1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Planeta Grisalho (Parte 2) - O papel do "cuidador"

30 de junho de 2008 3 comentários
Com o aumento considerável da população de idosos, o papel do "cuidador" é fundamental no atendimento, acolhimento e conforto do idoso. Estão no vídeo abaixo, algumas orientações para o 'cuidador" não profissional, que assumirá a tarefa de cuidar de um idoso parcial ou totalmente dependente.
“É fundamental que o cuidador saiba até onde ele pode agir e a partir de quando ele precisa chamar outra pessoa. Ter essa noção é imprescindível, por isso se recomenda uma qualificação”, diz a professora Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem (EE) da USP. Yeda ministra o curso Orientações básicas para o cuidado do idoso, que é oferecido na EE duas vezes por semestre, e tem qualificado um número significativo de interessados para a função.

Perfil

É bem heterogêneo o público que procura o curso para cuidadores da EE. “Temos pessoas que querem conhecer a profissão, gente de asilos e entidades de assistência, e até mesmo idosos que desejam saber como podem cuidar melhor de si próprios”, diz a professora. Na primeira turma, segundo a docente, a distribuição dos matriculados poderia ser feita da seguinte forma: 30% para familiares, 20% preenchidas com caráter institucional (pesquisadores da EE ou outras instituições) e 50% para interessados em geral sobre o assunto.



INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO:
(11) 3061-7531-7577.
Fora de São Paulo, verifique nos cursos de enfermagem de escolas estaduais e federais.

FONTE: USP ONLINE


Planeta Grisalho (Parte 2) - O papel do "cuidador"

3 comentários
Com o aumento considerável da população de idosos, o papel do "cuidador" é fundamental no atendimento, acolhimento e conforto do idoso. Estão no vídeo abaixo, algumas orientações para o 'cuidador" não profissional, que assumirá a tarefa de cuidar de um idoso parcial ou totalmente dependente.
“É fundamental que o cuidador saiba até onde ele pode agir e a partir de quando ele precisa chamar outra pessoa. Ter essa noção é imprescindível, por isso se recomenda uma qualificação”, diz a professora Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem (EE) da USP. Yeda ministra o curso Orientações básicas para o cuidado do idoso, que é oferecido na EE duas vezes por semestre, e tem qualificado um número significativo de interessados para a função.

Perfil

É bem heterogêneo o público que procura o curso para cuidadores da EE. “Temos pessoas que querem conhecer a profissão, gente de asilos e entidades de assistência, e até mesmo idosos que desejam saber como podem cuidar melhor de si próprios”, diz a professora. Na primeira turma, segundo a docente, a distribuição dos matriculados poderia ser feita da seguinte forma: 30% para familiares, 20% preenchidas com caráter institucional (pesquisadores da EE ou outras instituições) e 50% para interessados em geral sobre o assunto.



INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO:
(11) 3061-7531-7577.
Fora de São Paulo, verifique nos cursos de enfermagem de escolas estaduais e federais.

FONTE: USP ONLINE


Planeta Grisalho ( Parte 1)

29 de junho de 2008 3 comentários



O planeta grisalho



Dentro de alguns meses, o número de avós e bisavós já será maior do que o de netos e bisnetos.

Em todo o mundo a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente do que a de qualquer outra faixa etária.

  • Entre 1970 e 2025, espera-se um crescimento de 223% na população acima dos 60, ou seja cerca de 694 milhões de idosos.
  • Em 2025, existirá um total de aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos.
  • Até 2050, haverá 2 bilhões sendo 80% nos países em desenvolvimento.


Brasileiros Dependentes

  • 40% em média dos indivíduos com 65 anos ou mais precisa de ajuda para realizar pelo menos uma tarefa diária, como fazer compras, cuidar das finanças, preparar refeições e limpar a casa.

  • 10% deles precisa ser auxiliado nas tarefas básicas, como tomar banho, vestir-se ir ao banheiro, alimentar-se, sentar e levantar de cadeiras e camas.

Essa reviravolta populacional é mais do que uma simples curiosidade estatística. Ela vai gerar profundas transformações na sociedade nas próximas décadas. Com mais velhos do que jovens, governos, empresas e outras instituições terão de se adaptar para atender a esse contingente cada vez mais numeroso.

"O envelhecimento é uma grande conquista social", diz o médico brasileiro Alexandre Kalache, diretor do programa de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, OMS. "

Temos de celebrá-lo. Ruim era quando a maior parte da população morria antes dos 5 anos de idade."


Evidentemente, uma sociedade com mais idosos não é sinônimo apenas de problemas.


Há também inúmeras vantagens. Uma delas, já medida nos Estados Unidos, está relacionada à segurança pública. Pelas estatísticas, o índice de crimes cometidos por adolescentes é dez vezes maior do que o da faixa etária acima dos 50 anos. Uma nação mais grisalha pode ser, portanto, mais segura e tranqüila. Mesmo os problemas de saúde podem ser mais facilmente resolvidos com uma maior integração dos idosos na sociedade. "Cerca de metade das doenças da velhice é ligada à desordem afetiva e aos desequilíbrios emocionais", afirma o geriatra Clineu Almada, diretor científico do Centro de Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp . "Ter atividades ajuda a evitar muitos problemas."

Atendimento melhor — A tendência óbvia é que, aos poucos, os idosos vão ocupar papéis e tarefas cada vez mais importantes na sociedade. Isso inclui também o mercado de trabalho. Acabou o tempo em que envelhecer era sinônimo de inatividade. Hoje, muitas pessoas se aposentam e continuam trabalhando. Isso pode ser observado em muitas empresas."Os idosos são mais atenciosos e a empatia com os clientes é muito grande", diretora de desenvolvimento de recursos humanos do Grupo Pão de Açúcar - Maria Aparecida Fonseca.


Referências:

VEJA

IPEA - Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Planeta Grisalho ( Parte 1)

3 comentários



O planeta grisalho



Dentro de alguns meses, o número de avós e bisavós já será maior do que o de netos e bisnetos.

Em todo o mundo a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente do que a de qualquer outra faixa etária.

  • Entre 1970 e 2025, espera-se um crescimento de 223% na população acima dos 60, ou seja cerca de 694 milhões de idosos.
  • Em 2025, existirá um total de aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos.
  • Até 2050, haverá 2 bilhões sendo 80% nos países em desenvolvimento.


Brasileiros Dependentes

  • 40% em média dos indivíduos com 65 anos ou mais precisa de ajuda para realizar pelo menos uma tarefa diária, como fazer compras, cuidar das finanças, preparar refeições e limpar a casa.

  • 10% deles precisa ser auxiliado nas tarefas básicas, como tomar banho, vestir-se ir ao banheiro, alimentar-se, sentar e levantar de cadeiras e camas.

Essa reviravolta populacional é mais do que uma simples curiosidade estatística. Ela vai gerar profundas transformações na sociedade nas próximas décadas. Com mais velhos do que jovens, governos, empresas e outras instituições terão de se adaptar para atender a esse contingente cada vez mais numeroso.

"O envelhecimento é uma grande conquista social", diz o médico brasileiro Alexandre Kalache, diretor do programa de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, OMS. "

Temos de celebrá-lo. Ruim era quando a maior parte da população morria antes dos 5 anos de idade."


Evidentemente, uma sociedade com mais idosos não é sinônimo apenas de problemas.


Há também inúmeras vantagens. Uma delas, já medida nos Estados Unidos, está relacionada à segurança pública. Pelas estatísticas, o índice de crimes cometidos por adolescentes é dez vezes maior do que o da faixa etária acima dos 50 anos. Uma nação mais grisalha pode ser, portanto, mais segura e tranqüila. Mesmo os problemas de saúde podem ser mais facilmente resolvidos com uma maior integração dos idosos na sociedade. "Cerca de metade das doenças da velhice é ligada à desordem afetiva e aos desequilíbrios emocionais", afirma o geriatra Clineu Almada, diretor científico do Centro de Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp . "Ter atividades ajuda a evitar muitos problemas."

Atendimento melhor — A tendência óbvia é que, aos poucos, os idosos vão ocupar papéis e tarefas cada vez mais importantes na sociedade. Isso inclui também o mercado de trabalho. Acabou o tempo em que envelhecer era sinônimo de inatividade. Hoje, muitas pessoas se aposentam e continuam trabalhando. Isso pode ser observado em muitas empresas."Os idosos são mais atenciosos e a empatia com os clientes é muito grande", diretora de desenvolvimento de recursos humanos do Grupo Pão de Açúcar - Maria Aparecida Fonseca.


Referências:

VEJA

IPEA - Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

A história de Sarah Szklo

1 comentário

Estado civíl: viúva, Nacionalidade: brasileira, Idade: 78 anos, Naturalidade: Rio de Janeiro. Sempre gostei de trabalhar, desde criança. Gosto de vendas, contato com o público. Enquanto meus braços, minhas pernas e minha cabeça permitirem continuarei fazendo o que gosto. Dirijo, uso computador (Word, Outlook, Messenger, Skype) E quero trabalhar.

Ela resolveu escrever este currículo num formato diferente dos outros por uma razão muito simples: é que ela nunca havia feito um currículo antes em toda a sua vida. Nem sabia por onde começar.

Como sempre trabalhou a vida toda, desde pequena, chegou a conclusão de que a sua história pessoal poderia falar mais dela, do que simplesmente uma lista de empregos. Sara quer logo arregaçar as mangas e trabalhar.

Aos 9 anos

Tudo começou com uma necessidade de família. Meu pai tinha uma barraca que vendia panelas de ferro no Mercado Municipal de Belo Horizonte. O negócio começou a crescer e ele precisou de ajuda. Éramos 5 irmãos. Não sei porque, mas entre todos meu pai escolheu a mim. Eu tinha 9 anos e comecei a trabalhar com ele todas as tardes, depois da escola. Logo percebi que não seria nenhum sacrifício. Eu gostava de estar ali. E descobri já naquela idade que o contato com o público e o comércio me encantavam e me divertiam. Em pouco tempo construí uma sólida freguesia. Tinha gente que só comprava comigo. Se eu não estivesse, preferia voltar mais tarde. Fiquei com meu pai em sua barraca até terminar o primário.

Aos 17 anos

Meu pai era um comerciante nato. Enxergava longe, conhecia seu público, tinha uma intuição quase infalível e, principalmente, tinha sorte. Inclusive no jogo. Quando entrei na Faculdade de Comércio de Minas Gerais ele ganhou um bom dinheiro na Loteria Federal. Comprou uma boa casa para a família e abriu sua primeira loja de brinquedos. E eu fui trabalhar com ele. Nesta ocasião eu não apenas vendia como também ajudava na administração e nas compras. Eu era o braço direito do meu pai. Quando me formei, quatro anos depois, já eram três lojas.

Aos 21 anos

Eu havia crescido e meus interesses haviam se ampliado. Eu não vivia mais só em função da loja do Papai. Eu queria aproveitar a vida, queria me casar, queria ir para Israel (objetivo de 10 entre 10 jovens judeus àquela época). E foi o que eu acabei fazendo. Jovem e idealista fui ajudar a construir o Estado de Israel, morando num kibutz e vivendo uma vida simples, de muito sacrifício, de muito trabalho mas de muito orgulho. Sete anos e dois filhos depois, sentimos que havíamos cumprido a nossa missão e resolvemos voltar para o Brasil.

Aos 30 anos

Fomos morar em Belo Horizonte e meu pai nos ofereceu uma de suas 5 lojas para administrar. Os tempos eram outros. Meu irmão, que era apenas um adolescente quando eu fui para Israel, era agora o braço direito do meu pai. De qualquer maneira, eu havia descoberto uma outra paixão em minha vida: meus filhos. Mesmo assim meu prazer em trabalhar com o público continuava firme e forte.

Aos 32 anos

Para melhorar um pouco mais as finanças da família, comecei a lecionei hebraico na Escola Israelita Brasileira Teodor Hertz.

Aos 34 anos

Meu marido recebeu uma proposta para trabalhar em Jacareí, interior de São Paulo, e nos mudamos para esta cidade. Agora já eram três filhos para cuidar. Enquanto estivemos lá, montamos uma granja nos fundos da nossa casa e vendíamos frangos e ovos para a vizinhança. Quer dizer: eu não precisei abrir mão de nenhuma de minhas paixões: filhos e trabalho.

Aos 36 anos

Um ano depois meu marido recebeu uma proposta melhor para trabalhar em São Paulo e então fomos para lá de mala e cuia. Dois anos depois comecei a vender roupas femininas para vizinhas e amigas. Era no meu quarto mesmo. Quando o negócio começou a crescer, construímos uma edícula nos fundos da nossa casa onde começou a funcionar oficialmente a Boutique Sônia. Enquanto eu tive a boutique moramos em três casas diferentes. Durante um tempo chegamos a ter uma filial no Itaim Bibi, mas a distância do dia-a-dia dos meus filhos me fizeram desistir do negócio.

Aos 50 anos

Com os filhos já criados, resolvi dar uma guinada em minha vida. Meu pai queria há muito tempo abrir uma filial de suas lojas, o Rei dos Brinquedos, em São Paulo. Depois de muita insistência aceitei o desafio e alugamos uma loja em Pinheiros. O ponto era ótimo, os preços eram justos, meu pai mantinha sempre a loja bem abastecida e o atendimento era diferenciado. Num tempo de uma inflação absurda, tínhamos um concorrente a apenas um quarteirão de distância que utilizava uma estratégia que ficou famosa à época: vendiam mais barato que a própria fábrica e aplicavam o dinheiro no “overnight”. Agüentamos por um bom tempo por causa de nosso atendimento. Muitos clientes sabiam que vendíamos mais caro que o concorrente mas faziam questão de serem bem atendidos.

Aos 58 anos

Alguns anos depois chegamos a conclusão que não valia mais a pena lutar tanto contra um inimigo tão agressivo, e fechamos a loja. Então comecei a trabalhar como representante para a firma Kapos Comercial e Industrial Ltda, onde trabalhei por 20 anos até 2006, sendo muitas vezes durante todo este tempo campeã de vendas. Nos últimos anos, paralelamente acumulei a representação de outras empresas como a Confetti e Visual.

Aos 78 anos

O trabalho de representação é muito extenuante e exigente. É preciso estar na rua todos os dias o dia inteiro e apesar de estar muito motivada para trabalhar, já não estou mais disposta a tantos sacrifícios. Resolvi que era hora de mudar e dar outra guinada. Quero trabalhar em algo que me dê satisfação mas que não exija demais (fisicamente) de uma jovem senhora de 78 anos. Ah, já ia me esquecendo: há 25 anos sou síndica de prédio em que moro: dez anos no anterior e quinze anos no atual.

Fonte: IDADE MAIOR

A história de Sarah Szklo

1 comentário

Estado civíl: viúva, Nacionalidade: brasileira, Idade: 78 anos, Naturalidade: Rio de Janeiro. Sempre gostei de trabalhar, desde criança. Gosto de vendas, contato com o público. Enquanto meus braços, minhas pernas e minha cabeça permitirem continuarei fazendo o que gosto. Dirijo, uso computador (Word, Outlook, Messenger, Skype) E quero trabalhar.

Ela resolveu escrever este currículo num formato diferente dos outros por uma razão muito simples: é que ela nunca havia feito um currículo antes em toda a sua vida. Nem sabia por onde começar.

Como sempre trabalhou a vida toda, desde pequena, chegou a conclusão de que a sua história pessoal poderia falar mais dela, do que simplesmente uma lista de empregos. Sara quer logo arregaçar as mangas e trabalhar.

Aos 9 anos

Tudo começou com uma necessidade de família. Meu pai tinha uma barraca que vendia panelas de ferro no Mercado Municipal de Belo Horizonte. O negócio começou a crescer e ele precisou de ajuda. Éramos 5 irmãos. Não sei porque, mas entre todos meu pai escolheu a mim. Eu tinha 9 anos e comecei a trabalhar com ele todas as tardes, depois da escola. Logo percebi que não seria nenhum sacrifício. Eu gostava de estar ali. E descobri já naquela idade que o contato com o público e o comércio me encantavam e me divertiam. Em pouco tempo construí uma sólida freguesia. Tinha gente que só comprava comigo. Se eu não estivesse, preferia voltar mais tarde. Fiquei com meu pai em sua barraca até terminar o primário.

Aos 17 anos

Meu pai era um comerciante nato. Enxergava longe, conhecia seu público, tinha uma intuição quase infalível e, principalmente, tinha sorte. Inclusive no jogo. Quando entrei na Faculdade de Comércio de Minas Gerais ele ganhou um bom dinheiro na Loteria Federal. Comprou uma boa casa para a família e abriu sua primeira loja de brinquedos. E eu fui trabalhar com ele. Nesta ocasião eu não apenas vendia como também ajudava na administração e nas compras. Eu era o braço direito do meu pai. Quando me formei, quatro anos depois, já eram três lojas.

Aos 21 anos

Eu havia crescido e meus interesses haviam se ampliado. Eu não vivia mais só em função da loja do Papai. Eu queria aproveitar a vida, queria me casar, queria ir para Israel (objetivo de 10 entre 10 jovens judeus àquela época). E foi o que eu acabei fazendo. Jovem e idealista fui ajudar a construir o Estado de Israel, morando num kibutz e vivendo uma vida simples, de muito sacrifício, de muito trabalho mas de muito orgulho. Sete anos e dois filhos depois, sentimos que havíamos cumprido a nossa missão e resolvemos voltar para o Brasil.

Aos 30 anos

Fomos morar em Belo Horizonte e meu pai nos ofereceu uma de suas 5 lojas para administrar. Os tempos eram outros. Meu irmão, que era apenas um adolescente quando eu fui para Israel, era agora o braço direito do meu pai. De qualquer maneira, eu havia descoberto uma outra paixão em minha vida: meus filhos. Mesmo assim meu prazer em trabalhar com o público continuava firme e forte.

Aos 32 anos

Para melhorar um pouco mais as finanças da família, comecei a lecionei hebraico na Escola Israelita Brasileira Teodor Hertz.

Aos 34 anos

Meu marido recebeu uma proposta para trabalhar em Jacareí, interior de São Paulo, e nos mudamos para esta cidade. Agora já eram três filhos para cuidar. Enquanto estivemos lá, montamos uma granja nos fundos da nossa casa e vendíamos frangos e ovos para a vizinhança. Quer dizer: eu não precisei abrir mão de nenhuma de minhas paixões: filhos e trabalho.

Aos 36 anos

Um ano depois meu marido recebeu uma proposta melhor para trabalhar em São Paulo e então fomos para lá de mala e cuia. Dois anos depois comecei a vender roupas femininas para vizinhas e amigas. Era no meu quarto mesmo. Quando o negócio começou a crescer, construímos uma edícula nos fundos da nossa casa onde começou a funcionar oficialmente a Boutique Sônia. Enquanto eu tive a boutique moramos em três casas diferentes. Durante um tempo chegamos a ter uma filial no Itaim Bibi, mas a distância do dia-a-dia dos meus filhos me fizeram desistir do negócio.

Aos 50 anos

Com os filhos já criados, resolvi dar uma guinada em minha vida. Meu pai queria há muito tempo abrir uma filial de suas lojas, o Rei dos Brinquedos, em São Paulo. Depois de muita insistência aceitei o desafio e alugamos uma loja em Pinheiros. O ponto era ótimo, os preços eram justos, meu pai mantinha sempre a loja bem abastecida e o atendimento era diferenciado. Num tempo de uma inflação absurda, tínhamos um concorrente a apenas um quarteirão de distância que utilizava uma estratégia que ficou famosa à época: vendiam mais barato que a própria fábrica e aplicavam o dinheiro no “overnight”. Agüentamos por um bom tempo por causa de nosso atendimento. Muitos clientes sabiam que vendíamos mais caro que o concorrente mas faziam questão de serem bem atendidos.

Aos 58 anos

Alguns anos depois chegamos a conclusão que não valia mais a pena lutar tanto contra um inimigo tão agressivo, e fechamos a loja. Então comecei a trabalhar como representante para a firma Kapos Comercial e Industrial Ltda, onde trabalhei por 20 anos até 2006, sendo muitas vezes durante todo este tempo campeã de vendas. Nos últimos anos, paralelamente acumulei a representação de outras empresas como a Confetti e Visual.

Aos 78 anos

O trabalho de representação é muito extenuante e exigente. É preciso estar na rua todos os dias o dia inteiro e apesar de estar muito motivada para trabalhar, já não estou mais disposta a tantos sacrifícios. Resolvi que era hora de mudar e dar outra guinada. Quero trabalhar em algo que me dê satisfação mas que não exija demais (fisicamente) de uma jovem senhora de 78 anos. Ah, já ia me esquecendo: há 25 anos sou síndica de prédio em que moro: dez anos no anterior e quinze anos no atual.

Fonte: IDADE MAIOR

Reflexões!

28 de junho de 2008 comente
Afinidade...como um estado do Ser.
Além das palavras e dos pensamentos, há um encontro que traduz a essência de todos os seres humanos.
Desapegando-se de todas as limitações que nos aprisionam como seres comuns, tocamos a consciência de toda a criação, sentimos embuídos de suas qualidades e o que aspiramos está em afinidade com todo o Universo.


(Colaboração e texto:
Maria Aparecida Guimarães)



Reflexões!

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Afinidade...como um estado do Ser.
Além das palavras e dos pensamentos, há um encontro que traduz a essência de todos os seres humanos.
Desapegando-se de todas as limitações que nos aprisionam como seres comuns, tocamos a consciência de toda a criação, sentimos embuídos de suas qualidades e o que aspiramos está em afinidade com todo o Universo.


(Colaboração e texto:
Maria Aparecida Guimarães)



SITE INTERESSANTE PARA CÁLCULOS FINANCEIROS

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Aviso importante: O site CÁLCULO EXATO é um serviço gratuito que se propõe a auxiliar o usuário como simples referência e verificação de cálculos diversos. Este serviço não deve ser utilizado em substituição a um profissional habilitado.

Colaboração do leitor Alberto Kremnitzer

(Clique nos ítens em verde, para abrir o link do seu interesse)


1. Rescisão de contrato de trabalho - CLT
Calcula os valores da rescisão do contrato de trabalho de um empregado.
2. Reajuste de aluguel
Calcula os valores de reajuste de um aluguel, a partir do início do contrato.
3. Atualização de dívidas diversas
Calcula valor atualizado de uma obrigação atrasada.
4. Atualização de um valor por um índice financeiro
Atualiza um valor pela variação de um índice financeiro entre duas datas.
5. Férias de empregado doméstico
Calcula os valores devidos a empregado doméstico nas férias e emite recibos.
6. Salário de empregado doméstico
Calcula o salário líquido devido a empregado doméstico e emite recibos


Cálculos financeiros
Variação de índices, aplicação de correção monetária e juros.




Trabalhistas
Rescisão de contrato de trabalho CLT e empregado doméstico, salário anual.




Dívidas vencidas
Boletos bancários, cartão de crédito, cheque especial, outros




Cálculos periciais
Avaliação de valor de imóveis, avaliação de aluguéis e rescisão de contrato de trabalho



Conversão de unidades
Conversão de medidas, peso, volume, temperatura, etc.




Aluguéis
Cálculo de reajustes e dívidas




Viagens
Fuso horários, conversão de moeda e orçamentos de viagem.




Empregados domésticos
Férias, salário, décimo terceiro e rescisão




Outros sites
Cálculos disponíveis em outros sites: Cálculo de IPVA, cálculos judiciais, tarifas dos Correios e expurgo do FGTS



Saiba mais
-Os resultados podem ser conferidos a partir da memória dos cálculos
-Os cálculos podem ser salvos e alterados posteriormente
-Os cálculos podem ser exportados para um editor de texto
-Os cálculos podem ser impressos

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Colaboração do leitor Alberto Kremnitzer

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1. Rescisão de contrato de trabalho - CLT
Calcula os valores da rescisão do contrato de trabalho de um empregado.
2. Reajuste de aluguel
Calcula os valores de reajuste de um aluguel, a partir do início do contrato.
3. Atualização de dívidas diversas
Calcula valor atualizado de uma obrigação atrasada.
4. Atualização de um valor por um índice financeiro
Atualiza um valor pela variação de um índice financeiro entre duas datas.
5. Férias de empregado doméstico
Calcula os valores devidos a empregado doméstico nas férias e emite recibos.
6. Salário de empregado doméstico
Calcula o salário líquido devido a empregado doméstico e emite recibos


Cálculos financeiros
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Trabalhistas
Rescisão de contrato de trabalho CLT e empregado doméstico, salário anual.




Dívidas vencidas
Boletos bancários, cartão de crédito, cheque especial, outros




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Fuso horários, conversão de moeda e orçamentos de viagem.




Empregados domésticos
Férias, salário, décimo terceiro e rescisão




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MEMÓRIA RODA VIVA!

27 de junho de 2008 comente

A TV Cultura coloca na Net transcrições de 215 entrevistas do programa Roda Viva.
CLIQUE AQUI: MEMÓRIA RODA VIVA

MEMÓRIA RODA VIVA!

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A TV Cultura coloca na Net transcrições de 215 entrevistas do programa Roda Viva.
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PARA PESSOAS QUE NÃO POSSUEM PLANOS DE SAÚDE - SÃO PAULO

26 de junho de 2008 comente
LAVOISIER PROJETO POPULAR
EM SÃO PAULO



Agora, você pode fazer todos os exames que seu médico solicitar, na unidade Lavoisier Popular mais perto de você, com os preços utilizados para os convênios conforme CBHPM - tabela AMB Basta apresentar o pedido médico, que não precisa ser de médico do SUS ou da Prefeitura.
Trata-se de medida louvável que pode alcançar um público que tem dificuldade de acesso aos laboratórios públicos, não somente pela restrição de agendamento como também pela distância e custo de transporte para a realização do exame.
O baixo custo se justifica, porque a quantidade maior de exames implica na redução de custo unitário em equipamentos com capacidade ociosa.

FONE:(11) 3047-4488

LIGUE E LOCALIZE A UNIDADE
MAIS CONVENIENTE PARA VOCÊ
!


PARA PESSOAS QUE NÃO POSSUEM PLANOS DE SAÚDE - SÃO PAULO

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LAVOISIER PROJETO POPULAR
EM SÃO PAULO



Agora, você pode fazer todos os exames que seu médico solicitar, na unidade Lavoisier Popular mais perto de você, com os preços utilizados para os convênios conforme CBHPM - tabela AMB Basta apresentar o pedido médico, que não precisa ser de médico do SUS ou da Prefeitura.
Trata-se de medida louvável que pode alcançar um público que tem dificuldade de acesso aos laboratórios públicos, não somente pela restrição de agendamento como também pela distância e custo de transporte para a realização do exame.
O baixo custo se justifica, porque a quantidade maior de exames implica na redução de custo unitário em equipamentos com capacidade ociosa.

FONE:(11) 3047-4488

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INVENÇÕES

25 de junho de 2008 comente
Para ver.

CLIQUE AQUI: INVENÇÕES


INVENÇÕES

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Domingo à tarde na Grande Jatte é um ícone da pintura moderna. Este enorme painel com cerca de 3 metros de largura por 2 de altura foi realizado em 1884 por Georges Seurat ( 1859-1891) com uma técnica denominada "pontilhismo" que consistia em agrupar pequenos pontos coloridos numa certa ordem de modo a que a sua fusão na retina produzisse uma imagem inteligível. Assim uma obra destas dimensões comporta dezenas de milhares de pinceladas, sendo cada uma delas literalmente um pixel. (clique nas imagens, para vê-las ampliadas)

Georges Seurat contribuiu para a pintura francesa ao introduzir uma técnica mais sistemática e científica, chamada divisionismo ou pontilhismo a que ele chamou Pintura Óptica. A técnica consiste em separar as cores nas suas componentes, de maneira que, em vez de serem misturadas como pigmentos e aplicadas à tela, são, desde que as vejamos à distância certa, misturadas pelo olhar.

A técnica do divisionismo utilizada por Seurat deu origem ao neo-impressionismo e foi extensivamente utilizada na arte do século XX. Pode-se dizer que a teoria do divisionismo foi o precursor da televisão e da imagem digital.


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Domingo à tarde na Grande Jatte é um ícone da pintura moderna. Este enorme painel com cerca de 3 metros de largura por 2 de altura foi realizado em 1884 por Georges Seurat ( 1859-1891) com uma técnica denominada "pontilhismo" que consistia em agrupar pequenos pontos coloridos numa certa ordem de modo a que a sua fusão na retina produzisse uma imagem inteligível. Assim uma obra destas dimensões comporta dezenas de milhares de pinceladas, sendo cada uma delas literalmente um pixel. (clique nas imagens, para vê-las ampliadas)

Georges Seurat contribuiu para a pintura francesa ao introduzir uma técnica mais sistemática e científica, chamada divisionismo ou pontilhismo a que ele chamou Pintura Óptica. A técnica consiste em separar as cores nas suas componentes, de maneira que, em vez de serem misturadas como pigmentos e aplicadas à tela, são, desde que as vejamos à distância certa, misturadas pelo olhar.

A técnica do divisionismo utilizada por Seurat deu origem ao neo-impressionismo e foi extensivamente utilizada na arte do século XX. Pode-se dizer que a teoria do divisionismo foi o precursor da televisão e da imagem digital.


Duas Luas no dia 27 de Agosto

3 comentários
O Planeta Marte será o mais brilhante no início da noite. Parecerá tão grande quanto
a Lua cheia. Este fenômeno acontecerá no dia 27 de Agosto quando o planeta Marte
ficar a 34.65 milhões de milhas da Terra.
Olhe o céu às 12:30 a.m. (meia noite e trinta) no dia 27 de Agosto, parecerá que a Terra tem 2 luas.
A próxima vez que ele ficará tão perto da Terra será em 2287.

Partilhe com os seus amigos pois NINGUÉM VIVO HOJE voltará a vê-lo.



A imagem é fictícia


Colaboração:Alberto Kremnitzer


Duas Luas no dia 27 de Agosto

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O Planeta Marte será o mais brilhante no início da noite. Parecerá tão grande quanto
a Lua cheia. Este fenômeno acontecerá no dia 27 de Agosto quando o planeta Marte
ficar a 34.65 milhões de milhas da Terra.
Olhe o céu às 12:30 a.m. (meia noite e trinta) no dia 27 de Agosto, parecerá que a Terra tem 2 luas.
A próxima vez que ele ficará tão perto da Terra será em 2287.

Partilhe com os seus amigos pois NINGUÉM VIVO HOJE voltará a vê-lo.



A imagem é fictícia


Colaboração:Alberto Kremnitzer


UNIFESP BAIXADA SANTISTA - INSCRIÇÕES PARA 3a. IDADE

24 de junho de 2008 comente


UNIFESP BAIXADA SANTISTA ABRE

INSCRIÇÕES PARA TERCEIRA IDADE

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Baixada Santista abre inscrições nesta quarta-feira (25) para o curso da Universidade Aberta à Terceira Idade (Uati).

Pessoas acima de 50 anos podem se inscrever na Secretaria da Educação (Seduc), localizada na rua Assis Corrêa, 20, bairro do Gonzaga, até dia 10 de julho. É preciso apresentar duas fotos 3x4 recentes, RG, CPF e comprovante de residência com cep (original e uma cópia). O valor da inscrição é de R$ 50.

As aulas terão início em 5 de agosto e acontecem sempre às terças e quintas-feiras, entre 14h e 16h30, na Seduc.

Inscrições UATI - Unifesp Baixada Santista

Período: de 25/06 a 10/07

Horários: de segunda a sexta, das 8h às 11h e das 13h às 16h

Mais informações pelo telefone: (13) 3228-1818, ramal 1842

Secretaria da Educação - Seduc: Rua Assis Corrêa, 20, Gonzaga

Mensalidade: R$ 50,00

Unifesp-Universidade Federal de São Paulo

Assessoria de Imprensa

Telefones: (11) 5579-1328 / 5085-0279 / 5539-4746

todos.jpta@midia.epm.br

Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação Junho / 2008

Colaboração: Lúcia Fontes