1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Dá para explicar Dr. ?

27 de novembro de 2009 6 comentários
LONGEVIDADE

Quantas vezes já nos sentimos constrangidos durante uma consulta por não entender o "mediquês" falado pelos médicos?

A falta de entendimento em uma consulta médica gera desentendimentos, conhecer seus direitos é o primeiro passo para a escolha de um médico de confiança e, com isso, receber uma consulta com a dignidade que todos nós merecemos.
Não esqueçam também de levar os nomes dos medicamentos que você ou quem você acompanha, esteja tomando.

Conforme o Código de Ética Médica, citarei alguns direitos dos pacientes, caso você queira conhecer todos, veja aqui (DIREITOS DO PACIENTE - RELAÇÃO MÉDICO/PACIENTE)


  • Tem direito: a informação clara e precisa sobre o diagnóstico,
  • Tem direito: a perguntar sobre o próprio caso, tem direito a levar um acompanhante,
  • Tem direito: a ter acesso aos dados de prontuário,
  • Tem direito: a conhecer as opções de tratamento,
  • Tem direito: a discutir com o médico sobre uma segunda opinião,
  • Tem direito: ao segredo das informações.

    Porém, nem sempre esses direitos acontecem. "A compreensão de cuidado e confiança é muito particular. Algumas pessoas necessitam de mais carinho e amor, outras são mais diretas", depende do modo de se comunicar de cada um. Por isso, é o paciente o responsável final pela escolha do tratamento em que confia", explica o corregedor do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luis Dávila. Daí a importância da empatia entre médico e paciente na escolha do profissional. "Conheço casos em que o médico errou e o paciente não quis denunciar porque reconheceu o esforço e compreendeu que o erro foi humano", ressalta Roberto. "Houve empatia, relações de confiança entre os dois e a aceitação de que nenhum procedimento está livre de falhas", completa.

    Só existe uma ressalva à autonomia do paciente sobre as escolhas do profissional e do tratamento no Código de Ética Médica. Por sinal, bastante polêmica. Se o paciente correr risco de vida, o médico pode intervir sobre o tratamento sem a autorização dele. Nesse caso, o dever do médico sobre a manutenção da vida supera a liberdade do paciente.

Por isso, quando estiverem em consultas, não se inibam de perguntar qualquer coisa que vocês não estiverem entendendo, é um direito. Ao acompanhar um idoso, pergunte se para ele tudo ficou claro, se não, explique em casa, em uma linguagem que ele entenda, dê exemplos, e for necessário. desenhe, há pessoas que entendem mellhor a linguagem visual.

O mesmo vale para a receita, por exemplo, "tomar o comprimido 3x ao dia" podem surgir dúvidas como: após, ou antes, das refeições? Posso tomar com sucos? Com leite? Com chá? Na farmácia, procure mais esclarecimentos com o farmacêutico, lembrando-se sempre, que farmacêutico não é médico, e balconista , não é farmacêutico.

Fonte: Portaria do Ministério da Saúde nº1286 de 26/10/93- art.8º e nº74 de 04/05/94.


6 comentários:

Tais Luso de Carvalho disse...

Ótima postagem. Geralmente os pacientes, por estarem frágeis diante da doença, se inibem nas perguntas ficando na obscuridade e à mercê das atitudes dos médicos. Pela nossa saúde, nós é que temos de lutar.

Bjs
Tais luso

Heloísa disse...

Silvia,
Muito bom o post. Essa parte dos direitos do paciente é muito importante, e é pena que nem sempre esses direitos sejam respeitados.
bj
Heloisa

EDUARDO POISL disse...

"... E de novo acredito que nada do que é
importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas,
dos instantes e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei,
todos os amigos que se afastaram,
todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada,
apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares

Abraços com todo meu carinho.
Um lindo final de semana com muito amor e carinho

Pedro Soares - Curitiba disse...

Excelent, já me vi muitas vezes nessa mesma situação, a gente fica com cara de bobo não entende e se sente acanhado pra perguntar, acho que isso não ajuda o tratamento. Seria muito bom se os médicos lessem o seu artigo.
abraços

Cecília Toledo disse...

Silvia, gosto muito das suas postagens, essa é uma jóia.

Beth Q. disse...

Silvia,

Já escrevi dois comentários que não entraram. O que será que está acontecendo?
Pode me dar um feedback?
bjs

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