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Casa, separa - Por Maria Fernanda Schardong ( 1 )

12 de fevereiro de 2009 1 comentário

Atualmente, o ideal do “felizes para sempre” foi substituído por relações menos duradouras. São as mulheres, na maioria dos casos, que decidem se separar. Os custos emocionais, no entanto, sobram para ambos os lados.

“Cada um sofre a sua maneira. Homens e mulheres mais dependentes afetivamente são os que ficam mais atordoados quando se vêem sós, sem alguém a quem dedicar a própria vida. E isto pode até acarretar, inclusive, doenças", alerta. Não é possível medir o peso do sofrimento. Mas a maneira como cada um vai enfrentar as perdas que a separação acarreta vai determinar o tamanho e o tempo da crise, diz a psicóloga Márcia Ferreira, especialista em terapia de casal e família pela PUC de São Paulo.

Apesar de ser uma experiência, em geral, negativa, a separação também tem seu lado positivo. Possibilita conhecer e vivenciar novas situações, proporciona o crescimento pessoal e o resgate da auto-estima, quebra conceitos pré-estabelecidos e, principalmente, permite ao indivíduo a descoberta da força interna que cada um trás dentro de si, ponderam as especialistas.

Entender o fim é essencial. "Quando as pessoas lidam com o divórcio de maneira enriquecedora, após a separação podem enfrentar melhor as mudanças no seu ciclo de vida. Mas, para isso, é preciso uma boa elaboração de sua história passada. Ou essas mudanças podem ser desastrosas" afirma Márcia Ferreira.

(continua amanhã)

1 comentários:

Guilherme disse...

Em matéria de divórcio, minha amiga, caímos no extremo oposto. Antigamente as mulheres, mesmo maltratadas tinham, eram quase obrigadas pelas necessidades, a aguaentar o casamento até ao fim. Era dramático. Hoje à menor dificuldade os casais separam-se sem sequer tentarem ultrapassar as diferenças. É dramático também, na minha opinião. As gerações, folhas de pais divorciados, sofrem, muitas vezes em silêncio, esse drama que os marcará para sempre, mesmo que digam ou se pense que não. Mas isto sou eu a dizer.

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