1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Beleza em qualquer idade.

31 de julho de 2008 comente





O expert em maquiagem Luciano Ramos foi entrevistado pela revista Claudia, da Editora Abril, e revelou alguns segredos sobre que maquiagem usar – e qual evitar - nas diferentes fases da vida.

Segundo ele, o ideal da faixa dos 20 anos é aproveitar a extroversão e displicência da idade e brincar com a beleza. São recomendadas bases leves apenas para uniformizar o tom da pele e toques sutis de blush, para dar um ar saudável ao rosto. Utilize várias camadas de rímel, pois elas valorizam o olhar e abuse de sombras coloridas. "Brinque com os tons, você está na idade do humor!", enfatiza Luciano. Não tenha medo de variar o visual do cabelo. "Experimente penteados descontraídos sem a preocupação de parecer ter acabado de sair do salão", aconselha o maquiador. De acordo com ele, é bom evitar maquiagens pesadas e aquele “visual de mãe”.

Aos 30, a mulher já está mais madura e se sentindo poderosa. É hora de apostar no visual elaborado. Sombras nas tonalidades de marrom e terracota são clássicas e sempre elegantes. "Passar lápis dentro dos olhos sem deixar o traço muito marcado. O olhar fica muito mais sexy (evite fazer isso se seus olhos forem pequenos)", aconselha o expert para a revista Cláudia. Segundo ele, batom vermelho sem brilho deixa a boca sensual e poderosa e, se gostar muito de cor, é melhor deixá-la para detalhes, como o risco leve do delineador. Procure evitar maquiagens muito coloridas ou misturas, tentando destacar tudo ao mesmo tempo.

Já na faixa dos 40 anos, a mulher está numa fase confiante e dona de si. O recomendado agora é investir em cremes com tecnologia de ponta e bases leves com efeito lift. Sombras mate, nos tons neutros e nas variações de marrom também são boa pedida. Luciano aconselha blush pêssego para dar um ar mais saudável, batons cor de boca, vermelho fechado e bordô e delineador. Prefira cabelos de médios a curtos, para não pesar o visual. Se fizer questão de cor, deixe-a para os acessórios: um lenço, uma jóia, um detalhe na roupa ou no sapato.

FONTE:
Saber Mulher
Equipe Saber Mulher - Jornalista responsável: Luiz Laerte Fontes


Beleza em qualquer idade.

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O expert em maquiagem Luciano Ramos foi entrevistado pela revista Claudia, da Editora Abril, e revelou alguns segredos sobre que maquiagem usar – e qual evitar - nas diferentes fases da vida.

Segundo ele, o ideal da faixa dos 20 anos é aproveitar a extroversão e displicência da idade e brincar com a beleza. São recomendadas bases leves apenas para uniformizar o tom da pele e toques sutis de blush, para dar um ar saudável ao rosto. Utilize várias camadas de rímel, pois elas valorizam o olhar e abuse de sombras coloridas. "Brinque com os tons, você está na idade do humor!", enfatiza Luciano. Não tenha medo de variar o visual do cabelo. "Experimente penteados descontraídos sem a preocupação de parecer ter acabado de sair do salão", aconselha o maquiador. De acordo com ele, é bom evitar maquiagens pesadas e aquele “visual de mãe”.

Aos 30, a mulher já está mais madura e se sentindo poderosa. É hora de apostar no visual elaborado. Sombras nas tonalidades de marrom e terracota são clássicas e sempre elegantes. "Passar lápis dentro dos olhos sem deixar o traço muito marcado. O olhar fica muito mais sexy (evite fazer isso se seus olhos forem pequenos)", aconselha o expert para a revista Cláudia. Segundo ele, batom vermelho sem brilho deixa a boca sensual e poderosa e, se gostar muito de cor, é melhor deixá-la para detalhes, como o risco leve do delineador. Procure evitar maquiagens muito coloridas ou misturas, tentando destacar tudo ao mesmo tempo.

Já na faixa dos 40 anos, a mulher está numa fase confiante e dona de si. O recomendado agora é investir em cremes com tecnologia de ponta e bases leves com efeito lift. Sombras mate, nos tons neutros e nas variações de marrom também são boa pedida. Luciano aconselha blush pêssego para dar um ar mais saudável, batons cor de boca, vermelho fechado e bordô e delineador. Prefira cabelos de médios a curtos, para não pesar o visual. Se fizer questão de cor, deixe-a para os acessórios: um lenço, uma jóia, um detalhe na roupa ou no sapato.

FONTE:
Saber Mulher
Equipe Saber Mulher - Jornalista responsável: Luiz Laerte Fontes


Coma melhor sem pagar caro

30 de julho de 2008 comente



Se você acha que está gastando cada vez mais com os alimentos, é bom dar uma olhada na maneira que você está comendo. Acredite ou não, ainda é possível comer bem, sem gastar uma fortuna. Eis algumas idéias úteis para comer melhor e gastar menos:

  • Fique na cozinha. A cozinha é quentinha, agradável e, se não tiver televisão, é livre de distrações. Preparar refeições só ou com a família toda pode ser algo criativo e relaxante. Além disso, quanto mais você fizer, melhor você vai ficando.

  • Corte custos de conveniência. A verdade é que se a sua conta de alimentos estivá muito elevada, provavelmente os alimentos preparados sejam os responsáveis. Fazer seus próprios lanches ou criar suas próprias saladas pode economizar muito dinheiro e irá tomar pouquíssimo de seu tempo. Dê uma espiada nos armários da cozinha, e veja o que dá para você fazer, ao invés de comprar.

  • Faça porções extras de uma vez. Almoçar fora todos os dias pode viciar. Em vez disso, por que não fazer porções extras em casa e refrigerar para comer depois – como no almoço de amanhã, por exemplo.

  • Encha as prateleiras. Se for possível, deixe um espaço em casa para estocar não-perecíveis, quando houver ofertas de preço. O segredo é comprar os alimentos quando estiverem com desconto, e não na hora em que for precisar deles.

  • Compre bastante carne, mas também coma vegetais. Se encontrar bons preços e se estiver dentro de seu plano alimentar, compre quantidades maiores de carnes e divida-a em porções menores que possam ser congeladas para usar depois. E não se esqueça de incluir uma grande quantidade de frutas e verduras em seu plano alimentar-são grandes fontes de energia e são mais baratos.

  • Não compre alimentos só porque estão em oferta. Comprar alimentos só porque estão baratos, nem sempre representa economia. Se você não comer, isso é desperdício de sua parte.

Quando você faz as coisas por si, como criar seus pratos, você não apenas come melhor, como economiza dinheiro.

Veja Mais:

Coma melhor sem pagar caro

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Se você acha que está gastando cada vez mais com os alimentos, é bom dar uma olhada na maneira que você está comendo. Acredite ou não, ainda é possível comer bem, sem gastar uma fortuna. Eis algumas idéias úteis para comer melhor e gastar menos:

  • Fique na cozinha. A cozinha é quentinha, agradável e, se não tiver televisão, é livre de distrações. Preparar refeições só ou com a família toda pode ser algo criativo e relaxante. Além disso, quanto mais você fizer, melhor você vai ficando.

  • Corte custos de conveniência. A verdade é que se a sua conta de alimentos estivá muito elevada, provavelmente os alimentos preparados sejam os responsáveis. Fazer seus próprios lanches ou criar suas próprias saladas pode economizar muito dinheiro e irá tomar pouquíssimo de seu tempo. Dê uma espiada nos armários da cozinha, e veja o que dá para você fazer, ao invés de comprar.

  • Faça porções extras de uma vez. Almoçar fora todos os dias pode viciar. Em vez disso, por que não fazer porções extras em casa e refrigerar para comer depois – como no almoço de amanhã, por exemplo.

  • Encha as prateleiras. Se for possível, deixe um espaço em casa para estocar não-perecíveis, quando houver ofertas de preço. O segredo é comprar os alimentos quando estiverem com desconto, e não na hora em que for precisar deles.

  • Compre bastante carne, mas também coma vegetais. Se encontrar bons preços e se estiver dentro de seu plano alimentar, compre quantidades maiores de carnes e divida-a em porções menores que possam ser congeladas para usar depois. E não se esqueça de incluir uma grande quantidade de frutas e verduras em seu plano alimentar-são grandes fontes de energia e são mais baratos.

  • Não compre alimentos só porque estão em oferta. Comprar alimentos só porque estão baratos, nem sempre representa economia. Se você não comer, isso é desperdício de sua parte.

Quando você faz as coisas por si, como criar seus pratos, você não apenas come melhor, como economiza dinheiro.

Veja Mais:

Quem se lembra ? Faz 23 anos.

29 de julho de 2008 comente
Em 1985, 45 artistas americanos, liderados por Harry Belafonte, Kenny Rogers, Michael Jackson e Lionel Richie, se juntaram e gravaram música única, "We Are the World". Os lucros consideráveis foram destinados para para o alívio da fome e doença na África.


USA For Africa - We Are The World

Quem se lembra ? Faz 23 anos.

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Em 1985, 45 artistas americanos, liderados por Harry Belafonte, Kenny Rogers, Michael Jackson e Lionel Richie, se juntaram e gravaram música única, "We Are the World". Os lucros consideráveis foram destinados para para o alívio da fome e doença na África.


USA For Africa - We Are The World

Alimentos que favorecem a memória.

28 de julho de 2008 comente



Para garantir que os *neurotransmissores sejam eficazes na transmissão de informações entre células nervosas, invista em alimentos antioxidantes. A quantidade a ser ingerida dever ser recomendada pelo seu médico.
  • Vitamina B12
Frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo, alface.

  • Vitamina B15
  • Amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados, levedo.

  • Vitamina C
Hortaliças e frutas: limão, laranja e cenoura; pimenta vermelha seca
  • Vitamina E
Óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate, gema de ovo.

  • Colina
Gema de ovo , espinafre cru, soja germinada, levedo, nozes.

  • Selênio
Levedo, ovo, alho e cebola.
  • Zinco
Frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo, maxixe.




(1)Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios, por meio das quais elas podem enviar informações a outras células.
(2) Neurônio, é a célula do sistema nervoso, responsável pela condução do impulso nervoso.




Alimentos que favorecem a memória.

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Para garantir que os *neurotransmissores sejam eficazes na transmissão de informações entre células nervosas, invista em alimentos antioxidantes. A quantidade a ser ingerida dever ser recomendada pelo seu médico.
  • Vitamina B12
Frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo, alface.

  • Vitamina B15
  • Amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados, levedo.

  • Vitamina C
Hortaliças e frutas: limão, laranja e cenoura; pimenta vermelha seca
  • Vitamina E
Óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate, gema de ovo.

  • Colina
Gema de ovo , espinafre cru, soja germinada, levedo, nozes.

  • Selênio
Levedo, ovo, alho e cebola.
  • Zinco
Frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo, maxixe.




(1)Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios, por meio das quais elas podem enviar informações a outras células.
(2) Neurônio, é a célula do sistema nervoso, responsável pela condução do impulso nervoso.




Segurança no Lar.

27 de julho de 2008 comente



Segurança no Lar.

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26 de Julho - Dia da vovó

26 de julho de 2008 comente
Beijos do Espaço Melhor Idade para todas vocês!

O cheiro de bolo quente, pão de queijo e outros quitutes estão gravados em nossa memória, mesmo que nunca tenhamos convivido com nossa vovó. Isso se explica pela imagem da vovó tradicional, já tão arraigada em nossa mente.

A figura da vovó está, geralmente, associada a uma cadeira de balanço, óculos redondos e tricô. Durante muitos e muitos anos, esse estereótipo ficou gravado em nossa memória: a bondosa velhinha, contadora de lindas histórias e preparadora de deliciosos quitutes.Mas seja qual for o estilo de vovó, moderna ou não, elas estarão sempre vivas em nossos corações.

Com o passar dos anos, essa tradicional vovó foi sendo substituída por outra mais atual. A vovó moderna também desenvolve outras atividades fora do lar. Ela trabalha em lojas, fábricas, escolas, repartições públicas, enfim, ela participa da economia do país. Essa mudança parece simples, mas romper com as tradições não é nada fácil.

As vovós de hoje lutaram para conquistar esse espaço na sociedade. O amor pelos netos não diminuiu, mas sua auto-estima é que aumentou. As vovós modernas sabem que a saúde mental de uma pessoa também depende do lazer e do trabalho, por isso conciliam família a uma vida social mais ativa (visita a amigas, voluntariado em obras sociais etc.). Mas essa modernidade não atinge todas as vovós.

Ainda há muitas tradicionais que optaram por apenas cuidar dos netos. Sem dúvida alguma, o papel que elas desempenham é muito importante, porque desta maneira, suas noras e filhas podem trabalhar tranqüilas, cientes de que seus filhos não poderiam estar em mãos melhores.

Dizem que ser vovó é ser mãe duas vezes, com a vantagem de terem o direito de "estragar" os netos, mimando-os mais do que o necessário. Mas as vovós também ajudam a educar as crianças e a resolver problemas práticos como buscar o neto na escola ou algo parecido. Quem já não desejou um dia estar deitada no colo da vovó recebendo dela um cafuné ou uma palavra de carinho?

Amá-las e respeitá-las, significa celebrar diáriamente a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria.

26 de Julho - Dia da vovó

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Beijos do Espaço Melhor Idade para todas vocês!

O cheiro de bolo quente, pão de queijo e outros quitutes estão gravados em nossa memória, mesmo que nunca tenhamos convivido com nossa vovó. Isso se explica pela imagem da vovó tradicional, já tão arraigada em nossa mente.

A figura da vovó está, geralmente, associada a uma cadeira de balanço, óculos redondos e tricô. Durante muitos e muitos anos, esse estereótipo ficou gravado em nossa memória: a bondosa velhinha, contadora de lindas histórias e preparadora de deliciosos quitutes.Mas seja qual for o estilo de vovó, moderna ou não, elas estarão sempre vivas em nossos corações.

Com o passar dos anos, essa tradicional vovó foi sendo substituída por outra mais atual. A vovó moderna também desenvolve outras atividades fora do lar. Ela trabalha em lojas, fábricas, escolas, repartições públicas, enfim, ela participa da economia do país. Essa mudança parece simples, mas romper com as tradições não é nada fácil.

As vovós de hoje lutaram para conquistar esse espaço na sociedade. O amor pelos netos não diminuiu, mas sua auto-estima é que aumentou. As vovós modernas sabem que a saúde mental de uma pessoa também depende do lazer e do trabalho, por isso conciliam família a uma vida social mais ativa (visita a amigas, voluntariado em obras sociais etc.). Mas essa modernidade não atinge todas as vovós.

Ainda há muitas tradicionais que optaram por apenas cuidar dos netos. Sem dúvida alguma, o papel que elas desempenham é muito importante, porque desta maneira, suas noras e filhas podem trabalhar tranqüilas, cientes de que seus filhos não poderiam estar em mãos melhores.

Dizem que ser vovó é ser mãe duas vezes, com a vantagem de terem o direito de "estragar" os netos, mimando-os mais do que o necessário. Mas as vovós também ajudam a educar as crianças e a resolver problemas práticos como buscar o neto na escola ou algo parecido. Quem já não desejou um dia estar deitada no colo da vovó recebendo dela um cafuné ou uma palavra de carinho?

Amá-las e respeitá-las, significa celebrar diáriamente a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria.

TURBINANDO A MEMÓRIA - Alzheimer (II)

25 de julho de 2008 comente

Sofrer com brancos na hora de fazer uma prova ou realizar uma apresentação em público. Esquecer compromissos, datas importantes, nomes e fisionomias. Com o estresse e o excesso de informações a que somos expostos no dia-a-dia, os lapsos de memória são cada vez mais freqüentes e, acredite, eles não têm nada a ver com a idade.

Já existem pesquisas apontando que a memória não se degenera com o passar dos anos. Um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Os neurologistas sabem que outros fatores têm muito mais influência sobre a deterioração da memória, quando em comparação à idade avançada. São eles:

  • Estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória.
  • Traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar.
  • Ansiedade e depressão.
  • Cansaço.
  • Drogas e medicamentos.

No combate aos efeitos, causados por eles, os especialistas contam com um esquadrão poderoso. A receita inclui desde uma alimentação caprichada até exercícios e comemore!

Alimentação Equilibrada


Exercícios físicos para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados.

Meditação

Aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse. Para meditar, basta reservar poucos minutos do dia, escolher um local tranqüilo e uma posição mais confortável. Preste atenção em sua respiração e não dê corda aos pensamentos que vão surgir. Tente deixar a mente em branco.Escolha a melhor técnica, e começa a meditar.


Pesquisas realizadas pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), pela Universidade de Harvard e pela Universidade da Califórnia constataram que meditar:

  • diminui o risco de infarto e derrame cerebral;
  • reforça o sistema imunológico;
  • aplaca emoções negativas, como o medo e a raiva;
  • aumenta a produção de hormônios calmantes e reduz o nível de cortisol, hormônio desencadeador do estresse;
  • auxilia a liberação de endorfina, um forte tranqüilizante que provoca a sensação de alegria e de bem-estar;
  • alivia a insônia e deixar a memória mais afiada.

Jogos

Palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles,(quebra-cabeça) leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental são essenciais para combater a falta de memória.

Terapia

Fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente continuam a gerar sofrimento, isso porque eles se manifestam em outras circunstâncias aparentemente sem importância. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, dizia que tudo aquilo sobre o qual não podemos falar torna-se um sintoma. Sofrimento recalcado é como uma ferida com pus. Vai latejar até você drená-la. Terapia é uma alternativa eficiente para esses casos.

TURBINANDO A MEMÓRIA - Alzheimer (II)

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Sofrer com brancos na hora de fazer uma prova ou realizar uma apresentação em público. Esquecer compromissos, datas importantes, nomes e fisionomias. Com o estresse e o excesso de informações a que somos expostos no dia-a-dia, os lapsos de memória são cada vez mais freqüentes e, acredite, eles não têm nada a ver com a idade.

Já existem pesquisas apontando que a memória não se degenera com o passar dos anos. Um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Os neurologistas sabem que outros fatores têm muito mais influência sobre a deterioração da memória, quando em comparação à idade avançada. São eles:

  • Estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória.
  • Traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar.
  • Ansiedade e depressão.
  • Cansaço.
  • Drogas e medicamentos.

No combate aos efeitos, causados por eles, os especialistas contam com um esquadrão poderoso. A receita inclui desde uma alimentação caprichada até exercícios e comemore!

Alimentação Equilibrada


Exercícios físicos para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados.

Meditação

Aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse. Para meditar, basta reservar poucos minutos do dia, escolher um local tranqüilo e uma posição mais confortável. Preste atenção em sua respiração e não dê corda aos pensamentos que vão surgir. Tente deixar a mente em branco.Escolha a melhor técnica, e começa a meditar.


Pesquisas realizadas pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), pela Universidade de Harvard e pela Universidade da Califórnia constataram que meditar:

  • diminui o risco de infarto e derrame cerebral;
  • reforça o sistema imunológico;
  • aplaca emoções negativas, como o medo e a raiva;
  • aumenta a produção de hormônios calmantes e reduz o nível de cortisol, hormônio desencadeador do estresse;
  • auxilia a liberação de endorfina, um forte tranqüilizante que provoca a sensação de alegria e de bem-estar;
  • alivia a insônia e deixar a memória mais afiada.

Jogos

Palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles,(quebra-cabeça) leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental são essenciais para combater a falta de memória.

Terapia

Fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente continuam a gerar sofrimento, isso porque eles se manifestam em outras circunstâncias aparentemente sem importância. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, dizia que tudo aquilo sobre o qual não podemos falar torna-se um sintoma. Sofrimento recalcado é como uma ferida com pus. Vai latejar até você drená-la. Terapia é uma alternativa eficiente para esses casos.

10 sinais para você diferenciar os sintomas de Alzheimer e envelhecimento (I)

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Esquecimentos, mudança brusca de humor e falta de iniciativa pedem atenção.

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o cérebro e provoca a perda das funções cognitivas, como memória, capacidade de orientação no tempo e/ou espaço e capacidade de planejamento. O problema se inicia com alterações na memória e avança progressivamente até a dependência total do paciente. De acordo com a entidade norte-americana Alzheimer s Association, mais de 5 milhões de pessoas têm Alzheimer em todo o mundo.

A doença é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, pois é facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento. O problema afeta, normalmente, idosos com mais de 65 anos. Nas primeiras fases, a maioria dos pacientes será capaz de realizar exercícios normalmente, mas enfrentam a dificuldade provocada pelos efeitos da depressão e perda de memória , explica a fisioterapeuta Luciane Galego Almeida, do Hospital Samaritano de São Paulo.


Apesar da doença não ter cura, alguns hábitos simples podem prevenir e retardar o avanço do problema. Segundo o neurologista do Samaritano, Dr. Getúlio Daré Rabello, existem algumas regras para combater o mal de Alzheimer. A prevenção desse mal envolve, além dos cuidados gerais para manter uma boa saúde (controle de pressão arterial, açúcar no sangue,colesterol ), a pratica de esportes, atividades intelectuais, e cuidados redobrados para evitar traumas na cabeça , afirma o especialista. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a qualidade de vida e atenuar os efeitos do Alzheimer. Além disso, a prática de atividades aumenta a circulação sanguínea, estimulando todas as funções do organismo.

Saiba como identificar a doença
Com o avançar da idade, alterações na memória são comuns. Porém, os sintomas do Alzheimer vão além do simples esquecimento do dia-a-dia. Portadores da doença têm dificuldade para se comunicar, aprender e raciocinar. Problemas impactam o trabalho e atividades sociais e familiares. A Alzheimer Association desenvolveu um teste para ajudar a diferenciar sinais normais da idade com o mal de Alzheimer. Como a doença é difícil de diagnosticar, é fundamental que pessoas com mais de 60 anos procurem um médico para entender melhor os sintomas. O diagnóstico precoce é chave para uma melhor qualidade de vida e controle da doença.

1. Perda de memória
Esquecer informações aprendidas recentemente é um dos primeiros sintomas da doença. Não se assuste, esquecer nomes e compromissos ocasionalmente é normal. Fique atento caso a pessoa comece a esquecer as coisas com mais freqüência e fique incapaz de relembrar o assunto posteriormente.

2. Dificuldade para realizar atividades rotineiras
Portadores de Alzheimer têm dificuldade para planejar e completar tarefas do dia-a-dia, como preparar uma refeição, fazer uma ligação ou jogar um jogo. Porém, esquecer, ocasionalmente, o que você ia dizer ou o que você ia fazer é normal.


3. Esquecimentos
Pacientes com Alzheimer podem se esquecer de onde estão e de como chegaram até lá. Além disso, perder-se na própria vizinhança ou esquecer o caminho de casa são comuns lapsos comuns entre os portadores da doença.


4. Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal
Vestir-se de forma inapropriada, com várias camadas de roupa em dias quentes ou pouca vestimenta em dias frios. Pacientes mostram pouca capacidade de julgamento, como doar alta soma de dinheiro sem motivo específico.


5. Problemas com pensamento abstrato
Dificuldade acima do comum para realizar raciocínios mentais, como esquecer para que servem os números ou como devem ser usados, é outro sinal do problema. Porém, achar difícil decifrar ou desenvolver uma fórmula matemática é normal.


6. Errar o lugar as coisas
Pessoas com Alzheimer podem errar o lugar de coisas usuais. Por exemplo, colocar o ferro de passar no freezer é um sintoma comum da doença. Entretanto, é normal colocar as chaves do carro ou carteira em lugar estranho de vez em quando.

7. Mudanças de humor e comportamento
Rápida alternância de humor e comportamento também é um sinal de doença. Pacientes mudam de humor muito rápido e sem motivos aparentes. Podem ir de um estado calmo ao depressivo e raivoso em pouco tempo.


8. Transformações de personalidade
A personalidade de pessoas com Alzheimer pode mudar drasticamente. Podem se tornar confusos, desconfiados, medrosos ou dependentes de um membro da família. Entretanto, com o passar dos anos, é normal alguma mudança na personalidade. Fique atento se a transformação for mais severa que o usual.


9. Perda de iniciativa nas atividades
As pessoas com Alzheimer tornam-se muito passivos. Ficam, por exemplo, horas em frente a TV por horas, dormem mais que o normal e, normalmente, não têm disposição para realizar tarefas usuais.


10. Problemas com a linguagem
Esquecer palavras simples, substituir palavras comuns e usuais, dificultar a forma de falar ou escrever pode ser um sinal da doença. Por exemplo, um portador do problema não consegue encontrar a escova de dente e, ao invés de perguntar onde está minha escova de dente? Perguntaria - onde está o objeto de limpar a boca?.


Entenda o texto, apenas como informativo.

Apenas um profissional especializado, poderá definir um diagnóstico.

10 sinais para você diferenciar os sintomas de Alzheimer e envelhecimento (I)

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Esquecimentos, mudança brusca de humor e falta de iniciativa pedem atenção.

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o cérebro e provoca a perda das funções cognitivas, como memória, capacidade de orientação no tempo e/ou espaço e capacidade de planejamento. O problema se inicia com alterações na memória e avança progressivamente até a dependência total do paciente. De acordo com a entidade norte-americana Alzheimer s Association, mais de 5 milhões de pessoas têm Alzheimer em todo o mundo.

A doença é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, pois é facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento. O problema afeta, normalmente, idosos com mais de 65 anos. Nas primeiras fases, a maioria dos pacientes será capaz de realizar exercícios normalmente, mas enfrentam a dificuldade provocada pelos efeitos da depressão e perda de memória , explica a fisioterapeuta Luciane Galego Almeida, do Hospital Samaritano de São Paulo.


Apesar da doença não ter cura, alguns hábitos simples podem prevenir e retardar o avanço do problema. Segundo o neurologista do Samaritano, Dr. Getúlio Daré Rabello, existem algumas regras para combater o mal de Alzheimer. A prevenção desse mal envolve, além dos cuidados gerais para manter uma boa saúde (controle de pressão arterial, açúcar no sangue,colesterol ), a pratica de esportes, atividades intelectuais, e cuidados redobrados para evitar traumas na cabeça , afirma o especialista. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a qualidade de vida e atenuar os efeitos do Alzheimer. Além disso, a prática de atividades aumenta a circulação sanguínea, estimulando todas as funções do organismo.

Saiba como identificar a doença
Com o avançar da idade, alterações na memória são comuns. Porém, os sintomas do Alzheimer vão além do simples esquecimento do dia-a-dia. Portadores da doença têm dificuldade para se comunicar, aprender e raciocinar. Problemas impactam o trabalho e atividades sociais e familiares. A Alzheimer Association desenvolveu um teste para ajudar a diferenciar sinais normais da idade com o mal de Alzheimer. Como a doença é difícil de diagnosticar, é fundamental que pessoas com mais de 60 anos procurem um médico para entender melhor os sintomas. O diagnóstico precoce é chave para uma melhor qualidade de vida e controle da doença.

1. Perda de memória
Esquecer informações aprendidas recentemente é um dos primeiros sintomas da doença. Não se assuste, esquecer nomes e compromissos ocasionalmente é normal. Fique atento caso a pessoa comece a esquecer as coisas com mais freqüência e fique incapaz de relembrar o assunto posteriormente.

2. Dificuldade para realizar atividades rotineiras
Portadores de Alzheimer têm dificuldade para planejar e completar tarefas do dia-a-dia, como preparar uma refeição, fazer uma ligação ou jogar um jogo. Porém, esquecer, ocasionalmente, o que você ia dizer ou o que você ia fazer é normal.


3. Esquecimentos
Pacientes com Alzheimer podem se esquecer de onde estão e de como chegaram até lá. Além disso, perder-se na própria vizinhança ou esquecer o caminho de casa são comuns lapsos comuns entre os portadores da doença.


4. Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal
Vestir-se de forma inapropriada, com várias camadas de roupa em dias quentes ou pouca vestimenta em dias frios. Pacientes mostram pouca capacidade de julgamento, como doar alta soma de dinheiro sem motivo específico.


5. Problemas com pensamento abstrato
Dificuldade acima do comum para realizar raciocínios mentais, como esquecer para que servem os números ou como devem ser usados, é outro sinal do problema. Porém, achar difícil decifrar ou desenvolver uma fórmula matemática é normal.


6. Errar o lugar as coisas
Pessoas com Alzheimer podem errar o lugar de coisas usuais. Por exemplo, colocar o ferro de passar no freezer é um sintoma comum da doença. Entretanto, é normal colocar as chaves do carro ou carteira em lugar estranho de vez em quando.

7. Mudanças de humor e comportamento
Rápida alternância de humor e comportamento também é um sinal de doença. Pacientes mudam de humor muito rápido e sem motivos aparentes. Podem ir de um estado calmo ao depressivo e raivoso em pouco tempo.


8. Transformações de personalidade
A personalidade de pessoas com Alzheimer pode mudar drasticamente. Podem se tornar confusos, desconfiados, medrosos ou dependentes de um membro da família. Entretanto, com o passar dos anos, é normal alguma mudança na personalidade. Fique atento se a transformação for mais severa que o usual.


9. Perda de iniciativa nas atividades
As pessoas com Alzheimer tornam-se muito passivos. Ficam, por exemplo, horas em frente a TV por horas, dormem mais que o normal e, normalmente, não têm disposição para realizar tarefas usuais.


10. Problemas com a linguagem
Esquecer palavras simples, substituir palavras comuns e usuais, dificultar a forma de falar ou escrever pode ser um sinal da doença. Por exemplo, um portador do problema não consegue encontrar a escova de dente e, ao invés de perguntar onde está minha escova de dente? Perguntaria - onde está o objeto de limpar a boca?.


Entenda o texto, apenas como informativo.

Apenas um profissional especializado, poderá definir um diagnóstico.

Curiosidade - A história do "cheque"

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A história do cheque, assim como a própria origem da palavra cheque é controversa. Entre várias hipóteses, as mais prováveis são as seguintes:

- O cheque teria sido inventado pelos romanos, aproximadamente em 352 a.C.
- Entre 1118 e 1307, a Ordem dos Templários teria criado um sistema de cheques peregrinos.
- O cheque teria sido inventado na Idade Média, quando os senhores feudais depositavam seu ouro nas oficinas dos ourives, único lugar considerado seguro na época.

A origem do nome cheque também gera polêmica. Por um lado, os ingleses pensam que a palavra cheque teve origem na palavra francesa echequier, que quer dizer “tabuleiro de xadrez”. Isso por que, segundo os ingleses, as mesas utilizadas nos bancos eram como um tabuleiro de xadrez.

Em contrapartida, os franceses sustentam a idéia que a palavra cheque tem origem no inglês to check, que significa "conferir, verificar".

O que se sabe de fato, é que por volta de 1500, em Amsterdã, Holanda, já era costume depositar o dinheiro em cashiers (caixas), por motivo de segurança. Esses cashiers, após algum tempo, passaram a realizar operações como depósitos e cancelamento de débitos apenas com ordens escritas (cheques) de seus clientes.

Com o aumento do comércio por toda a Europa, e o conseqüente nascimento do sistema capitalista, surgiu a necessidade de novos documentos, pois os papéis (ou cédulas) tornaram-se insuficientes para o comércio de bens que se estabelecia. Esses documentos foram chamados de letras de câmbio. O primeiro banco que aceitou as letras de câmbio foi o banco dos Médici, em Florença, sendo que em seguida, outros bancos aderiram à utilização desse sistema.

Em 1605, o banco da Inglaterra passou a emitir blocos em branco a seus clientes, de acordo com o quanto guardavam em ouro no estabelecimento. Esses blocos em branco, a serem preenchidos pelo cliente com o valor da retirada que desejavam fazer, eram muito parecidos com os talões de cheque como os conhecemos atualmente, inclusive com um canhoto, onde os clientes faziam suas anotações.

As primeiras Leis que atuaram sobre o cheque foram criadas em 1865, na França. Embora tenha sido na Inglaterra a expansão mais rápida da utilização dos cheques, a legislação só foi criada em 1882.

No Brasil, o cheque, ainda com o nome de cautela, surgiu em 1845, quando foi fundado o banco Comercial da Bahia. Em 1893, a palavra cheque foi citada pela primeira vez em uma Lei brasileira.

Curiosidade - A história do "cheque"

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A história do cheque, assim como a própria origem da palavra cheque é controversa. Entre várias hipóteses, as mais prováveis são as seguintes:

- O cheque teria sido inventado pelos romanos, aproximadamente em 352 a.C.
- Entre 1118 e 1307, a Ordem dos Templários teria criado um sistema de cheques peregrinos.
- O cheque teria sido inventado na Idade Média, quando os senhores feudais depositavam seu ouro nas oficinas dos ourives, único lugar considerado seguro na época.

A origem do nome cheque também gera polêmica. Por um lado, os ingleses pensam que a palavra cheque teve origem na palavra francesa echequier, que quer dizer “tabuleiro de xadrez”. Isso por que, segundo os ingleses, as mesas utilizadas nos bancos eram como um tabuleiro de xadrez.

Em contrapartida, os franceses sustentam a idéia que a palavra cheque tem origem no inglês to check, que significa "conferir, verificar".

O que se sabe de fato, é que por volta de 1500, em Amsterdã, Holanda, já era costume depositar o dinheiro em cashiers (caixas), por motivo de segurança. Esses cashiers, após algum tempo, passaram a realizar operações como depósitos e cancelamento de débitos apenas com ordens escritas (cheques) de seus clientes.

Com o aumento do comércio por toda a Europa, e o conseqüente nascimento do sistema capitalista, surgiu a necessidade de novos documentos, pois os papéis (ou cédulas) tornaram-se insuficientes para o comércio de bens que se estabelecia. Esses documentos foram chamados de letras de câmbio. O primeiro banco que aceitou as letras de câmbio foi o banco dos Médici, em Florença, sendo que em seguida, outros bancos aderiram à utilização desse sistema.

Em 1605, o banco da Inglaterra passou a emitir blocos em branco a seus clientes, de acordo com o quanto guardavam em ouro no estabelecimento. Esses blocos em branco, a serem preenchidos pelo cliente com o valor da retirada que desejavam fazer, eram muito parecidos com os talões de cheque como os conhecemos atualmente, inclusive com um canhoto, onde os clientes faziam suas anotações.

As primeiras Leis que atuaram sobre o cheque foram criadas em 1865, na França. Embora tenha sido na Inglaterra a expansão mais rápida da utilização dos cheques, a legislação só foi criada em 1882.

No Brasil, o cheque, ainda com o nome de cautela, surgiu em 1845, quando foi fundado o banco Comercial da Bahia. Em 1893, a palavra cheque foi citada pela primeira vez em uma Lei brasileira.