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Queda de idosos assume dimensão de epidemia

13 de outubro de 2010 2 comentários



ALGUMAS DICAS DE SEGURANÇA


 
  • Boa iluminação nas escadas e corredores
  • Retirar tapetes soltos, móveis baixos, e obstáculos do chão
  • Suportes de parede no box e ao lado do vaso sanitário para auxiliar o equilíbrio
  • Manter corrimão nas escadas
  • Remover soleiras altas das portas
  • Boa iluminação no trajeto da cama ao banheiro durante a noite
  • Não usar chaves na porta do banheiro, local de acidentes frequentes

 
As quedas de pessoas com mais de 60 anos de idade  assumiram dimensão de epidemia no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou R$ 57,6 milhões de gastos com internações de idosos. Em 2006, o total foi de R$ 49 milhões.

As mulheres representaram a maioria de idosos internados em 2009, somando 20.778 contra 10.029 em 2006. A presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, explicou que as pessoas da terceira idade ficam mais vulneráveis por causa da osteoporose, doença que atinge os ossos.

“As mulheres fraturam mais porque têm uma massa óssea menor, perdem muito osso depois da menopausa. Por volta dos 50 anos, há um declínio muito rápido por causa da perda do estrogêneo”, afirmou.

De acordo com a médica, as principais causas de queda entre pessoas acima dos 60 anos estão associadas a problemas de visão, deficiências auditivas, uso de medicamentos e perda de musculatura, inclusive na planta do pé.

Ela ressaltou que, por essa razão, pessoas mais velhas devem ir ao médico pelo menos uma vez ao ano. No caso de pacientes com pressão alta ou diabetes, as consultas devem ser ainda mais frequentes. O médico deve estar atento e perguntar sobre eventual queda já que, para o idoso ou mesmo a família, nem sempre isso parece ter importância.

“A queda é minimizada. As pessoas pensam que é normal, mas não é”, reforçou. Outra dica é apurar o ambiente onde vive o idoso, se bem iluminado e se há “armadilhas” como degraus, buracos, fios soltos ou brinquedos espalhados. É preciso atentar ainda para o tipo de calçado usado pelas pessoas mais velhas: “Elas gostam muito de chinelo, mas não pode. A sandália tem que ser fechada atrás, o calcanhar não pode estar solto”, explicou.

A queda pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida do idoso, como dependência dos parentes, reclusão e depressão. Pode ainda levar à morte, em decorrência de problemas como traumatismo craniano, hemorragias e fraturas, sobretudo de fêmur.
Em 2009, o número de mortes provocadas apenas por fraturas de fêmur em idosos chegou a 1.478 em todo o país.

“Cirurgias em pessoas mais velhas têm mais risco, o pós-operatório pode apresentar problemas como pneumonia ou trombose. Isso tudo é o que a gente não quer. Queremos uma pessoa idosa saudável, ativa tanto na parte física quanto na intelectual”, afirmou Sílvia. (da Folhapress)

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2 comentários:

Lu Souza Brito disse...

É Silvia,

Temos que ter muito cuidado com nossos idosos e facilitar a vida deles em vez de complicar né?
Bjooooos

Marilac disse...

Silvia
Um post muito importante,as quedas representam um risco real.
Meu pai 71 anos caiu no inicio de setembro, e foi um susto.
Graças a Deus náo quebrou o femur,mas ficou andando com 2 bengalas um bom tempo.
Tenho medo de quedas e ando pela casa tomando estes cuidados que vc citou, tiro tapetes, ja providenciei corrimáo na escada, falta ainda as barras de apoio no banheiro.

Queria aproveitar para lhe sugerir um post sobre cuidados com medicaçao.Meu pai esta internado desde o dia 9/10 por causa de uma reaçao imunoalergica aos remedios que estava tomando .Ele é diabetico e a endocrinologista receitou um novo remedio sem suspender o anterior, enfim ela nega e diz que papai entendeu errado.Vamos redobrar os cuidados com isso agora.
bjs
Marilac

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