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Alegria se espalha mais facilmente do que tristeza.

7 de janeiro de 2009 comente


A felicidade pode contagiar todos dentro de uma rede de relacionamentos.

O estudo da Escola de Medicina de Harvard publicado, na revista “British Medical Journal”, se dedicou a avaliar os padrões de disseminação dos sentimentos entre dentro dos grupos sociais.

A alegria de uma pessoa se transmite, segundo os pesquisadores, aos amigos e aos amigos dos amigos, diferentemente da tristeza que dificilmente vai além da própria pessoa que está triste.

Os dados do estudo foram obtidos a partir de questionários preenchidos regularmente pela terceira geração de participantes do Estudo de Framingham que começou há 38 anos e vem acompanhando um grupo de pessoas e seus descendentes.

Os questionários permitiram a análise dos padrões de alegria de mais de 4700 pessoas e suas conexões com muitas outras pessoas como esposas, parentes, amigos, vizinhos e colegas de trabalho.

Aliás, com relação aos colegas de trabalho, a alegria só se transmite se essa outra pessoa for sua amiga, reforçando o conceito de que a transmissão se dá dentro de uma rede social.

A pesquisa foi realizada pelo mesmo grupo que já havia levantado a hipótese de que a obesidade e o tabagismo também são socialmente contagiosos.

A presença de um vizinho que está feliz aumenta em 34% as chances de uma pessoa se sentir feliz. A distância se mostrou um fator importante na disseminação da alegria.

Segundo o médico Nicholas Christakis, pesquisador-chefe do grupo, para que a alegria contagie ela deve ser vista pelo outro e que esteja fisicamente próximo.

Os cientistas ainda aconselham a não se afastar de quem está triste. Além dessas pessoas não transmitirem a tristeza com facilidade, que tal espalhar a sua alegria e contagiar os outros?

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.

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