana

Lu Souza Brito disse...

Nossa Silvia, um crescimento desse em tão pouco tempo, meu Deus! Temos mesmo que cuidar da saude mental, senão...

Beth/Lilás disse...

Ah, também sinto muito medo de enfrentar esta doença em minha família e torço para que os cientistas descubram novas possibilidades para a mesma.
bjs cariocas

Beth/Lilás disse...

Ah, também sinto muito medo de enfrentar esta doença em minha família e torço para que os cientistas descubram novas possibilidades para a mesma.
bjs cariocas

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