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Tire suas dúvidas, sobre doação de órgãos

27 de setembro de 2010 1 comentário

Tire suas dúvidas

Como devo expressar o desejo de doar meus órgãos?

É fundamental comunicar à família esta decisão e deixar claro seu desejo em ser doador. Isto porque a família é sempre consultada no momento da doação

Quem pode doar em vida?
O médico deverá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças prévias. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso.

Quais órgãos / tecidos podem ser obtidos de um doador vivo?
Um dos rins, parte do fígado e parte da medula.

Quais órgãos / tecidos podem ser obtidos de um doador cadáver?
Córnea, rins, coração, pâncreas, pulmão, ossos, intestino, fígado, músculos / tendão, pele e vasosangüíneos.

Quem é o potencial doador cadáver?
São pacientes assistidos em UTI com quadro de morte encefálica, ou seja, morte cerebral, que determina a interrupção da irrigação sangüínea ao cérebro. Geralmente são vítimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).

Quem recebe os órgãos / tecidos doados?
Quando é reconhecido um doador efetivo, a Central de Transplante é comunicada pois apenas ela tem acesso aos Cadastros Técnicos com informações de quem está na fila esperando um órgão.
Além da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade entre doador e receptor, por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a receber o órgão.

Após a doação, o corpo fica deformado?
Não, de modo algum.
A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra, realizada com todos os cuidados de reconstituição, o que também é obrigatório por lei.


Morte Encefálica

O que é morte encefálica?

É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais como controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo.

Morte encefálica é o mesmo que coma?
Não, a morte encefálica é muito diferente do coma. No coma, as células cerebrais continuam vivas, executando suas funções vitais; o que ocorre é uma falta de integração entre o indivíduo e tudo o que o rodeia. Na morte encefálica as células nervosas estão sendo rapidamente destruídas, o que é irreversível.

Qual a importância do diagnóstico de morte encefálica para o transplante?
É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para doação enquanto ainda há a circulação sangüínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente.




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1 comentários:

Ministério disse...

Olá, blogueiro (a),
Salvar vidas por meio da palavra. Isso é possível.
Participe da Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Divulgue a importância do ato de doar. Para ser doador de órgãos, basta conversar com sua família e deixar clara a sua vontade. Não é preciso deixar nada por escrito, em nenhum documento.
Acesse www.doevida.com.br e saiba mais.
Para obter material de divulgação, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br
Atenciosamente, Ministério da Saúde
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