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Animais de estimação: Relação com donos exige regras

17 de novembro de 2009 1 comentário
LONGEVIDADE

O professor do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Sandro Caramaschi, conta que a relação entre homens e bichos domesticados teve início há milhares de anos. O primeiro indício concreto do elo emocional entre um humano e um animal data de 12 mil anos: são restos fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão, encontrados no Oriente Médio.

Para o professor, é interessante e faz bem para a saúde ter um animal de estimação, mas ele deve ocupar o espaço de um animal. Além disso, não deve ser atribuído ao bichinho características de humano. "Você percebe que as coisas estão exageradas quando as pessoas começam a perder a liberdade e possibilidades por causa do animal. Deixa de viajar, de receber visitas.

"Existem raças que são selecionadas durante muito tempo para ficar parecida com bebês. Eles têm olhos grandes, são brincalhões e isso desperta a sensação de agradabilidade. A pessoa se sente no dever de proteger esse animal, como se fosse um bebê", revela.

Se a relação entre o homem e o animal for saudável, os bichinhos de estimação podem representar qualidade de vida. "No caso dos idosos, por exemplo, os animais têm papel significativo porque os donos se sentem responsáveis por aquela vida. Estudos mostram que a qualidade de vida dos idosos com animais de estimação é melhor", conta o professor. "Com as crianças, o papel do bichinho também é importante. O pequeno cria responsabilidade, já que se sente responsável pelo animal. Além disso,aprende a lidar com o luto, já que ou bicho vive menos do que o ser humano", finaliza.

Fonte aqui


1 comentários:

milton toshiba disse...

Minha poodle tem 12 anos, mas se parece com um filhote, de tão brincalhona.

Ela faz parte da família.

:)

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