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Sobre labirintite - resposta ao leitor

16 de novembro de 2011 comente
Tontura, sensação de que tudo está rodando ao seu redor,desequilíbrio, impressão de estar caindo, sensações de atordoamento oudesorientação. Se você está com algum destes sintomas fique atento, pode seruma alteração labiríntica. “Enjôo, vômito, sensação de medo, dores de cabeça,zumbido, ansiedade e até desmaios podem sinalizar o problema”, aponta Rita deCássia C. Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora doGrupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ).
Segundo uma pesquisarealizada pela Unifesp, a vertigem, considerada o principal sintoma da doençalabiríntica, atinge 33% das pessoas em algum momento da vida.

Nos indivíduoscom mais de 65 anos este percentual sobre para 65%. “O equilíbrio corporal fazparte de uma interação do labirinto com outros órgãos do organismo, como osolhos, os músculos, os tendões e as articulações. Todas as informações dessescomplexos sistemas são repassadas ao cérebro, que processa os dados e controlaa estabilidade do corpo”, explica.

O labirinto é uma estrutura do ouvido interno que faz partedo sistema vestibular, responsávelpela manutenção do equilíbrio corporal. Ele é extremamente sensível a mudançasvasculares, metabólicas e do estado psíquico. “O labirinto é formado pelovestíbulo e pela cóclea, pequenos órgãos responsáveis pelo equilíbrio e pelaaudição, possui células sensoriais que se comunicam diretamente com o sistemanervoso central”, destaca.

Como o equilíbrio está ligado a várias partes do organismo,doenças que afetem o labirinto, o cérebro ou outras estruturas ligadas aosistema vestbular podem ser a causa do problema. “Os sintomas podem serpassageiros, aparecendo e desaparecendo em curtos períodos de tempo ou tercontinuidade por um longo período. O diagnóstico para descobrir a causa exige arealizaçãode diversos exames, desde testes de equilíbrio e auditivos até laboratoriaise radiológicos ”, esclarece a médica.

A doença labiríntica pode ser causada por disfunçõesclínicas não bem controladas como hipertensão, diabetes, alterações datireóide, pela inflamação ou infecção do labirinto, maus hábitos alimentares,sedentarismo, estresse e traumatismos. “Durante a consulta o especialistaavaliará toda a história clínica do paciente, fará um exame físico minucioso eanalisará os exames solicitados para detectar as causas”, ressalta.

Quem sofre com o desequilíbrio corporal deve procurar umotorrinolaringologista, que após o diagnóstico, fará o encaminhamento paraoutras especialidades, como a cardiologia, endocrinologia, neurologia, casoseja necessário. “Pelo fato de existir inúmeras causas, o tratamento épersonalizado e deve solucionar todos os problemas diagnosticados relacionadosà doença. Uso de medicamentos, mudanças nos hábitos alimentares e arecomendação da prática de exercícios são algumas das prescrições que podem serfeitas ao paciente dependendo do caso”, finaliza.

Reiteramos que esse blog cumpre um papel apenas informativo, o que não substitui a visita ao serviço de saúde ou médico de sua confiança.

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