1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

"Você tem que se dar a liberdade de amar de novo!" por Silvia Masc

11 de julho de 2013 comente
Estudos têm mostrado que o amor nos “anos de outono” traz muitos benefícios à saúde - que diminui o estresse e reduz o risco de demência na velhice. Nesta fase, porém, o amor não é sobre a paixão selvagem ou pode não ser a construção de uma família, diz Regina Dreyer Thomas, autora de Amor & Envelhecimento, diz de seu relacionamento atual:
 "Moramos separados e não tenho interesse em casamento - Eu tive maridos suficientes (dois, uma união terminou cedo em divórcio e uma viuvez), ele teve esposas suficientes (também dois, ambos terminando em divórcio)”.
Isso não significa que não havia obstáculos. Regina explica: “Eu estava preocupada com o meu filho iria reagir, para não mencionar netos”. Mas percebi que se eles tivessem reprovado eu não desistiria de viver esse amor. Quando você estiver com mais de 70 sua preocupação não é debruçar sobre vidas passadas, mas estar no presente. “Felizmente a minha relação teve o selo de aprovação de muitos, inclusive dos jovens da família”. Regina olha com desdém para aqueles que pensam que o casal mais antigo superou um desejo de intimidade. “A ideia de mentir nos braços de alguém, se beijando e sendo cuidada, não mais acontece em um amor maduro”.

A necessidade de carinho, afeto e mesmo sexo, não se desvanece com a idade, mas é algo mais sólido, mais positivo.
Quando pessoas mais velhas trazem à tona sentimentos adormecidos, revivem emoções, lembranças e mostram desejos, os filhos e a sociedade ficam perplexos e apavorados, por acharem que não estão preparados para amar mais uma vez.

Geralmente a família diz ao idoso, você está louco, como se a pessoa tivesse que esperar chegar o fim da vida sem poder vivenciar outras experiências e novas emoções. Na verdade, o amor na velhice é da mesma forma e tão intenso quanto na juventude. Só que vivido com mais experiência.
O amor, a paixão, a sexualidade não estão condicionados apenas ao nosso corpo físico, nem atrelados exclusivamente à idade biológica. E estão inscritos também nos universos que tratam da cultura, da história e de nossa subjetividade. Não é porque a idade já ultrapassou uma determinada marca, que as pessoas não irão se apaixonar de novo, como também os apaixonados não deixarão esse sentimento de lado em função de normas ou regras sociais.

No entanto, alguns idosos não superam expectativas irreais, para encontrar seus novos parceiros, essa busca, acaba acontecendo em um rol de fantasias: "Ele deve ter $$$$, ele não deve estar doente, ele tem que ser mais alto do que eu ... Essas pessoas não estão realmente interessados ​​em encontrar alguém. "

Para aqueles que estão abertos ao amor nos anos de outono, tenho essas dicas:

* Não compare. Memórias são maravilhosas, mas essa nova pessoa não é sua ex-esposa amada ou seu ex-esposo. Ame-o por quem ele é em vez de ansiar por aquilo que ele não é.
* Estabeleça limites: Vocês não precisam necessariamente dividir a mesma casa, partilhar banho ou discutir sobre quem deixou um prato sujo na pia, se possível, faça uma poupança para o futuro, e discuta sobre quem será o cuidador principal caso um de vocês adoeça. Estas regras não precisam ser as suas regras, mas é importante que haja algumas combinações para as pessoas que tenham perspectiva e objetivos semelhantes.
*Seja ativo – Há quem diga que não saberia aonde procurar alguém, a Internet hoje, pode ser um início e oportunidade de conhecer pessoas, desde é claro que você cerque-se de cuidados, como por exemplo, inicialmente marcando encontros apenas em lugares públicos, e tentando tirar referências das pessoas, independente de ser homem ou mulher. Grupos de interesses comuns, grupos de danças, culinária etc... “O ponto principal é sair de casa”.


E principalmente acredite que, nunca é tarde demais, para amar e ser amada/do.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

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