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Dores do envelhecimento -

8 de junho de 2010 3 comentários


Nas costas, na coluna, na cabeça, no estômago, quem nunca sentiu dor? O mal estar que atinge todas as faixas etárias, tende a piorar na medida em que envelhecemos. Não há como fugir delas. Certo? Não necessariamente, a velhice precisa vir acompanhada de dores. Pelo contrário, garante especialistas. O incômodo é sempre sinal de que há algo errado com o corpo. E, par quem já está habituado a alalgésicos e antiinflamatórios, outro alerta: eles podem ser dispensados.

A geriatra do Ambulatório de Doenças Osteoarticulares e Dor da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Polianna Souza, explica que as dores são mais comuns em idades avançadas devido ao aumento de chances de desenvolvimento de doenças que provocam esse mal estar, como as doenças osteoarticulares (artroses, artrites); as desordens muscuesqueléticas e da coluna; o diabetes e as doenças vasculares.

Essas doenças, geralmente, vêm acompanhadas de dores, inchaços, feridas e formigamentos. O que não significa, no entanto, uma regra. "Sentir dor nunca é normal. Daí a importância de cuidarmos da saúde sempre”, pondera a especialista.

O próprio corpo dá sinais quando precisa de descanso. A prevenção ainda é a melhor maneira de garantir uma velhice livre das dores. "É importante aprender a respeitar os limites e sinais de incômodo que o nosso corpo nos dá", prega Souza. E, tão importante quan to, é entender que dor é sinal de problema. E, mesmo quando não é intensa, é necessário procurar um profissional.


O médico é indispensável. Somente ele pode recomendar o uso - ou não - de antiinflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares. Principalmente no caso de pessoas idosas.

“Toda medicação deve ser usada com cautela. Chamo a atenção para o uso de antiinflamatórios, pois nos idosos existe um risco aumentado de desenvolver efeitos colaterais graves como a insuficiência renal, úlceras gástricas e duodenais e hemorragias, além de descontrole da hipertensão arterial. Portanto, só quem pode dizer qual é a medicação que pode ser usada em cada caso, com menores riscos para cada pessoa é o médico", reforça a geriatra Polianna Souza.

Existe, portanto, a hora certa de ir procurar atenção médica: diante de qualquer sinal de dor. Quanto mais cedo é iniciado o tratamento adequado, mais fácil serão o diagnóstico e o tratamento. “Existem tratamentos medicamentosos em que usamos antiinflamatórios, antidepressivos, analgésico, entre outros. Há também aqueles sem medicamentos, com os quais tratamos o problema com terapias, como é o caso da fisioterapia", explica a geriatra.

Entre as muitas alternativas, A Unifesp trabalha, atualmente, com o método chamado de autogerenciamento da dor, em que os pacientes recebem informações sobre a dor e as diversas formas de combatê-la sem medicamentos. "Isso inclui atividade física, alongamentos, técnicas de relaxamento, modos de manter vida ativa e produtiva”, enumera Polianna Souza.

Os bons hábitos também são fortes aliados na prevenção. Controlar o peso, deixar o cigarro e aderir aos exercícios físicos são boas táticas para garantir uma velhice sem dor.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

3 comentários:

Sônia Silvino disse...

Dores? Muitas, amiga! Na coluna então!!!
Não consigo ficar longe de você!!!
Vim matar as saudades!
Vou ficar esperando a sua visita!!!
Tenha uma ótima terça-feira!
Bjkas, muitas!
Sônia Silvino's Blogs
Vários temas e um só coração!

Beth/Lilás disse...

Muito oportuno falar sobre isso aqui, pois tenho tentado melhorar, não só minha postura, mas faço meus exercícios 3 vezes na semana, não fumo há muitos anos, mas ainda não consegui melhorar meu peso, mas tô tentando.
Obrigada pelas dicas.
beijos cariocas

Lu Souza Brito disse...

Ai Slvia, gostaria de conhecer mais sobre este autogerenciamento das dores. Estou tentando me policiar para não correr para os analgésicos e antiinflamatórios cada vez que sinto dor (mas vc conhece meu problema né). se o faço é porque fico sem outra solução.

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