1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Conversando com uma pessoa com perda de memória- tradução e adaptação Silvia Masc

23 de agosto de 2013 comente
Conversando com uma pessoa com perda de memória representa um desafio especial. Ela pode ter dificuldade para organizar as palavras em pensamentos ou perder sua linha de pensamento no meio de uma sentença, pode substituir ou falar palavras que estejam incorretas, pode repetir palavras favoritas ou maldições sem qualquer tato, e pode não perceber que você está tentando dizer ela.

No entanto, a pessoa com perda de memória pode e quer ser envolvida na comunicação com aqueles que a rodeiam. Ela pode ser consciente de sua dificuldade e lembrar-se de coisas na sua perspectiva.

Sempre trate a pessoa com dignidade e respeito.

A pessoa com demência é um adulto com sentimentos adultos, ainda capaz de constrangimento, humilhação é capaz também de perceber quando os outros estão sendo mais exigentes, condescendentes, impacientes, ou não estão interessados no que ele ou ela tem a dizer.

É frequentemente consciente de sua dificuldade em se comunicar.

Paciência torna-se uma virtude, paciência para ouvir.

Lembre-se, é a doença e não a pessoa que cria este desafio novo e difícil.

· “Não perca a paciência se eu pedir algo mais do que uma vez”. É simplesmente a minha maneira de mostrar que eu não me lembro do que você disse da primeira vez. 

· “Tenha senso de humor, ele vai me ajudar a não me preocupar com o que eu possa vir a ter”. 

· "Eu não sou menor, porque eu tenho a doença de Alzheimer. Não sinta pena de mim”.

· "Eu sou o que sou e isso é tudo que eu sou. Eu me vejo como normal”.

· "Por favor, não me ignore como se eu não existisse. Eu sou um ser humano. Eu não sou invisível”.

· "Eu me sinto útil, deixe-me fazer o que eu puder. Dê-me uma chance”.

· "Consideração! Seja atencioso comigo e com meus sentimentos. Eu ainda tenho sentimentos."

· "Só porque eu tenho a doença de Alzheimer não significa que eu não deva ter uma voz naquilo que me afeta. Não me excluía de decisões que ainda posso tomar.”

· "Eu ainda gosto de ouvir o que se passa na família. Não tenha medo de me contar os detalhes felizes. Eu também posso sentir quando alguma coisa está errada e me sinto pior quando você esconde coisas de mim. Não tenha medo se eu chorar ou ficar chateado. É melhor que não saber.”
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Fonte: Ferramenta para cuidadores familiares | das Pessoas com Transtornos da Memória
Original - FOR FAMILY CAREGIVERS | Of People With Memory Disorders
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