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O que vai no teu coração? por Silvia Masc

13 de setembro de 2013 1 comentário
Imagem Blog LongeVIDAde
Certa vez, conheci uma Sra.  que havia se separado do marido há 26 anos, quando ela contou-me sobre a separação, a sensação que eu tive, era que o marido havia  ido embora no dia anterior, tamanho era o sofrimento com que ela contava. Por meio dela, soube que os três filhos haviam ido morar só antes de se casarem, e isso trazia outra carga imensa de sofrimento para ela.

Confesso que enquanto conversávamos, meus ombros foram ficando pesados, eu tentava confortá-la, mas ela deixava claro que queria sofrer cada segundo daqueles 26 anos, a cada momento.
Essa situação, infelizmente não é incomum, há muitas pessoas que costumam guardar mágoas e ficam remoendo coisas infinitamente.

Os sentimentos de raiva e rancor são como pedras que você carrega, quanto maior a mágoa, maior o peso que você tem que carregar enquanto segue a trilha da sua vida. É como se você estivesse fazendo uma grande viagem com uma mochila pesada nas costas  — e o pior, você não pode pedir pra outra pessoa carregar essa bagagem por você.

É preciso livrar-se das pedras para dar leveza à sua caminhada. E isso só é possível através do perdão. Portanto, comece perdoando todos aqueles que por alguma razão lhe magoaram, intencionalmente ou não. Perdoe inclusive você mesmo, pois mesmo que não perceba, as maiores mágoas podem ser contra sua própria pessoa.

Perdão definitivamente, é libertação.

E aprenda a cultivar dentro de si o perdão, e encha a sua mochila com sentimentos bons, eles com certeza, valem muito mais do que pesam.

abraços!

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

1 comentários:

Brechique da Dodoca disse...

Oi, minha querida amiga,

O seu texto é lindo e verdadeiro. Parabens!
Todas as vezes que leio sobre o perdão sinto-me estremecer levemente: penso que perdoar é muito difícil! Tarefa das mais extenuantes. Esquecer? Bom seria ter um botão de liga e desliga.
Penso, ainda, que a dor e a mágoa devem ser esgotadas (seja através de um recolhimento para reflexão, seja falando deles, remoendo mesmo) para que possam, apenas e somente, serem mencionadas em conversas. Isso requer tempo e cada um tem o seu.
Mas é claro que esta infeliz senhora parou no tempo. E num tempo bem perverso onde o rancor é o seu constante companheiro. Tornou-se prisioneira. Talvez porque não tenha tido quem a ouvisse à época do acontecido. Calou-se demais e congelou no passado.
Bjsssssssssssss, quérida, Deus a abençoa!

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