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Setembro é o mês da informação sobre a doença de Alzheimer

26 de setembro de 2012 comente

Pacientes com doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência, e seus cuidadores dizem que a doença os fazem  sentir-se isolados e distante da família, dos amigos e das conexões típicas da vida.

O Relatório Mundial de Alzheimer 2012, divulgado hoje pela organização Associação de Doença de Alzheimer de Londres, mostra que:
Cerca de um quarto das pessoas com demência ocultam ou dissimulam seu diagnóstico por causa do estigma que a doença causa. Cerca de  4% dizem que estão excluídos da vida cotidiana. De acordo com o mesmo relatório, cerca de 36 milhões de pessoas no mundo vivem com demência e os números vão mais que triplicar para 115 milhões até 2050.

Mais do que nunca a educação é necessária sobre a demência, especialmente porque as pessoas aparentemente saudáveis ​​são diagnosticados mais cedo com a doença.
 "As pessoas estão sendo diagnosticadas precocemente e ficam chocadas mais com a falta de apoio que imaginam não encontrar, do que propriamente com a doença, você quer se sentir apoio quando você diz que tem uma doença" disse Beth Kallmyer, vice-presidente de serviços constituintes na Associação do Alzheimer, em Chicago.
Não há cura. 
A demência que afeta a memória, pensamento, comportamento e a capacidade de realizar tarefas diárias. Medicamentos no mercado tratam apenas os sintomas, não a causa subjacente, e nenhum deles mostrou retardar a progressão da doença.

 No Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade, 6% delas sofrem da doença de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, doença incurável acompanhada de graves transtornos às vítimas. Nos Estados Unidos, é a quarta causa de morte de idosos entre 75 e 80 anos. Perde apenas para infarto, derrame e câncer.

A causa do Alzheimer é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente, nos cuidadores e na família.Normalmente atinge a população de idade mais avançada, embora se registrem casos em gente jovem. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, só que estão longe de uma solução.

Diagnosticar alguém com a doença de Alzheimer não é tarefa fácil. Muitas vezes, seus sintomas mais comuns, como a perda da memória e distúrbios de comportamento, são associados ao envelhecimento. A família do idoso imagina que se trata apenas de um problema conseqüente da idade avançada e não procura a ajuda de um especialista. Ao notar sintomas da doença, o próprio portador tende a escondê-los por vergonha. “A família precisa estar atenta e, se identificar algo incomum, deve encaminhar o familiar à unidade de saúde mais próxima, mesmo que ela não tenha um geriatra ou um neurologista.

 “É preciso diferenciar o esquecimento normal de manifestações mais graves e freqüentes, que são sintomas da doença.Não é porque a pessoa está mais velha que não vai mais se lembrar do que é importante.”

Quanto mais os efeitos da doença de Alzheimer avançam em seu corpo, mais o paciente tende a se afastar completamente do convívio social. O ator norte-americano Charles Bronson foi uma das vítimas da doença. Perto de perder a vida, aos 81 anos, em 2003, o ator do inesquecível “Era uma Vez no Oeste” praticamente havia esquecido sua identidade e não se lembrava de nada de seu passado como astro de Hollywood. O ex-presidente norte-americano Ronald Reagan, morto em 2004, foi outra vítima famosa. O problema de saúde tirou o político das atividades públicas, em sua última década de vida.

A família e a sociedade podem dar um grande apoio às vítimas da doença. A Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) é formada por familiares dos pacientes e conta com a ajuda de vários profissionais, como médicos e terapeutas. A associação promove encontros para que as famílias troquem experiências e aprendam a cuidar e a entender a doença e seus efeitos na vida dos idosos. As famílias podem entender que se o paciente sofre de uma doença incurável, mas, ele pode ser cuidado e receber carinho.

Incurável, o Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção. 
Os médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social permite pelo menos retardar a manifestação da doença. Entre as atividades recomendadas para estimular a memória, estão leitura constante, exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em atividades de grupo.

abraços,
Silvia Masc


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